E ai pessoal! Faz muito tempo que eu não escrevo por aqui né ? Pois é, na verdade eu estou escrevendo um especial de KOF que pretendo postar ainda esse ano.
Mas hoje eu vou fazer uma coisa que eu não faço a muito tempo no blog: Uma resenha de cd! A última se não me engano foi em 2011 com o Dystopia do Iced Earth.
Coincidentemente a primeira resenha de cd que fiz no blog, lá pra 2008 foi da mesma banda que estou fazendo hoje: Megadriver, minha admiração pela banda nunca foi segredo pra ninguém, a banda passou por umas reformulações, como a adição de um vocalista que rendeu um ep com músicas cantadas(do qual eu não sou tão fã mas tudo bem)
Como todo mundo que viveu nos fliperamas dos anos 90, jogos de luta eram o ganha pão dos mesmos, e para os jogadores mais assíduos, suas músicas atemporais como eu já citei em um outro post.
No final de 2012 se não me engano, a banda anunciou que iria lançar um álbum com diversas músicas de fighting games clássicos, muitos entraram em alvoroço(eu inclusive) e diversas enquetes para escolher as músicas que entrariam no álbum foram feitas só que a banda estava mais engajada em fazer apresentações ao vivo, cujo ápice foi uma apresentação no festival MAGfest, onde eles gravaram um "bootleg", assim sendo as notícias sobre o álbum foram ficando cada dia mais escassas e pensava-se que a ideia tinha sumido já que o álbum estava previsto para sair em 2013, mas hoje a espera finalmente acabou: Double K.O está disponível no site da banda
O tracklist do álbum foi um mistério absoluto até hoje, salvo uns teasers aqui e ali ao longo do tempo, e foi uma sacada ambiciosa: um disco triplo ! Um baseado no lado da Capcom(Street Fighter predominantemente) um baseado na SNK(Yes!)e um "EP" baseado em jogos mais obscuros como Eternal Champions e Fighting Masters além de Mortal Kombat e Killer Instinct.
Dessa vez eu vou fazer uma coisa um pouco diferente aqui, já que a banda disponibilizou uma playlist para cada cd: Vou colocar cada uma aqui e fazer o meu clássico "track by track"
Disco 01 - Shoryuken
O disco não poderia abrir de outra forma: Com a música de introdução de Street Fighter 2, simples e direta.
A segunda música é uma música original da banda, como eu disse anteriormente, a banda está investindo em composições próprias e isso é perfeitamente normal. Born To Be Master faz um trabalho competente, mas não sei, a voz de Allan Big Thunder não saiu direito nessa música, houve algum erro ai na mixagem não sei...
Tr00bie é um dos destaques do álbum inteiro, o tema de Blanka recebeu uma roupagem extrema que lembra bastante Sepultura(sua abertura lembra muito a de Roots Bloody Roots), sendo até difícil de reconhecer nos primeiros acordes tamanho o peso que recebera, algumas percussões ficam perdidas em uma parte da música para dar aquele "jeitinho brasileiro" na música.
Killer Bee, o tema de Cammy traz uma excelente mistura de teclados e o peso característico da banda, sem perder o clima triste que a música original possuia
Eye Of The Jaguar, de Adon soa exatamente como deveria soar, um metal pesado e direto sem frescura e direto ao ponto, com harmônicas artificiais frenéticas.
Flying Through The Air de Ryu também faz um trabalho competente tal como as outras que se seguem: Shou Ken de Ken e Sonic Boom de Guile, três temas atemporais que não importa como gravadas, sempre serão boas.
Claws of Vanity de Vega recebeu, assim como as 3 anteriores citadas, uma nova e excelente roupagem.
Psycho Crusher de Bison conseguiu trazer a interpretação que a música sempre pediu, mas acabou soando como um simples cover, não foi feita nenhuma coisa que deu a música um diferencial, nem solos.
Wrath of Raiging Demon é mais uma de autoria própria da banda, falando do demônio Akuma, a letra é bem interessante, e a melodia também e nessa podemos ouvir mais o vocalista já que a música foi gravada em 2012.
Vulcanic Rim é exatamente o oposto de Psycho Crusher, é o tema do cenário de mesmo nome em Street Fighter IV e ganhou uma versão mais power metal, frenética e empolgante certamente mais um dos destaques dessa parte do álbum.
Execute! Tema de Decapre em Ultra Street Fighter IV certamente entra como um dos destaques do álbum inteiro, desde a intro de baixo até sua composição completa a música empolga e mescla o som da banda com a ideia da música original
Take No Prisoners de Rolento em Ultra SF IV foi uma escolha que me supreendeu, eu esperava pelo tema clássico dele em SF Alpha 2, mas foi uma boa escolha, pra quem não sabe, essa música também é o tema dele em Final Fight.
Em seguida temos Mighty Hiryu, música já presente em outro álbum da banda mas como o mesmo tema é usado nos games de luta em que Strider aparece, nada melhor do que colocar ele aqui, mesmo que pra encher linguiça e representar o lado "marvel vs capcom" do disco, mas po! Podiam colocar o tema do Capitão Commando pelo menos !!!
E fechando esse álbum temos final Justice, o tema de Capitão America nos jogos da Marvel, e eu sempre imaginei como seria esse tema em uma versão metal, e não ficou ruim mesmo! O timbre heroico da música se manteve perfeitamente.
Disco 2 - Orochi:
Em uma opinião pessoal, o disco que eu mais estava ansioso pra ouvir, afinal não são qualquer bandas que gravam um álbum só com músicas da SNK em toda minha vida só achei um álbum de uma banda chinesa que fez algumas versões.
Então vamos lá: O disco começa com uma intro humilde mas épica: O som da bios da Neo Geo, a nostalgia de qualquer um que esperava o fliperama abrir e ver as maquinas ligando, quase que em sinfonia.
E em seguida vem a música de abertura de KOF 2002, conseguindo o impossível: Fazer alguma coisa desse jogo ser boa!
Hurricane é mais uma original da banda, e mais uma vez o erro da outra música se repete, a voz mal dá pra se ouvir e entender o que se canta, mesmo a música sendo em português e a melodia da música lembra um pouco Pacific Rim.
E então temos um dos temas mais pedidos pelo público: London March de Billy Kane vem quebrando tudo executada com maestria, curiosamente sem os vocais originais, sendo assim baseada na versão de KOF XIII da mesma música
E mais um dos destaques de todo álbum chega, Rythimic Hallucination! Executada de forma magistral, com direito aos efeitos sonoros de fundo originais da música(como explosões e aquela voz em rádio falando no começo)
Dear Falling Angel de Krizalid é outra que merece o devido destaque, pela limpeza do som e por misturar os dois temas do personagem, Dear Falling Angel e Cutting Edge de forma simples e eficiente.
WW.III então é peso puro, do jeito que uma música do time Ikari tem que ser, fico até surpreso por não ter sido Rumbling In The City a escolhida dada a popularidade da música, mas W.W.III fez um trabalho competente.
Outro dos destaques do álbum como um todo é Fairy, sem sombra de dúvida, pela primeira vez temos o Megadriver utilizando violões em uma das suas músicas, o que já é digno de nota pois todos os covers de Fairy não usam essa parte com violão, enfim, o desenrolar da música traz a cabeça a imagem da luta no cenário de Chizuru em KOF 96, com um solo competente e condizente com a música.
(Um rápido adendo: Já que usaram violões, podiam ter colocado Tears ai né ?! hahah)
Esaka de 96 vem com uma intro bem diferente e com uma roupagem mais agressiva do que normal, o que deu um novo gás para música.
Earthquake Destruction, que antes se chamava Thrash Earthquake atendeu a todas as espectativas que caíram sobre ela: Um thrash puro e raivoso, do jeito que tem que ser.
Black Tuna de Galford era uma das mais esperadas e correspondeu bem, apesar da música ter umas quebradas de tempo que não condizem com o esperado, mas mesmo assim se mantem uma boa música, mesmo que sofra do mesmo mal da música de Bison: Ser um simples cover.
