domingo, 12 de janeiro de 2014

Especial - Recap 2013

Salve salve meu povo! Eu ia fazer esse post antes do final do ano, mas como aqui na sede estamos com um problema sério de falta de água e o calor insuportável, eu acabei deixando por adiar, além da preguiça desse que voz escreve.

Bem, 2013 se foi e com ele muitas surpresas e decepções, e então decidi fazer uma retrospectiva aqui, mais propriamente de games, já que na música não houveram muitas novidades relevantes(e eu não estou andando muito ligado em música atualmente)

Alguns dos jogos eu já falei por aqui, outros não, eu indicarei quais para que vocês possam dar uma avaliada melhor, e não só em relação a games lançados nesse ano, mas sim todos que eu joguei pela primeira vez nesse ano.


Sem mais demoras, vamos ao "recap 2013"

DmC - Devil May Cry

Sem dúvida o game mais controverso de 2013, e que calou a minha boca em níveis inimagináveis, o reboot da famosa franquia da capcom, conseguiu arrancar 99% de rejeição em seu primeiro trailer, ao trazer um Dante totalmente reformulado, como vocês podem ver acima.

Porém conforme foram liberadas informações do game, como história e gameplay o jogo se mostrou digno de atenção, e quando a demo foi liberada, eu queimei a minha lingua.
A história se passa da seguinte forma, toda humanidade é escrava de demônios, que nos controlam com bebidas, programas de tv e cameras de vigilância, no meio disso está Dante, um Nephelim(no game apontado erroneamente como um filho de um anjo e um demônio) que não dá importância pra nada e caça demônios e come tudo que é mulher, até que um dia uma mulher bate em sua porta dizendo que ele está em perigo porque um caçador está na sua cola, dai ele é arrastado para o Limbo onde as batalhas do jogo ocorrem, depois de derrotar o caçador, ele é apresentado a Vergil, que se diz ser seu irmão e oferecendo respostas sobre seu passado.

O enredo é simples e direto, sem muita frescura e porque não bem elaborado também? Apesar de apresentar figuras lendárias de uma forma desinformada, como um chefe chamado de Succubus, no game um bicho nojento que parece um verme, quando na verdade as succubus são mulheres lindas que devoram nossas almas em sonhos, a mais famosa é Morrigan de Darkstalkers.

O gameplay do jogo diferencia pelo sistema de camera livre,controlada pelo analógico direito, e a ausência de um botão para travar a mira, marca registrada da série, assim como as armas, que tem duas categorias: Demoniacas e angelicais, as demoníacas tem como característica serem mais fortes e causarem mais dano porém sendo lentas, e as angelicais sendo mais para atingir vários inimigos com um ataque só, e Dante pode escolher entre puxar um inimigo ou se impulsionar até ele.

Além disso existem seções de plataforming que usam da habilidade de puxar/se impulsionar, dando uma dinâmica diferente para o game.

Como se trata de um game da Capcom, temos DLCs, como a roupa clássica de Dante e um capítulo especial que te coloca no papel de Vergil, contando o que aconteceu com o antagonista(sim, ele ainda é o chefe final) depois do final do game.

Resumindo, aceite o visual do personagem, e jogue o game pois ele é excelente ! Sem mais nem menos, e ainda mais espetacular na versão pc, onde o game roda a 60 fps por segundo.


Metal Gear Rising Revengance.

Sem dúvida o meu game predileto de 2013, meu xodó etc e tal.
Já falei dele em um post, portanto só voltar ali no histórico que vocês vão ter mais detalhes.

A verdade é que eu não joguei nenhum Metal Gear, e a fama do game é ter uma história detalhada, e com esse game não é diferente, ele tem muitas informações que só quem jogou os metal gears anteriores vai entender.

A jogabilidade ? Porra meu irmão, cortar o que você quiser e do jeito que você quiser ? Batalhas contra robôs gigantes, um cara normal pegar um robô pelo braço e lançar ? Get fucking Hype!!!!!

Apesar de curto, mesmo tendo duas campanhas por DLC(que recentemente vieram gratuitamente nos servidores!)

Bayonetta
Esse é um dos games que me impulsionou a comprar o ps3, implorei a um amigo que me emprestasse mas nunca consegui pegar, até que consegui ele pela psn americana.

Bayonetta é de 2009, e foi criado por Hideki Kamyia, o criador de Dante, logo você pode esperar um gameplay semelhante, além do exibicionismo ainda mais exarcerbado por conta da beleza da personagem.