Spread The Wings de Rock Howard é a surpresa do álbum, nunca iria imaginar um tema de Garou e foi uma escolha bem acertada, estava até pensando em como seria uma versão pesada da música esses dias em que tenho jogado(ou ao menos tentado)Garou, e o arranjo não decepcionou nenhum um pouco
Choke Hold de Big Bear é outra regravação decente e pesada de uma música préviamente gravada pela banda, sem muito o que falar sobre ela.
E obviamente fechando esse disco, o hino dos fighting games: Raging Storm de Geese, eu achava que essa música não podia ficar melhor, mas a banda conseguiu, o esquema de uma guitarra respondendo a outra na introdução da música ficou animal e outros arranjos foram feitos na música deixando ela mais encorpada e trabalhada, obviamente mais um destaque.
Disco 3 - Keep Fighting EP
O último disco traz apenas músicas não tão atemporais como as dos dois discos acima, mas ainda assim tem trilhas de destaque, a começar por sua introdução: Kode Of Honor, um medley de Mortal Kombat, trazendo a música tema do filme(tá, talvez essa música seja tão atemporal quanto as outras )
e acaba se tornando mais um destaque do álbum.
The Edge of Soul é um cover,mesmo que vocal da música de introdução de Soul Edge em sua versão caseira, melhor gravada que as 2 anteriores, com um riff bem interessante.
Blood Dripping Teeth é outro dos destaques do álbum inteiro: A música de Sabrewulf de Killer Instinct ganhou uma brilhante interpretação, sombria e pesada sem dúvida um trabalho primoroso, mesmo sem contar com solos, uma pena que mais músicas de Killer Instinct não entraram no álbum, os temas de Fulgore e de Gargos ficariam animais.
As duas seguintes, Fighting Masters Medley e Eternal Champions são de games que eu não acompanhei, portanto deixo aqui apenas o reconhecimento pela ótimo arranjo da música.
A última música do álbum, Metal Works - Shredder Theme é um mix da abertura do desenho das Tartarugas ninjas com a música do Destruidor, fechando bem o disco.
Parecer final: Mais uma vez o Megadriver consegue pegar a infância de todo mundo e transformar em metal de qualidade, claro, houveram alguns deslizes aqui e ali, mas vamos considerar que é um álbum triplo com 36 músicas e quase 2 horas de audição, mesmo assim o trabalho é primoroso.
Ah! E mais um bônus : Lembra que e falei sobre a banda ter tocado em um festival nos Estados Unidos? Pois então, hoje a banda também disponibilizou esse show em mp3 para download, junto com mais algumas músicas novas gravadas em estúdio, chamado de Roar, então o que tá fazendo aqui? Vai lá e baixa os dois cds!!
www.megadriver.com.br
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quarta-feira, 26 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Aqruivo 026 - Dystopia (Iced Earth)
Ah nóis ai de novo galera que curti um rock pesado du mal!
Esse ano tá ficando cada vez mais fuderoso no que dizrespeito a álbuns, já tivemos o In Waves, que citei no penúltimo post, o Unto The Locust do Machine Head e derivados.
Mas minha grande anciedade foi por esse álbum que vou falar hoje, Dystopia do Iced Earth, que sem dúvida é minha segunda banda predileta.
Antes de começar o Track-By-Track clássico do blog, vale a pena fazer um resumo da banda e dos últimos fatos que a acometeram.
O Iced é uma banda americana liderada pelo mão-de-ferro Jon Schaeffer, que cuida de todas as composições da banda, além de deixar sua marca com seus riffs absurdamente agressivos e suas músicas extremamente diretas e bem trabalhadas.
A banda contou com diversos membros ao longo dos tempos, mas encontrou em Mattew Barlow seu vocalista ideal e responsável por alavancar a banda ao topo, porém depois do álbum Horror Show, Barlow decide deixar a banda, alegando se sentir afetado pelo atentado de 11 de setembro.
Para seu lugar foi recrutado Tim "Ripper" Owens(ou se preferir, o Severino Quebra-Galho do metal)e com ele foram lançados dois bons álbuns, mas ainda havia algo de errado ali, Owens não tinha um certo entrosamento com a banda, e em 2008 Barlow volta a assumir os microfones do Iced Earth.
Com ele foi lançado o mediano The Curcible Of Man, alguns fãs não estavam satisfeitos com direcionamento que a banda seguia, coisa que iria mudar no próximo álbum, mas como um novo choque, Barlow deixa a banda novamente, acusando falta de tempo de conciliar seu tempo como polícial e para família com a banda.
Mas sem tempo para que especulações fossem criadas, o substituto foi anúnciado junto com a saída de Barlow, seria Stu(Stuart) Block, da banda de death metal Into Eternity, fez-se uma apreensão principalmente por Stu abusar de guturais, coisa que não foi bem vista para o Iced.
Pois bem, sabendo da ansiedade dos fãs, Jon Schaeffer tomou vergonha na cara e regravou um dos maiores clássicos da banda: Dante's Inferno e o resultado foi absurdamente incrível, Stu mostrou ser um vocalista incrivelmente versátil e encaixou como uma luva para a banda.
E então o hype pelo álbum aumentou consideravelmente, e finalmente tivemos nossa audição, e vamos começar a falar dele agora:
1- Dystopia:
A música começa com uma levada de bateria que lembra uma marcha, que lembra muito o tema de The Glorious Burden, Stu manda um "cheguei" com um vocal visceral e então a música se solta nos riffs galopantes clássicos da banda, na ponte do refrão Stu canta em um tom completamente igual ao de Ripper, e então entramos no refrão marcante da música: "The nightmare unfold before my eyes, I will resist until the end of time...we fight, and must find our way" canta Block em um tom muito semelhante ao de Barlow, alias, a comparação entre ambos e até com Ripper é inevitável, pois Block canta em tons muitas vezes iguais a ambos. A música contem um solo rápido e então entramos nos refrões finais, e é inevitável que você já esteja cantando "we must find our way" junto com Block, mesmo sendo a primeira audição.
2 - Anthem:
Uma abertura lenta e melancólica toma conta e em pouco tempo somos levados a um riff cadenciado e Stu continua arregaçando com sua perfomance vocal, e o refrão mais uma vez é o que marca a música "Torn asunder, our destiny is in sight, this is the Athem to celebrate your life" a música parece retratar um hino de esperança, o solo de Troy Slee figura entre um dos mais longos do álbum e a músca prende claramente, a música parece ter sido sobra do Glorious Burden, muito bem aproveitada por Block, figura em uma das melhores do álbum, tende a ser ótima ao vivo.
3 - Boiling Point:
Agora acabaram as intros, o negócio é porrada! A música remete as porradas clássicas da banda como Jack, Stand Alone e derivados, o que é marcante é a melodia vocal, onde Stu e Jon alternam frases, e Stu utiliza suas "duas vozes" com uma facilidade impressionante, em algumas partes é possivel até pensar que é Ripper que está cantando tamanha semelhança do timbre agudo, a música tem a característica das porradas do Iced, não ter solos, outro grande destaque do álbum.
4 - Anguish of Youth:
A primeira balada do álbum, o timbre acústico lembra bem horror show, tanto quanto o refrão belíssimo: "This tragedy still hunt her... she wants to laugh, she want to live out this life of despair" a letra parece falar de um conflito interno, e é retratada de forma incrivelmente intensa, o solo se mostra perfeito pra música, com poucas notas e sentimento, o refrão final é cantado em coro ressaltando muito bem a beleza da música.
5 - V
Baseada no filme "V de Vingança" a música define o nome Iced Earth, eu li no site Brazil Under Ice que haviam músicas que não foram usadas, e essa era uma delas, provavelmente seria do Glorious Burden ou do Horror Show, eu particurlamente achei um pouco mediana, mas mas uma vez o destaque é Stu, que soa completamente entrosado com a banda, solto como se cantasse com ela desde sempre.
6 - Dark City
A intro lembra muito Desert Rain, Stu canta em um clima tenso e a música cresce cadencialmente até nos levar para mais uma viagem galopante pelos riffs de Jon "Experimented, to understand the human soul, decived, they never take my soul away" canta Block com raiva e sentimento ao mesmo tempo, a música tem uma grande influencia de Iron, principalmente quando se chega no refrão, até o solo lembra um pouco maiden, mas o que ganha a música é seu riff final, completamente empolgante.
7 - Equilibrium
Outra galopada bastante caraterística do Iced Earth, até aqui o ouvinte provavelmente vai abstrair o fato de ser outro vocalista, tamanho entrosamento de Block com as composições, a música tem uma levada muito maiden também(que tem se mostrado uma grande influencia do album) com uma pitada de Something Wicked, principalmente pela letra que retrata o ponto de vista do mascote da banda: Set Abominae, principalmente pela parte agúda do vocal, remetente ao Framing Armaggedon.
8 - Days of Rage
Tá afim de quebrar a cara de alguem ? Coloca Days of Rage como trilha sonora! Essa música definitivamente soa como o Iced clássico, e sem ser forçado, o riff lembra claramente a música Colors do primeiro álbum da banda, e a performance agressiva de Stu impressiona.
9 - End Of Innocence
A última balada do álbum, ela tem até uma levada bem soft e marcante fica mais uma vez por conta de Block: "Carry on, be strong my son, this is the end of innocence" canta Block a plenos pulmões, a música lembra muito o tema de Watching Over Me, ainda mais que fala sobre a mãe de Block, a música cresce aos poucos e não dá pra descrever tamanho entrosamento e tamanha empolgação que a banda trás.
10 - Soylent Green
Essa música soa claramente como uma sobra de Demons & Wizards, exceto pelo seu tema político, Stu utiliza dos tons mais altos e limpos, a intro é meio chata, mas a melodia prende bem o ouvinte,é bonus track da edição especial.
11 - Iron Will
A música soa como se tivesse sido escrita para ser um single, mas virou bonus track, mas é uma música muito boa, o tema tem muito de Glorious Burden, e algumas partes lembram claramente Horror Show, uma boa faixa mesmo que um pouco abaixo das outras.
12 - Tragedy And Triumph
Tal como a primeira faixa, Tragedy And Triumph começa com uma bateria marcial, e depois cai na melodia marcante da banda, até mesmo nos coros, e como se trata da última faixa do álbum você se pega provavelmente querendo ouvir novamente o álbum(como esse que vos escreve que já ouviu o mesmo 6 vezes direto!)de tão envolvente que ele soa... E nessa faixa ainda sobra tempo para uma brincadeira da banda cantando uma música, acompanhado de risadas ao fundo, o que demonstra o que o clima entre a banda é o melhor possivel.
Pois bem, as considerações finais: Dystopia é até o presente momento, o melhor álbum do ano para mim, todas as músicas são envolventes e trouxeram a banda de volta com todas as características que fizeram o seu nome, e com Block a banda pode ver um futuro muito mais promissor a frente, Barlow é insubstituível, mas Block mostrou que veio pra ficar no Iced Earth.
Agora ao que todo mundo quer : O download:
Iced Earth - Dystopia:
Gravadora: Century Media
Genero: Heavy Metal
Membros:
Jon Schaeffer - Guitarras e backing vocals
Stu Block - Vocais
Brent Smedley - Bateria
Freddie Vidales - Baixo
Troy Slee - Guitarra
Tracklist:
01. Dystopia (5:49)
02. Anthem (4:55)
03. Boiling Point (2:47)
04. Anguish of Youth (4:42)
05. V (3:39)
06. Dark City (5:42)
07. Equilibrium (4:31)
08. Days Of Rage (2:17)
09. End Of Innocence (4:07)
10. Soylent Green (Bonus Track) (4:20)
11. Iron Will (Bonus Track) (4:15)
12. Tragedy And Triumph (7:44)
13. Anthem (String Mix) (4:52)
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
Arquivo 024 - Resenha - Trivium - In Waves
Saudações meus amigos, até que eu não demorei a voltar dessa vez!
Tenho notado que o blog ultimamente só tem feito matérias baseadas em filmes ou games, ou no geral em listas, hoje decidi mudar um pouco isso.
Estamos de volta com um review de álbum, e mais uma vez de uma das minhas bandas prediletas: Trivium!
Fazem 3 anos desde que o magnífico Shogun foi lançado, de lá pra cá o Trvium ficou lançando uma música aqui, outra ali, trocou de baterista e decidiu lançar seu novo petardo: In Waves.
O apelo visual do álbum mostra um Trivium mais sombrio, e isso se reflete um pouco na sonoridade do mesmo, mesmo que não tanto, agora os guturais voltaram com mais peso, o novo batera, Nick Augusto faz um bom trabalho, fazendo diversos blast beats e com uma pegada coesa.
Sem mais delogas vamos a descrição do álbum que é bem grandinho: 18 faixas se você pegar a versão especial(que vai estar no final do post)
O álbum começa com a abertura instrumental Capszing The Sea, que nada mais é do que uma versão mais light de In Waves, a faixa-título, a faixa é bastante pesada, com uma virada melódica no mesmo, o refrão, mesmo que seja um pouco repetitivo a primeira ouvida, logo se torna fácil de se acostumar.
Inception Of The End é uma faixa bem simples, tão simples que, apesar de boa, se apaga um pouco das demais, principalmente da que a segue: Dusk Dismantled, uma verdadeira porrada, tem alguma coisa de black metal nessa música(ao menos pra mim) a música é totalmente gutural, e seu rítimo que da vontade de pular em cima de qualquer um é impressionante, alem de ser meio pertubadora, aquele lance da sombriedade do álbum.
Wacth The World Burn é outra que tem um grande destaque no álbum, lembra bem alguma coisa do Shogun, além do refrão que gruda facil, o Trivium investiu bem em refrões nesse álbum.
Black começa com aquela parada tipica para respirar antes de começar a pular com a banda, até aqui o ouvinte já deve ter percebido que as músicas não possuem introdução, a introdução no geral é sempre o refrão da música, uma abordagem bem arriscada, mas que deu certo, a música no meio tem uma levada mais agressiva, principalmente pela parte de Nick Augusto.
A Skyline's Severance mesmo que comece lenta, mostra um peso absurdamente forte, mas os guturais soam meio exagerados nessa, depois temos uma passagem mais progressiva, e o peso retorna com força.
Esnare The Sun é uma outra passagem instrumental, provavelmente uma faixa completamente diferente de tudo que o Trivium já fez, começando principalmente pela passagem acústica.
Built To Fall é outro grande momento do álbum, mesmo com seu refrão comercial é uma excelente música, a letra é meio clichê, mas ainda assim muito interessante, eu voto nessa como a segunda melhor do álbum.
Caustic Are The Ties That Bind(Trivium e seus nomes gigantescos para músicas) lembra um pouco a música Shogun, pela sua passagem mais lenta, com uma atmosfera bastante envolvente, e um solo muito bom.
Forsaken Not The Dream é outra que tem passagens melodiosas, e com uma melodia bem cadenciada e grudenta, uma outra faixa marcante no álbum.
Drowning In Slow Motion é uma faixa que não dá pra digerir de primeira, acaba sooando como a mesma coisa, mas no fim mostra uma boa faixa, principalmente por conta dos seus riffs,mas o refrão acaba destoando um pouco do resto da música.
A Grey So Dark tem alguma coisa de metalcore perdida nela, aqui Matt investe mais no vocal limpo, um belo senso de equilibrio.
Em compensação, Chaos Reigns vem arregaçando tudo que se tem direito, uma música completamente agressiva, sem maiores detalhes.
O final chega com All This Yesterdays, facilmente chamada da balada do álbum, bastante envolvente, seguida dela vem a última instrumental do álbum: Leaving This World Behind, que nada mais é que uma versão instrumental de Dusk Dismantled.