Só que diferente do caçador de demônios, Bayonetta é uma bruxa nascida de uma união proibida entre uma das bruxas de seu clã, as bruxas Umbra e um mago do grupo Lumen, que caça informações em relação ao seu passado após ter sido acordada de um sono de 500 anos, e caça anjos(que parecem mais como demônios, dado a forma que eles ficam depois de apanhar)na verdade eu me perco um pouco na história ainda, por isso não escrevi direito sobre o game.

Apesar de usar algumas armas brancas e de fogo, a caraterística principal da personagem é que ela luta principalmente com as mãos, e suas pistolas, empunhadas tanto nas mãos quanto nos pés(?!)e também conta com feitiços em que ela fica quase nua e todo o seu cabelo, que forma a roupa que ela veste, formam animais para devorar os inimigos ou simplesmente para finalizar um combo, é algo que dá aquela sensação de hype nas batalhas.

Como é um game um tanto quanto antigo, ele não conta com DLCs, mas mesmo assim é um game completamente divertido e desafiador.

E capcom, já que você fez um rpg crossover com a Namco e a Sega, tá na hora do de luta, pra colocar Bayonetta e Dante frente a frente hein ?

Resident Evil Revelations:

Esse eu já havia jogado um pouco no Nintendo 3Ds, mas só completei no pc, quando saiu uma adaptação(as vezes o fato da capcom ser mercenária ajuda).

Esse seria o Resident Evil perfeito por unir tudo que os fãs pedem, o terror, a escassez de munição, e o suspense, que graças a forma que a história é contada no game, com ganchos típicos de novelas e séries entre um capítulo e outro, um enredo absurdamente intrigante com diversas reviravoltas, e a jogabilidade semelhante ao Resident 6 onde você finalmente pode andar e atirar, além de se esquivar(apesar da esquiva do RE 6 ser bem melhor que a desse jogo)

A versão pc teve obviamente texturas remodeladas, e alguns extras a mais que definitivamente compensam a compra ou download do game.

Injustice - Gods Among Us - Ultimate Edition
Esse foi um jogo que pra mim acabou sendo bem meia boca, não por ser um jogo ruim, mas sim por talvez aparecer em uma fase da minha vida em que eu não estava bem com cabeça pra jogar ou por ter uma temática que não me agradasse tanto, já que não sou tão fã dos personagens da DC.

Apesar de ser dos mesmos criadores de Mortal Kombat, o game finalmente tem a defesa normal, que é apertando para trás mas tem os personagens menores que no outro game citado, e é claro a exemplo do já citado game, ele foi lançado, depois lançaram uma porrada de DLC pro jogo e logo depois lançaram a versão completa do mesmo que até contém o Scorpion fazendo uma pontinha.

Já na jogabilidade foi implementado um botão chamado de "trait" que faz com que cada personagem ative sua habilidade especial, exatamente como em Blazblue, Batman por exemplo chama alguns morcegos mecânicos para ou protege-lo ou para atacar, Super Homem fica mais forte e por ai vai, além de transições de cenários animais.

A história tem base no arco Injustiça da DC, e é extremamente bem contada aos moldes do modo história de Mortal Kombat, nela Coringa cansa de encher o saco do Batman e vai mexer com o Superman, colocando uma bomba em Metropolis e deixando o Superman alucinado com o gás do espantalho, assim sendo quando ele vê Lois ele pensa que é o Apocalipse, assim sendo ele leva Lois para o espaço e ao chegar lá obviamente ela morre, estando grávida do filho do Kriptoniano, e quando ela morre, a bomba em Metrópolis explode por estar ligada diretamente aos batimentos do coração de Lois.

Superman fica puto da vida com o Coringa obviamente tão puto que mata o palhaço e dai ele começa uma tirania pelo mundo, matando quem se opõe a ele, e então o Batman dessa realidade consegue transportar o Batman e o Coringa da nossa realidade atual para ajudar a parar o Superman, na verdade eu me perdi um pouco com a história, vou jogar de novo para ver se lembro rs, mas fora isso, ele acaba sendo simplesmente mais do mesmo em termos de games de luta

O mais legal do game, é que ele conta com boa parte dos dubladores do desenho da liga da Justiça que passava nas manhãs do SBT(infelizmente o único que não é o mesmo do desenho é o do Batman, que era um dos melhores)

Remember Me.

Esse ao contrário de Injustice foi um game que veio sem muito alarde, mas que se provou bem divertido e interessante.