As faixas bonus da vez são Shattering The Skies Above, lançada no EP Iron and Blood de God Of War 3, bastante fraquinha, refrão repetitivo de mais, e o cover de Sepultura - Slave New World, essa sim bem gravada!
Existe uma edição espcial com um DVD documentário, e com uma pequena apresentação em estúdio, bastante interessante para ver o quanto a banda melhorou em relação ao seu desempenho ao vivo, que antes era bem fraco.
Pois bem, encerro por aqui, até uma proxima e curtam os links:
Trivium - In Waves (2011)
Bonus DVD
Tenho notado que o blog ultimamente só tem feito matérias baseadas em filmes ou games, ou no geral em listas, hoje decidi mudar um pouco isso.
Estamos de volta com um review de álbum, e mais uma vez de uma das minhas bandas prediletas: Trivium!
Fazem 3 anos desde que o magnífico Shogun foi lançado, de lá pra cá o Trvium ficou lançando uma música aqui, outra ali, trocou de baterista e decidiu lançar seu novo petardo: In Waves.
O apelo visual do álbum mostra um Trivium mais sombrio, e isso se reflete um pouco na sonoridade do mesmo, mesmo que não tanto, agora os guturais voltaram com mais peso, o novo batera, Nick Augusto faz um bom trabalho, fazendo diversos blast beats e com uma pegada coesa.
Sem mais delogas vamos a descrição do álbum que é bem grandinho: 18 faixas se você pegar a versão especial(que vai estar no final do post)
O álbum começa com a abertura instrumental Capszing The Sea, que nada mais é do que uma versão mais light de In Waves, a faixa-título, a faixa é bastante pesada, com uma virada melódica no mesmo, o refrão, mesmo que seja um pouco repetitivo a primeira ouvida, logo se torna fácil de se acostumar.
Inception Of The End é uma faixa bem simples, tão simples que, apesar de boa, se apaga um pouco das demais, principalmente da que a segue: Dusk Dismantled, uma verdadeira porrada, tem alguma coisa de black metal nessa música(ao menos pra mim) a música é totalmente gutural, e seu rítimo que da vontade de pular em cima de qualquer um é impressionante, alem de ser meio pertubadora, aquele lance da sombriedade do álbum.
Wacth The World Burn é outra que tem um grande destaque no álbum, lembra bem alguma coisa do Shogun, além do refrão que gruda facil, o Trivium investiu bem em refrões nesse álbum.
Black começa com aquela parada tipica para respirar antes de começar a pular com a banda, até aqui o ouvinte já deve ter percebido que as músicas não possuem introdução, a introdução no geral é sempre o refrão da música, uma abordagem bem arriscada, mas que deu certo, a música no meio tem uma levada mais agressiva, principalmente pela parte de Nick Augusto.
A Skyline's Severance mesmo que comece lenta, mostra um peso absurdamente forte, mas os guturais soam meio exagerados nessa, depois temos uma passagem mais progressiva, e o peso retorna com força.
Esnare The Sun é uma outra passagem instrumental, provavelmente uma faixa completamente diferente de tudo que o Trivium já fez, começando principalmente pela passagem acústica.
Built To Fall é outro grande momento do álbum, mesmo com seu refrão comercial é uma excelente música, a letra é meio clichê, mas ainda assim muito interessante, eu voto nessa como a segunda melhor do álbum.
Caustic Are The Ties That Bind(Trivium e seus nomes gigantescos para músicas) lembra um pouco a música Shogun, pela sua passagem mais lenta, com uma atmosfera bastante envolvente, e um solo muito bom.
Forsaken Not The Dream é outra que tem passagens melodiosas, e com uma melodia bem cadenciada e grudenta, uma outra faixa marcante no álbum.
Drowning In Slow Motion é uma faixa que não dá pra digerir de primeira, acaba sooando como a mesma coisa, mas no fim mostra uma boa faixa, principalmente por conta dos seus riffs,mas o refrão acaba destoando um pouco do resto da música.
A Grey So Dark tem alguma coisa de metalcore perdida nela, aqui Matt investe mais no vocal limpo, um belo senso de equilibrio.
Em compensação, Chaos Reigns vem arregaçando tudo que se tem direito, uma música completamente agressiva, sem maiores detalhes.
O final chega com All This Yesterdays, facilmente chamada da balada do álbum, bastante envolvente, seguida dela vem a última instrumental do álbum: Leaving This World Behind, que nada mais é que uma versão instrumental de Dusk Dismantled.
As faixas bonus da vez são Shattering The Skies Above, lançada no EP Iron and Blood de God Of War 3, bastante fraquinha, refrão repetitivo de mais, e o cover de Sepultura - Slave New World, essa sim bem gravada!
Existe uma edição espcial com um DVD documentário, e com uma pequena apresentação em estúdio, bastante interessante para ver o quanto a banda melhorou em relação ao seu desempenho ao vivo, que antes era bem fraco.
Pois bem, encerro por aqui, até uma proxima e curtam os links:
Trivium - In Waves (2011)
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
Post 014 - Resenha de CD - Iron Maiden - The Final Frontier

Olá a todos os afficionados pela tecnologia! Hoje o post é completamente especial!!!
Estou falando do novo álbum do Iron Maiden : The Final Frontier! Que vazou ontem na net e que eu até agora não paro de ouvir!
Eu vou tentar não ser muito passional com o post, mas eu garanto que vai ser completamente difícil.
Sem mais delongas vamos ao que interessa, ao album!
Faixa 1: Satellite 15...The Final Frontier(Adrian Smith/Steve Harris)
Uma abertura completamente tribal toma conta, e uma atmosfera tensa se forma conforme o tempo passa e como surpresa temos Nicko com um pedal duplo!!! Em seguida, Bruce chega cantando com um tom meio suplicante e depois de um tempo a música para e entramos na segunda parte(olha o prog ai gente!!!) que é completamente diferente da abertura, podiam ter feito duas músicas separadas, vai entender a banda né? Em The Final Frontier temos um heavy metal mais direto e animado, típico das músicas de abertura dos britânicos, não chega aos pés dos clássicos como Wicker Man, Be Quick Or Be Dead ou Aces High, mas tem seu devido valor! E o solo dessa música é um dos melhores do álbum !E alem disso é a única com um refrão repetitivo, marca do álbum anterior A Matter Of Life And Death! Vale citar que essa música foi o primeiro video do álbum, cujo você poderá conferir no final desse post!
Faixa 2 : El Dorado(Adrian Smith/Steve Harris/Bruce Dickinson)
Quase que emendada diretamente com The Final Frontier, começa El Dorado, creio que todo mundo já deve ter pelo menos ouvido um pedaço dessa, mas vamos lá: Após a intro barulhenta temos um classico galope de Steve Harris, seguida por uma guitarra bem animada e bastante pesada, temos um Bruce mais falando do que cantando nos versos da música(vamos dar um desconto, o cara já está com seus 52 anos né?)e com um refão bem marcante e ai vemos o tom da voz subir, um solo bom.
Realmente foi um bom aperitivo para o álbum, não sei se foi por que eu ouvi de mais, mas achei que essa foi uma das medianas do álbum.
Faixa 3 : Mother of Mercy(Adrian Smith/Steve Harris)
Sem sacanagem! A abertura dessa música me lembrou a música do Guile!(ah mermão, procura que tu acha) e uma de Streets of Rage!(Não sei exatamente qual, mas me veio algo de streets na cabeça) Um violão bem light, mas não tão lento e depois de uns versos da música temos uma viagem pelos pensamentos de um soldado relutante de sua missão, aqueles dramas de guerra que o Maiden faz tão bem ! E temos aqui um refrão marcante, mesmo que a voz de Bruce soe um pouco forçada para se alcançar o tom, se essa música estivesse no A Matter ele poderia ter mais uma música marcante e quem sabe até ser um álbum melhor(sem desmerecer o álbum é claro!) o solo de Adrian(que pra variar continua esculachando nos solos e nas composições!) nos remete a álbuns como Killers e Piece of Mind, em minha opinião uma das melhores, se não a melhor do álbum!