Se passado em um futuro não tão distante, as memórias das pessoas podem ser apagadas e recuperadas ao nosso bel prazer, mas obviamente tem gente que vai contra isso, e estamos na pele de Nilin uma caçadora de memórias parte para destruir a principal empresa responsável por esse sistema, controlada pela sua mãe.

O jogo tem uma mistura de Batman Arkham, no sistema de batalhas um pouco de Uncharted em termos de escalar umas plataformas aqui e ali e sua caraterística principal, os puzzles, onde hora você tem que acessar memórias antigas que você invadiu para ter pistas para resolver ou alguns onde você precisa alterar a memória de uma pessoa para que ela pense de uma forma diferente ou para que ela passe para o seu lado, sem dúvida a maior inovação do game.

Mesmo com gráficos competentes e uma jogabilidade simples e rápida, o game infelizmente não fez tanto sucesso.


The Last Of Us

E para fechar o ano de 2013, nada mais justo que falar do melhor game do ano na opinião de diversas revistas e sites(embora alguns ainda querem insistir que GTA seja melhor)

Um review detalhado se encontra no blog só dar uma olhada.

Mas mesmo assim Last Of Us merece todos os créditos, é absurdamente desafiador, intrigante  com lindos gráficos e com uma história envolvente.

Vou ficando por aqui, até a proxima!

domingo, 6 de outubro de 2013

Arquivo 33 - Rock In Rio - Dessa vez eu fui!

Salve salve, estamos de volta, depois de um mês sem internet em casa, finalmente estou de novo aqui!

Como todos bem sabem, a algumas semanas houve o Rock In Rio(eu tinha que postar esse post na semana seguinte ao show, mas acabei enrolando como sempre)e diferente de 2011 eu fui! E nem é preciso dizer em qual dia que eu fui né ?

Pois bem, agora temos uma avaliação longa e passiva a fazer, vamos a um relato de um fã que depois de 9 anos conseguiu ir para o show da sua banda favorita e quase morreu em um outro show.

Domingo 22 de setembro - 9:30 da manhã:

Obviamente acordei desesperado e com uma noite de sono mal dormida, porém como havia combinado de encontrar uns amigos em Santa Cruz as 14 horas(horário bem longe do que o certo)fiquei tranquilo quanto a tirar um cochilo a tarde.
Não havia água em Mangaratiba, logo tive que ir para Itaguaí para poder tomar banho, e logo que o ônibus arrancou e seguia seu caminho, me lembrei que esquecera o ingresso!! O animal volta e pega o devido e se manda pra Itaguaí.

Entre 10 e 13 horas:

Entre discussões e cochilos, consigo finalmente almoçar, tomar o meu banho e partir para lá, fora dito que não poderiam ser levadas garrafas d'água, então me hidratei o suficiente para ir até o ponto de ônibus, carregando na mochila um casaco, uma camisa e umas barras de cereal para tentar manter a energia no evento.

14:20 até 16:00

Ao chegar lá, a pessoa que eu esperava atrasou, papo de uns 10 minutos, logo pegamos nosso ônibus e partimos para a estação alvorada, a viagem foi bem rápida, dado o tanto de conversa que tivemos no ônibus, chegando na estação foi fácil descobrir para onde ir: Bastava seguir o tanto de gente com roupas pretas, técnica que usei quando ainda tocava em bandas.
Os ambulantes já estavam pairando desde a alvorada, oferecendo cervejas a 5 reais(uma boa dado o preço ridículamente elevado do festival) e mais ridículo ainda eram os evangélicos oferecendo bíblias e livros sobre religião gratuitamente para quem passasse ali, imagino o quanto de tempo que eles perderam ali.

Tempo meu caro, uma palavra de significado longo e extenso nesse dia, depois de descer no ponto indicado, tivemos que andar uns 10km mais ou menos, um trajeto que eu faço pelo menos 2 vezes na semana, em 20 minutos, porém nesse dia ele durou quase uma hora, e o motivo você confere abaixo.

Sim, eu estava mais ou menos no começo/meio do caminho, e a fila demorava a andar, dado a revista, porém a mesma foi pífia, talvez para adiantar a entrada do público, a minha amiga que estava comigo e muitas outras pessoas no meio do caminho disseram que esse foi o dia mais cheio do evento, e realmente, estava um verdadeiro caos, creio que foram 85 mil pessoas, mas sinceramente, aparentava ter muito mais.