Faixa 4 : Coming Home(Adrian Smith/Steve Harris/Bruce Dickinson)
Uma abertura mais cadenciada da início a unica "balada" do cd, temos aqui uma espécie de evolução de Out Of The Shadows do cd posterior, na letra temos claramente declarada a paixão de Bruce pela aviação, e um refrão que com certeza irá levantar isqueiros e celulares nos estádios pelo mundo, temos mais um solo animalesco de Smith que lembra bem os solos que ele fazia na década de 80, daqueles que nos faz fazer air guitars no meio da rua(calma que eu não cheguei a esse nível)
Faixa 5 : The Alchemist(Janick Gers/Steve Harris/Bruce Dickinson)
EPA! Que que isso?! Killers?! Powerslave?! É a pergunta que todo mundo irá se fazer quando ouvir a música pela primeira vez, isso é Iron 80 cara! Eu achei uma ótima faixa, mas que provavelmente vai ficar melhor ao vivo, curiosidades é que esse é o título de uma faixa da carreira solo de Bruce Dickinson, do album Chemical Wedding e que a banda não tem o costume de tocar essas faixas mais rápidas em shows, Murray e Gers dividem os solos, e temos um solo triplo, ótima faixa.
Faixa 6 : Isle of Avalon(Adrian Smith/Steve Harris)
É Seventh Son !!! Lembra bastante a Seventh Son, desde o groove da bateria a voz, depois da longa intro temos uma explosão clássica e passamos para alguma coisa meio AMOLAD, é um épico completamente bem construido e uma das mais marcantes do album, e no meio temos TOM SAWYER ?!?! Sim, baixou o Rush no Adrian e no Steve! Música exelente, uma fusão de Iron classico e atual bem refinada.
Faixa 7 : Starblind(Adrian Smith/Steve Harris/Bruce Dickinson)
A intro durante uns segundos lembra um pouco Lord of Light, mas não temos aqui uma coisa massiva como no album anterior como o ouvinte dessa faixa irá perceber assim que ela ficar mais agitada, temos nela um clima completamente envolvente e um ótimo refrão, a sensação é de estar em uma montanha russa pois os rítimos variam bastante durante a música, mas sinceramente achei os solos dessa música muito comuns, diferente dos demais desse álbum.
Faixa 8 : The Talisman(Janick Gers/Steve Harris)
Temos um violão bem igual ao de The Legacy(alias violão no Iron é marca registrada de Janick) e Bruce vem como se tivesse contando uma história, um pouco longa a intro é verdade mas quando ela acaba temos uma verdadeira porrada ao estilo Maiden de ser, já da pra imaginar o público pulando nessa música que nem louco! Um solo bem caraterístico de Janick abre caminho para uma viagem por notas e mais notas de puro Heavy Metal que só o Maiden sabe fazer e depois uma pequena frase que lembra Blood In World's Hands(alias há bastante referencias músicais ao X-Factor)
Faixa 9 : The Man Who Would Be King(Dave Murray/Steve Harris)
A única faixa que é composta por Dave tem sua marca desde a abertura, da para viajar bastante nessa intro que é bastante intensa e envolvente, depois temos uma crescida na música, bem 7th son e então embarcamos em uma das melhores do cd, com momentos incriveis e um refrão exelente, Bruce pode não alcançar os tons mais altos mas isso não compromete em nada a qualidade das músicas, e elas se saem muito bem mesmo em tons mais baixos, uma que DEVE estar nos shows daqui pra frente!
Faixa 10 : When The Wild Wind Blows(Steve Harris)
Eu devo admitir que esperei muito por essa faixa, e ela me decepcionou um pouco a primeira audição, mas depois de ouvir com bastante calma vi que ela realmente era tudo isso que falavam em reviews, com um som do vento temos uma melodia que remete um pouco a From The Greater Good Of God e com Bruce cantando junto com o rítimo da guitarra vamos sendo embalados em uma melodia triste e ao mesmo tempo refelxiva, a letra fala sobre os boatos do fim do mundo em 2012(pelo visto isso vai virar moda em albuns de metal)e um grupo de pessoas que conseguiu abrigo durante o apocalipse, realmente é um tema bem intenso... e a música é bastante caraterística de Steve, e no meio temos aquela parte mais cadenciada e que serve para o publico pular, apos os solos temos uma parte que lembra um pouco Look For The Truth do X-Factor, um riff bem caracerístico das composições de Harris, realmente, a música mesmo não sendo tudo que eu esperava, é um épico que merece figurar para sempre na história da banda, e com o som do vento o album acaba.
Parecer final:
Temos aqui um novo Maiden que conseguiu encontrar uma sonoridade nova e ao mesmo tempo com todas as caraterísticas que fizeram seu nome atráves dos anos.
Mas Douglas, o Iron não é a mesma coisa!
Claro que não, você queria que a banda vivesse pra sempre fazendo o mesmo tipo de som ? Os caras tem que evoluir sabia ?
Ah... O Iron nunca vai ser como antigamente, esses cds de agora são uma porcaria!
Esse tipo de reclamação já ta me dando nos nervos! Porra! Deixa a banda fazer o som dela, se é igual a antes, todo mundo reclama! Se muda continuam reclamando!! Se você não ta satisfeito, vai ouvir Lady Gaga cacete!!!!
E tenho dito!
Agora vamos ao que interessa a muitos! Clip e Download
Clip - The Final Frontier:
Clique nesta PORRA!
Download do album:
Lembre de comprar a porra do original ouviu seu lazarento?!?!
É só isso, fico por aqui! Até a proxima!
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Resenha de Cd - The Night That Will Not Die

Como todos já bem estão carecas de saber, Blaze Bayley saiu do Iron e blá blá mas o que muitos não sabem, é que a carreira solo dele é maravilhosa, até mesmo os criticos ferrenhos da sua época no Maiden admitem que ele hoje faz um exelente trabalho.
Mas mesmo com o trabalho exelente que ele faz na sua carreira solo, Blaze ainda passou por dificuldades, e empecilhos causados provavelmente por fãs xiitas da donzela, que fizeram diversas sacanagens com ele entre 2004 e 2007, como Oliver Palotai que hoje está no Kamelot, que roubou composições de Blaze e o deixou sem nenhum material para apresentar, e então a carreira de Blaze cada vez mais sumia no horizonte.
Mas como é sua marca registrada, Blaze deu a volta por cima e decidiu fazer seu próprio selo de gravações, e então lançou o incrível The Man Who Would Not Die um dos melhores álbuns de 2008.
Porém, no começo de 2009 a esposa de Blaze, Debbie sofreu um derrame e ficou em coma, falecendo um pouco depois, Debbie além de esposa era gerente de turnê de Blaze, e foi uma das grandes responsáveis por ele ter se reerguido.
Mesmo com todos esses problemas, e o calote que tomou de um agente Brasileiro, adiando sua turnê por aqui Blaze continuou a lutar e lutar e lançou seu novo DVD/CD ao vivo e é dele que vamos falar agora.
The Night That Will Not Die é uma aula de metal, de perseverança e de superação absoluta, já comprovada com a explosiva abertura com The Man Who Would Not Die e seguindo a ordem do último álbum de estúdio temos as matadoras Blackmailer e Smile Back At Death, e desde então vemos um Blaze empolgado e bem mais seguro de si do que na sua época do Maiden.
Alive, Identity e Kill And Destroy ganham ótimas versões, e Ghost In The Machine volta a encorporar o set list depois da ausencia no lastimável DVD Alive In Poland e lembrando sua época no Maiden, temos Futureal e Lord Of The Flies executadas com maestria, acompanhadas dos clássicos da carreira solo de Blaze, The Launch e Leap of Faith, fechando o cd 1.
O cd 1 abre com Edge of Darkness, uma música pouco executada ao vivo na época da donzela, mas que nessa versão de Blaze ficou completamente animal, e em seguida temos a frenética Crack In The System, que eu acho uma das melhores desse album.