A entrada no festival:

Depois de passar pela revista o caminho até a cidade do rock fluiu muito melhor, e em menos de 10 minutos já estávamos lá dentro, porém dado o atraso acabei perdendo os shows do Viper e do Destruction(sendo esse um que eu queria ver) e acabei encontrando uma amiga por lá, e fiquei com ela para descansar enquanto esperava o show do slayer.

Chegando lá algo me fez perder a fome, talvez os excessivos preços e o conforto de ter barras de cereal e biscoitos na mochila tenham me mantido de pé, o cigarro também ajudou a mascarar a fome, mas tudo se dava ao êxtase de estar lá, fora os preços também como já citei antes,só um copo, sim UM COPO de Heiniken custava 10 reais(e eu tomei uns 3 ou 4).

Enquanto o Helloween terminava sua apresentação eu estava tranquilamente descansando na grama, e assim permaneci até o começo do tal do Kiara Rocks, a banda sabia bem onde se meteu ao abrir o show com Aces Of Spades do Motorhead, depois de mandar algumas músicas próprias a banda tirou a última carta da manga, chamando Marcão(ex Charlie Brown Jr) e Paul Di'Anno! No momento em que o nome dele foi anunciado, eu pulei da grama e corri para o palco, e vi ele cantar Highway to Hell, Biltkrieg bop e Wrathchild, e então voltei para onde estava, ou ao menos tentei, já que acabei me perdendo de quem estava, a essa altura diversas pessoas estavam me procurando pra ficar perto de mim quando o Iron começasse, mas o evento estava muito cheio, e minha bateria praticamente zerada(o telefone não aguenta carga, fora o fato de que eu estava filmando algumas coisas e postando com frequencia no facebook)

Slayer: A minha vida diante dos meus olhos, e não no bom sentido!

Bem, começava então os preparativos para o show do Slayer, enquanto o Sepultura detonava com Zé Ramalho, admito que queria ver o show, mas fiquei no palco mundo para já ir garantindo lugar no Iron(a aquela altura eu almejava ficar na grade, ou um pouco mais perto, um ledo engano)deixando o Sepultura de lado, acabei não vendo nenhum show do sunset, e logo que o show acabou, os roadies do Slayer passeavam de um lado ao outro fazendo os ajustes finais, e enquanto isso eu lutava para conseguir um lugar decente, e havia achado, mais ou menos por aqui:
Eu teria uma boa visão do palco e estaria bem perto, dado a minha altura também, como pode se ver na foto.
Mas e ai, o que aconteceu? Assim que Tom Araya e compania mandaram os primeiros acordes de World Painted Blood, o mar de gente ficou de ressaca, foi um empurra-empurra bizarro e eu fui levado pra cada vez mais perto da grade e sendo mais batido do que carne de segunda, usei das rodas de mosh pra chegar cada vez mais perto do palco, e conforme eu ia chegando e parando em alguns cantos eu ia notando o quão boa a banda estava, tirando apenas o fato da guitarra de Gary Holt ficar muda em alguns momentos no começo do show, a banda estava lá pra mandar o seu thrash metal sem frescura, sem conversa com o público e nada, só porrada do começo ao fim: Disciple, Season In The Abyss, Die By Sword, Raining Blood, Dead Skin Mask, War Ensable, Hate Worldwide e uma homenagem foda a Jeff Hanneman a partir de Angel of Death, exibindo o simbolo da Heiniken com o seu nome, o que ele usava em suas guitarras, e diversas imagens do guitarrista ficaram passando nos telões.

Ao final do show, eu já estava praticamente colado no palco, mais espremido que suco de laranja, suando e tentando pegar um pouco de ar, por diversas vezes tentei chegar a grade para ser retirado e levado ao pronto socorro, ou simplesmente para pegar um pouco de ar, demorei uns 20 minutos para conseguir sair de la, quase desmaiando, quando encontrei a amiga que havia desencontrado no show do Kiara.
A hora que eu esperei a 9 anos:
Bem, o plano já era esse: Usar o show do Avenged Sevenfold para descansar, ou então chegar mais perto da grade, mas depois do show do slayer, desisti dessa ideia, e fiquei lá até que o Avenged acabasse.
Não que eu seja totalmente contra a banda, gosto de umas duas ou 3 músicas, ao menos tocaram Nightmare e Buried Alive, duas que eu gosto.
A hora chegou! Eu fui me deslocando pelo palco mundo, e parei em uma espécie de grade lateral

A banda atrasou uns 10 minutos para entrar(o show estava previsto para começar a meia noite)mas aquela altura nada mais importava, depois de 4 tentativas frustradas de ver a banda ao vivo no Brasil, nada podia me tirar daquele lugar, a não ser que eu tivesse um ataque cardíaco alí mesmo.