A banda formada por Jay Walsh(G) Nicko Bermudes(G) Lawrence Paterson(D) e Dave Bermudes(B) é afiadissima e não deixa a desejar, apesar de uns erros o uso de guitarras de 7 cordas deu uma nova roupagem para as musicas.
O membro de maior destaque é sem dúvida Dave Bermudes, a sua pegada no baixo é potente e marcante, e isso se mostra evidente nas músicas seguintes Voices From The Past, Stare at The Sun e Born as Stranger, e um dos outros destaques do álbum vai para Man on The Edge, que ganhou uma versão mais rápida do que a executada pelo Maiden, e depois fechando o álbum temos While You're Gone, que é dedicada a esposa de Blaze e Robot, essa última eu não gosto nem um pouco, mas ela é preferida do povo, então fazer o que né?
No DVD ainda temos os extras como uma entrevista com a banda sobre a produção do DVD, uma gravação da tour pelo Brasil, e uma música extra Endless Sleep, dedicada novamente a Debbie relatando explicitamente o tormento que Blaze passou enquanto sua esposa estava em coma.
A produção do álbum é incrível todos os instrumentos são ouvidos claramente, e o som está perfeito, já o DVD é mediano pelo fato de contar apenas com 3 ou 4 cameras e ter o show basicamente todo filmado de longe, dando a impressão de que é um show amador, mas os extras do DVD e o set list do mesmo fazem com que esses pequenos erros sejam esquecidos.
É sem sombra de dúvida uma grande pedida para qualquer fã de heavy metal em geral, e principalmente para quem ainda tem aquele preconceito estúpido para com Blaze, ouça e não se arrependa!
Especifícações técnicas:
Blaze Bayley - The Night That Will Not Die - Blaze Bayley Recordings 2009
Formação:
Blaze Bayley - Vocal
Nico Bermudes - Guitarra
Jay Walsh - Guitarra
Dave Bermudes - Baixo
Lawrence Patterson - Bateria
Tracklisting:
CD 1
01. The Man Who Would Not Die
02. Blackmailer
03. Smile Back At Death
04. Alive
05. Identity
06. Kill & Destroy
07. Ghost In The Machine
08. Ten Seconds
09. Futureal
10. The Launch
11. Lord Of Flies
12. Leap Of Faith
ㅤ
CD 2
01. Edge Of Darkness
02. Crack In The System
03. Voices From The Past
04. Stare At The Sun
05. Born As A Stranger
06. Man On The Edge
07. While You Were Gone
08. Samurai
09. Robot
Videos :
Endless Sleep(exclusiva do DVD)
A Crack In The System:
Man On The Edge:
Download do álbum:
Clique nesta porra e nesta porra também
Senha para os arquivos: http://farra.clickforuns.net
Douglas Carriço
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Post 009 - Resenha de CD - Trivium - Shogun

O Trivium apareceu na minha vida em um momento de tédio extremo, onde todos os cds do meu finado pc já estavam mais que saturados, e de tanto ouvir falar da banda resolvi baixar para ver qual é.
Quando ouvi algumas coisas no youtube, pensei se tratar de mais umas das bandas de metalcore, ou de uma espécie de emo com som mais pesado. E ao ouvir mais a fundo fiquei passado com a qualidade do som da banda, misturando Iron e Metallica com sua própria identidade.
E coincidentemente, quando comecei a ouvir a banda - com o empurrão com o cd de covers ao Iron - Maiden Heaven onde eles tocam a música Iron Maiden - estava para sair o novo álbum da mesma - Shogun e depois do primeiro single Down From The Sky, eu fiquei deveras empolgado para ouvir todo o trabalho do grupo norte americano.
E como todo bom internauta fã de metal, quando o cd vazou algumas semanas antes do lançamento oficial, vi que a espera valeu apena.
O quarteto formado por Matt K. Heafy( Vocais e guitarra) Corey Beaulieu (Guitarras e Backing Vocals) Paollo Gergoletto(Baixo e Backing vocals) e Travis Smith (Bateria), chega botando pra quebrar com Kirisute Gomen, que abre com uma levada lenta e explode em um thrash metal de qualidade, e desde já é notável a evolução vocal de Matt, que alterna entre os vocais guturais e limpos com uma facilidade incrível, e a batera absolutamente avassaladora de Travis.
Depois temos a incrível Torn Between Scylla e Charbids, com um refrão absoluatamente grudento e frases de guitarra marcantes, a música muda de rítimo sem deixar de ser empolgante, e com direito a um solo marcante do baixo de Paolo, bem ao estilo Metallica de ser com efeitos de pedaleira.
Em seguida entra o primeiro single Down From The Sky, nele vemos que o Trivium consegue mesclar melodia e peso de uma forma que poucas bandas conseguem, a música tem levadas incríveis e vocais marcantes, com um refrão de facil assimilação.
Em seguida temos a grandiosa Into The Mouth Of Hell We March, a influencia mór da NWOBHM na banda, com guitarras duplas, refrões em coro e solos completamente ao estilo Iron Maiden de ser, em minha opinião uma das músicas que deve figurar como clássico da banda.
Throes Of Perdition, o segundo single da banda, continua com o exelente padrão do álbum, ainda no estilo maiden de ser, temos vocais e solos grandiosos, também um dos pontos fortes do album com mais um refrão grudento.
Passando da influencia de Iron para Metallica, temos a incrivel porrada Insurrection narrando a história de um ex comandado dos deuses que sobe aos céus para obter vingança(alguem falou em God of War ai ?), essa não vai te deixar parado nenhum segundo, uma porrada na orelha e um convite a um belo torcicolo.
The Calamity é a percursora de uma certa quedinha no álbum, a música em si não é ruim, mas seu refrão é meio esquisto e enjoado, mas as frases de guitarra são boas.
He Who Spawened The Furies em minha visão é a segunda mais fraca do álbum, contando de bom apenas com os vocais de Matt, que detona nos guturais da música, mas a união de ritimos de vocal e guitarra não combinou nem um pouco.
Of Prometheus and The Cruxifix é sem sombra de duvida a mais sem sal do álbum, muito melódica para os padrões do Trivium, achei a mais distante de tudo que a banda ja fez.
Mas para compensar essa triade de queda, temos a incrível porrada Like Calisto To a Star In Heaven(porque o Trivium gosta tanto de nomes grandes para as músicas hein ?) com um pouco de groove e um peso sem igual, a música figura entre as mais fodas do álbum, com o gutural de Matt botando para quebrar geral.
E para finalizar o álbum, temos a épica Shogun e seus 11 minutos, a música tem refrões incriveis, e Matt varia um pouco e mostra seus vocais mais limpos na parte lenta, Shogun consegue prender o ouvinte sem que ele se de conta que os 11 minutos passaram, apesar de contar com refrões que repetem com uma certa frequencia, coisa não muito comum em músicas longas.
E na edição especial do álbum temos 3 faixas bonus : Poison The Knife And Noose, Upon The Shores e Iron Maiden, as duas primeiras são boas músicas, mas boas como bonus, enquanto que o cover que integra o cd Maiden Heaven, é excelente.
E ainda há uma versão em DVD que possui um documentário sobre o making of do álbum e uma video aula para guitarra e baixo de todas as músicas do álbum.
Shogun é sem sombra de dúvida, ao lado de Death Magnetic e The Man Who Would Not Die um dos melhores álbuns de 2008, se você não ouviu corra e pegue o seu porque vale cada minuto e garanto que você irá se tornar um fã da banda também.