O telão começou a exibir imagens de geleiras derretendo, e logo o playback começou: 
"seven deadly sins
seven ways to win
seven holy paths to hell and your trip begins...

Seven downard slopes
Seven bloody hopes
Seven are your burning fires
Seven your desires"


E logo em seguida o sexteto britânico entrou no palco logo após uma explosão,e sairam detonando os riffs de Moonchild, não nego, escorreu uma lágrima assim que o show começou, eu estava bem longe do que eu queria estar(e de certa forma deveria) mas como já disse, eu estava lá e eu iria curtir cada palhetada, cada nota, cada batida na bateria!

E assim fiz, nas músicas seguintes, Can I play with madness, The Prisoner,2 minutes to Midnight e ao término da última Bruce diz seu primeiro boa noite em português tentando se comunicar com o público do evento brincando com as palavras em português que ele diz saber: Cachaça, caipirinha e samba e faz uma pequena menção ao caos que assola o mundo antes de começar Afraid to Shoot Strangers, música que não deveria fazer parte desse set, que deveria englobar apenas músicas até o Seventh Son of a Seventh Son mas mesmo assim foi deveras curioso ver ela sendo executada com as 3 guitarras pela primeira vez, e acabou sooando perfeita!

Tirando o começo do show, o som estava completamente perfeito, a sensação que eu tinha era de estar vendo um DVD ao vivo e editado, mas não! Aquilo lá era o som de verdade da banda e a medida que as músicas tocavam isso ficava mais evidente, tal como The Trooper(que me trouxe mais algumas lagrimas que desciam moderadamente rs) Number of The Beast, que eu não pude ver direito, mas contava com um bode no canto direito do palco e Phantom of The Opera, executada de uma forma belíssima, com direito a pirotécnias e Run to The Hills, onde o primeiro Eddie aparece, vestido como um soldado da guerra civil americana e com uma espada bate na guitarra de Janick Gers e na bateria logo depois, e Wasted Years volta ao set, com um pequeno deslize de Adrian.

Chegou a hora de ver Seventh Son of a Seventh Son ao vivo! E Bruce sobe ao palco com um sobretudo novo e um penteado ridículo! Mas mesmo assim, a música que nunca me agradou taaanto assim, ficou com uma roupagem nova ao vivo, e como em 88 um Eddie é usado no fundo e Michael Keanny(técnico de baixo de Steve Harris a mais de 30 anos e responsável pelos teclados da banda)fantasiado tocando teclado para dar uma ambientação,  mais fogos no final da música.

Dali pra frente mais clássicos, The Clairvoyant, Fear of The Dark e Iron Maiden, usando o Eddie de fundo igual a capa do Seventh Son, e para o bis, a banda volta com Aces High, um verdadeiro desafio a Bruce, cantar essa música depois do bis! The Evil That Man Do continua um clássico, e Running Free fecha o show, com direito até mesmo a um solo de Nicko Mc Brain! Coisa que ele não fazia a mais de sei lá quantos anos! E depois um Bruce brincalhão, trazendo uma cerveja exclusiva da banda - a Trooper - e dizendo que a cerveja no festival estava ruim e ele tinha que trazer a sua própria.

Depois de apresentar a banda a banda termina o show e fogos de artifício encerram o festival, e Always Look On The Bright Side of Life começa a tocar nos P.As da banda.

A volta pra casa:

Sinceramente não houve muito o que se falar quanto a volta, tudo tranquilo mesmo pra sair da cidade do rock,provavelmente porque muita gente já tinha ido embora antes de acabar o show do Iron, os ônibus vinham um atrás do outro o que quitava o tempo de espera, o mesmo aconteceu para pegar o ônibus para Santa Cruz e tal para Itaguaí, a aquela altura eu já estava completamente destruído de cansaço e só pensava em chegar em casa!

Resumindo:

Foi uma experiência única, o sonho de qualquer pessoa que curte música, já que o Rock In Rio não é mais um evento restritamente ao rock e suas vertentes, porém poderiam pegar mais leve com os preços dos alimentos lá, afinal todo mundo que vai para o festival planeja ficar o dia todo lá, mas o gramado sintético ajuda para descansar, e os banheiros estavam tranquilos, o de 2015 já foi confirmado e se possível(e é claro se o Iron vier de novo)estarei lá de novo!