Especificações técnicas:
Trivium - Shogun
Roadrunner Records - 2009
Formação:
Matt Heafy - Vocais e guitarras
Corey Beaulieu - Guitarra
Paolo Gregolleto - Baixo e backing vocals
Travis Smith - Bateria
Produção
Nick Raskulinecz - Produtor
Colin Richardson - Mixagem
Track List
1 Kiriuste Gomen
2 Torn Between Scyla and Charbids
3 Down From The Sky
4 Into The Mouth Of Hell We March
5 Throes Of Perdition
6 Insurrection
7 The Calamity
8 He Who Spawned The Furies
9 Of Prometheus And The Cruxifix
10 Like Calisto to a Star In Heaven
11 Shogun
------------Bonus Tracks---------------
12 Poison The Knife Or The Noose
13 Upon The Shores
14 Iron Maiden
----------Videos---------------------
Down From The Sky:
Throes of Perdition:
Download do album:
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sábado, 15 de agosto de 2009
Post 006 - Resenha de Cd - The X Factor - Iron Maiden
Bem, se eu escrevo sobre música nesse blog, a culpa é em 100% do Iron Maiden, a banda que me fez me tornar um fã assiduo de metal.Porém meu gosto é deveras estranho, apesar de ser fã da formação clássica da banda também, sou fã em grande proporção da era "negra" da banda que durou de 1994 até 1998 e é sobre o percursor dessa época que irei falar hoje.
Como todo mundo tá careca de saber, Bruce Dickinson saiu do Iron Maiden por razões pessoais e assim começou a eleição e boatos sobre vocalistas e mais vocalistas para assumir o posto na banda mais respeitada do metal.
Mas para surpresa de muitos, foi o ingles Alexander Bayley Cook, conhecido mundialmente como Blaze Bayley que assumiu o posto de vocalista, Bayley havia excursionado com a banda durante a turnê do No Prayer For The Dying em 1990 com sua banda Wolfsbane que tinha um conhecimento médio no circuito ingles.
Assim sendo, muitos ficaram apreensivos, afinal Blaze não era conhecido por cantar as músicas no mesmo tom que seu antecessor, mas os fãs ficaram na espectativa para ver como o álbum iria vir.
E foi em outubro de 1995 que a prova de fogo foi lançada, The X Factor chegou como um soco na cara de muita gente, afinal as mudanças não foram só por conta do vocalista, a banda adotava um visual mais negro e sombrio, desde as fotos de divulgação ao desing do álbum.
O álbum abre com a sombria Sign Of The Cross, um épico de 10 minutos de duração, tensa e intensa, a música tinha poucas frases vocais, mas a performance de Blaze caiu perfeitamente para essa música, que mesmo depois de sua saida da banda, continuou sendo executada com maestria.
A sonoridade do álbum reflete bem a época que os componentes e em especial o big boss Steve Harris, que acabara de se separar de sua esposa, e estava a beira de encerrar as atividades da banda, e vemos isso mesmo em Lord Of The Flies, que é uma música com uma temática animada, mas que na sonoridade do álbum ficou meio como posso dizer, tensa.
O primeiro single da banda, Man on The Edge ficou em 10 º lugar nas paradas inglesas é sem dúvida uma das melhores do álbum misturando elementos do Iron antigo, com o já citado clima sombrio do álbum.
Fortunes of War, é um petardo que mesmo com a influencia progressiva que mais tarde se tornaria uma marca da banda, é uma música empolgante apesar é claro de trazer uma reflexão forte sobre a guerra.
Look For The Truth é em minha opinião a mais fraca do álbum, apesar de possuir um instrumental interessante e uma letra sobre medos internos bem explorada, se torna massante por conta dos exagerados "OOOOs" de Blaze durante toda a música.
Mas para compensar temos The Aftermath, mais uma que está fazendo falta no set da banda(apesar de eu achar que essa música não iria se encaixar com a voz de Bruce, mas..)com a reflexão de uma pessoa que lutou em uma guerra sem saber o porque de estar lutando, a música cresce de ritimo levando o ouvinte uma sensação de dúvida e revolta ao mesmo tempo.
Jugdement Of Heaven possui uma letra um tanto quanto pesada, e auto questionadora, mas que perde seu brilho pelo ritimo alegre da música, que não encaixou tanto com a letra quanto com o álbum, uma pena , se essa música tivesse essa letra com um clima mais pesado, seria uma exelente música.
Blood on The World's Hands é um dos pontos altos do álbum, e uma letra bastante inspirada retratando o caos em que o mundo está caindo, e que não temos para onde correr, e sua melodia bastante pertubadora e incerta da mais enfase a letra
The Edge of Darkness é uma música que leva as cavalgadas características da banda, que infelizmente não foi bem entendida pelos fãs, e sua letra completamente copiada do filme Apocalypse Now que ao invés de possuir frases baseadas no filme, leva as proprias falas do mesmo! Um ato meio que desinspirado apesar das frases se encaixarem perfeitamente com a música.
Temos em seguida a "balada" 2.A.M, eu particularmente gosto bastante da música, gosto da ideia de questionamento que ela passa, mas os fãs não apreciam tanto apesar de ser uma boa música.
O álbum fecha com a mediana The Unbeliver, que como propõe o titulo, fala de uma pessoa que foge de tudo desacreditada com a vida, a letra é boa, as frases de baixo também, mas a música em si não agradou tanto aos fãs, ja eu até gosto um pouco.
Porém ela poderia facilmente ser subistuida pelos b-sides do álbum, I Live My Way, Justice of Peace e Judgment Day, que em sua essencia são músicas rápidas e com grandes marcos da banda antigamente, vai entender esse Steve Harris né?
Na época, o X-Factor foi criticado e apedrejado por muitos, mas muitos depois de ouvir o álbum com muito mais calma, viram o quão bem produzido e bem composto ele era, o próprio big boss diz que ao lado de Seventh Son e The Number, X- Factor é o álbum que ele mais gostou de ter feito.
Se você ainda tem dúvidas, ou preconceito com Blaze, de uma ouvidinha com mais calma, deitado no seu quarto e viajando nas letras, garanto que você não irá se arrepender.
The X- Factor - EMI records 1 de outubro de 1995
Formação
Blaze Bayley - Vocal
Dave Murray - Guitarra
Janick Gers - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Nico Mc'Brain - Bateria
Produção - Steve Harris e Nigel Green.
Track List:
1- Sign Of The Cross
2- Lord Of The Flies
3- Man On The Edge
4- Fortunes Of War
5- Look For The Truth
6- The Aftermath
7- Judgement Of Heaven
8 - Blood On The Worlds Hands
9- The Edge Of Darkness
10- 2 A.M
11 - The Unbeliver
Nota do redator 8,0
Videos: (nota: Man on The Edge possui duas versões diferentes e uma extra apresentada no DVD Visions of The Beast)
Versão Original :
Versão alternativa:
Lord Of Flies
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Post 004 - Resenha de CD - Death Magnetic - Metallica

Antes de falar desse álbum, temos que dar um pulo no passado, mais exatamente em 2003.
O Metallica não ia bem das pernas, depois do escandalo do Napster, muitos fãs ficaram decepcionados com a banda, que já não vinham fazendo bons discos desde o black album, e a esperança seria o novo disco da banda que seria lançado no ano em questão.
O resultado todos sabem, St Anger foi um fiasco incrível, o álbum mais odiado de todos os tempos, e a banda desapareceu do mapa.
Pois é, passaram-se 5 anos desde então, e o Metallica vinha causando furor tocando novas músicas ainda sem título nos seus shows, deixando os fãs em extrema apreensão.
Em 2008 foi anunciado que o Metallica estava trabalhando em um novo álbum, e o processo de gravação poderia ser acompanhado por um site especial com videos e diarios de gravações exclusivas. Mais uma vez o marketing fazendo presença.
E letra por letra foi anunciado o nome do álbum : Death Magnetic! Não muito inspirador nem de tanto impacto, para os mais radicais o Death do álbum poderia significar a morte definitiva do Metallica.
Em paralelo a isso, uma música do novo álbum é tocada ao vivo - Cyanide, a música mesmo que ainda boa, lembrava um pouco a era load/reload do Metallica, o cu dos fans manda um tchau!
E passado o tempo vaza uma música do cd e ai as esperanças ressurgem dando uma bica no peito dos críticos que falaram que o Metallica estava morto, My Apocalypse destruiu a dúvida dos fãs sobre o álbum.
Assim vem o primeiro videoclip do novo cd, The Day That Never Comes, em sua essencia tanto o clip quanto a música lembravam One, o Metallica mostra que realmente estava disposto a voltar aos tempos aúreos.
Porém o mais engraçado, todos estavam preparados para ter que esperar até o lançamento do álbum para poder adiquiri-lo, tanto pela net quanto o original, mas foi na França que o inesperado aconteceu, uma loja confundiu o protocolo, e colocou o cd para venda antes da hora, para os fãs franceceses foi uma maravilha, e o cd vendeu que nem água no deserto, e com isso versões dele para net começaram a vazar.
Muitos cairam de rir com isso, afinal para uma banda como o Metallica ter suas músicas vazadas ilegalmente depois do caso napster é risivel.
E depois disso tudo o que fazer? Colocar o cd e ouvir! E ao começo da primeira faixa a batida de corações indica que a ansia de meses estava por terminar, quando os primeiros de That Was Just Your Life começam, sabemos diante do que estamos: Do renascimento definitivo do Metallica! A música tem um ritimo rápido, exelente para uma abertura de cd!
Em seguida a porrada continua com The End Of The Line, mesmo lembrando um pouco blackened em suas frases de baixo, vemos que cada vez mais a espera valeu apena, The End Of The Line é uma música de facil assimilação e que com certeza vai se tornar parte fixa do repertório da banda em shows.
Em seguida temos a fenomenal e pegajosa Broken Beated And Scarred com sua letra animadora, seu refrão gruda na mente de imediato e seu ritimo meio groove ja traz a mente a cena de milhares de pessoas pulando ao ritimo dela.
E depois temos The Day That Never Comes, com um apelo comercial é verdade, mas como já citado uma música ótima e com certeza é uma das que mais lembram o Metallica de antigamente.
All Nightmare Long é a segunda música mais porrada do álbum, é Metallica brincando de ser Slayer um pouco, com riffs absurdamente empolgantes e viradas intricadas.
Cyanide, se ao vivo parecia meio estranha, em estúdio mostrou muito interessante, com um ritimo completamente empolgante e mais um refrão grudento e com o baixo potente de Robert Trujillo marcando presença.
E temos a maior forçada de barra com relação ao passado, The Unfrogriven III tem um clima até parecido com a primeira versão da música, mas infelizmente não chega aos pés da primeira ou da segunda versão, não é uma música ruim se não se chamasse Unfrogiven III, seria uma das mais marcantes do álbum, afinal o bardo Unfrogiven é muito pesado e que não foi devidamente carregado por essa música.
E continuando com o peso marcante, temos a possante Judas Kiss e o seu outro refrão marcante e empolgante, mas pessoalmente falando, não curti tanto a música.
Suicide And Redeption, a instrumental faz mais uma alusão ao Metallica de antes, afinal era praxe nos primeiros álbuns da banda ter sempre uma música instrumental, mas essa não está nem aos pés da antigas, achei meio popzinha e sem sal.
Mas depois desse desanimo, temos a ja antes ouvida My Apocalypse, meu! ISSO É METALLICA!!!!! Isso em um show com certeza gera uma roda de mosh absoluta! É o Metallica gritando pro mundo que está mais vivo do que nunca!
Para mim, Death Magnetic foi o melhor álbum do ano de 2008, e com certeza é um dos álbuns mais inspiradores do metal!
Corra e agarre o seu, por download ou não !
Especificações do álbum.
Metallica - Death Magnetic, Warner Bros Records , 10 de setembro de 2008
Membros
James Hetfield - Guitarra/Vocal
Kirk Hammet - Guitarra
Robert Trujillo - Baixo
Lars Ulrich - Bateria
Produção - Rick Rubin
Track list:
1- That Was Just Your Life
2- The End Of The Line
3- Broken Beated And Scarred
4- The Day That Never Comes
5- All Nightmare Long
6- Cyanide
7- The Unfrogiven III
8- The Judas Kiss
9- Suicide And Redemption
10 - My Apocalypse
Avaliação do redator - 10.0
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Post 002 - Resenha de CD - Metalhog - Megadriver(2008)

Bem, acho que estão todos ja familiarizados com a banda, mas não custa apresentar novamente.
O Megadriver é uma banda brasileira que tem como proposta transformar grandes clássicos da game music em heavy metal.
Idealizado por Nino, antes era só ele que fazia tudo, a pouco tempo ele arrumou uma banda para poder fazer shows com mais frequencia.
Depois de vários albuns com temas variados e alguns exclusivos, chegou o álbum que todo fã da banda estava esperando, um álbum só com músicas de Sonic the Headhog.
O suspense tomou conta na comunidade da banda, muitos pedidos não pararam de vir e cada vez mais a ansiedade pelo álbum consumia o povo, até que enfim em setembro o álbum foi liberado.
Se tem algo que o megadriver é capaz de despertar nas pessoas, é a vontade de jogar jogos antigos ao ouvir suas músicas, e comigo obviamente não foi diferente, ao ouvir aquele "Seeeegaaaa" tive que pegar meu emulador de Mega Drive e jogar Sonic.
Sua infancia haverá de vir a tona ouvindo o álbum na integra, desde a intro com o clássico slogan da Sega, até a última música do álbum, a sensação que temos é de estarmos novamente com controle de Mega Drive em mãos.
Green Hill zone lhe faz se sentir com seus 8 - 9 anos novamente, e o peso da música lhe deixará perplexo e admirado, Emerald Hill mistura peso e alegria em uma mistura fina, mas a agitação vem com Chemical Plant zone, a música que ja no Mega Drive era rápida e empolgante, com guitarras distorcidas e o caracteristico bumbo duplo da banda faz pensar que estamos diante de uma banda de black metal tocando a música, Marble Zone é devidamente executada ao estilo da banda.
Ja com Casino Night zone, eu até esperava mais peso, ficou muito parecida com a orginal, apesar dos solos inclusos, mas um dos grandes destaques do álbum vai para a música da Scrap Brain zone(SMS) que é a versão de Master System, e que é de longe a música mais perfeita que eu ja vi o Megadriver tocando(e eu que fiquei pentelhando na comunidade para colocarem essa música heheh)o clima soturno e ao mesmo tempo frenético da música não sai da cabeça de quem ouve(e ela não sai do meu celular desde que o cd foi lançado ou seja, quase um ano depois).
Ice Cap e Metalopolis mantem o padrão do álbum, e depois disso temos live and Learn de Sonic adventure, que foi usada em um concurso da banda para escolher um vocalista, eu tentei participar, mas não consegui que nada fosse gravado =\.
O álbum fecha com a exelente Metalhog, que é uma fusão dos temas do último boss de sonic 1 com o tema de boss de sonic 2, o peso das guitarras conseguiu deixar as músicas com um clima de batalha bastante tensa, sendo que Sonic 1 possuia umas músicas meio doom se você for prestar bem atenção, e o destaque vai para a parte da música tema de boss de sonic 2, que perdeu o tom comico que antes possuira e agora ficou uma espécie de marcha de guerra, ficou ótimo.
Resumindo, Metalhog é O álbum para quem aprecia game music, e para quem ouve metal, até mesmo aqueles não aficcionados com game music, mas que apreciam um bom metal, deveriam dar uma olhada no álbum!
Megadriver - Metalhog (Lançamento: Setembro de 2008)
Banda:
Nino Megadriver : Guitarra
Ricardo: Guitarra
Rubens: Baixo
Jeff: Bateria
Track List:
1-Intro
2-Greenhill Zone
3-Emerald Hill
4-Chemical Plant
5-Marble Zone
6-Flying Battery
7-Casino Night
8-Starlight
9-Scrap Brain(Master System)
10-Scrap Brain(Mega Drive)
11-Metalopolis(Metropolis)
12-Ice Cap
13-Live And Learn
14-Metalhog
15-Mystic Cave(Bonus Track) <-Conseguida graças a pentelhação do povo na comunidade ! xD
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