segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Arquivo 027 - Sonic Generations

Salve salve pessoas! Sumi por um mes, mas foi por conta de falta de inspiração e de alguns outros problemas, mas cá estou de volta e agora falando sobre um jogo muito bom que peguei esses dias por ai.

Estou falando de Sonic Generations, pode parecer estranho um cara de 25 anos falando que joga Sonic, mas foda-se! E o monte de gente que ouve Rihanna, ou assiste desenhos da Disney ? Então sem criticas!

Sonic foi sem dúvida o primeiro jogo da minha infancia, foi lá que tudo começou, ah saudades do Sonic de Master System e as infindáveis tardes que eu passava jogando aquilo.

Pois bem, o ouriço está completando 20 anos, e já não vinha muito bem das pernas não, seus ultimos jogos não foram muito bem succedidos, como o Sonic 4 que prometeu ser a volta ao estilo antigo e acabou foi é caindo no esquecimento.

Pois bem a premissa básica de Sonic Generations como o nome mesmo já diz, é pegar o melhor de todas as gerações pelas quais o ouriço passou, com excessão incrivelmente da geração 8 bits, que foi a qual eu passei mais tempo e para mim foi absurdamente marcante, tudo que é relativo a geração 8 bits foi esquecido, fases, citações, músicas, nada dessa época é citado no game(ou talvez exista alguma música da geração 8 bits lá, eu ainda não habilitei tudo, mais abaixo vocês vão entender do que eu falo)

O Sonic "moderno" relembrando seus tempos em Green Hill
E então o básico,e propaganda mór do game é jogar com os "dois" Sonics: O gordinho da época 8/16 bits e o alto falante e radical da geração 128 pra frente, e cada um tem a jogabilidade semelhante aos seus games de origem, ou seja, você vai jogar as fases clássicas como Green Hill ao estilo clássico e ao estilo alucinante dos 128, com seus loops com diversos angulos de camera.

Mas não pense que o game é apenas um "best of" pois ele tem enredo, e nisso temos que admitir que é tão bom quanto muito enredo por ai.

Aviso: Segue um spoiler em massa, se quiser continuar lendo, saiba que boa parte do enredo do jogo será dito aqui, e até mesmo algumas surpresas estragadas, portanto, fica por conta e risco do leitor!

O game começa como se fosse um jogo normal de Sonic, você está lá com o Sonic clássico, correndo por Green Hill e tudo mais quando ao final da fase, que alias manteve tudo do clássico, os postes de checkpoint, a plaquinha no final, que passa da foto de Robotinik/Eggman pra foto de Sonic, até pisca e tudo mais.

Porém ao final da fase, o pequeno Sonic passa correndo quando ouve um barulho e uma criatura passa voando por ele, vale ressaltar que esse Sonic não fala, apenas se expressando por gestos, uma referencia ao fato dos jogos clássicos não possuirem dialogos, sendo expressados por gestos.

E então a cena muda para o Sonic do presente, onde estão todos fazendo uma festa de aniversário para Sonic(afinal são 20 anos né ? O aniversário é comemorado no game) quando a mesma criatura que passou pelo Sonic do passado(esse lance de Sonic do passado e Sonic do presente é foda, mó paradoxo pra ficar citando aqui) chega e sequestra os amigos do Sonic do presente, alias muitos bem desconhecidos para quem não acompanhou mais a saga depois do Mega Drive, curioso citar e eu só notei agora, que o gato Big de Sonic Adventure não se encontra presente, ainda bem, personagem tosco! hahah

E então Sonic vai atrás do pessoal e passa por Green Hill, como foi visto lá na foto acima e então ele resgata Tails,obviamente.

E o jogo segue sua linha.

O mundo está sem cores e a cada fase que você passa cada area como essa ficará colorida, em ordem de colorir toda area, você deverá cumprir umas pequenas missões
Cada portal desse que está na foto é uma missão diferente, especfica pra cada fase, as unicas que se repetem são missões de corrida, onde você corre contra uma cópia sua, bem ao estilo Sonic R do Saturn, e cada missão completa lhe dá uma música de outro jogo do Sonic ou um artwork contendo esboços do game, esses itens podem ser obtidos também atráves das Red Rings espalhadas pelos cenários, um sistema que prende, bem interessante porém rotineiro.

As fases são divididas em eras, 16, 128 e 360 bits, cada uma com 3 fases sempre representando um jogo da era.

A era 16 bits conta com Green Hill(Sonic 1) Chemical Plant(Sonic 2) e Sky Sanctuary(Sonic  & Knucles)
Se a Chemical Plant já era rápida no clássico, imagine agora!








Cada fase como já citado possui dois "acts" a primeira sempre referente ao Sonic do passado, e a segunda ao Sonic do presente com suas respectivas jogabilidades.

Vale citar que o Sonic team queria deixar tudo tão proximo aos originais, que até os problemas de controle do Mega onde Sonic travava antes de pular e alguns bugs de teletransporte e travas estão presentes, eu ouvi que a fase Crisis City oriunda de Sonic The Headhog(Xbox 360, ps3) era cheia de bugs, e aqui também onde Sonic trava em um looping.

A cada era finalizada, você tem que pegar uma boss Key para abrir um portão para lutar contra o chefe, para isso basta passar por uma das missões que eu citei lá em cima.

Assim como as fases, os chefes são divididos por eras logo, na primeira "era" temos um chefe clássico. 

Quem teve um Mega Drive com certeza lembra desse!






















O clássico chefão final de Sonic 2 de Mega Drive faz sua presença, acompanhado de sua apocaliptica música, o que gera uma sensação incrivel de nostalgia.

A história segue, e então ambos Sonics e Tails se encontram:
O engraçado é que o Tails do passado fala, enquanto Sonic não... não entendi qual foi a da Sega nessa, mas tudo bem, defeito minimo.

Dai pra frente restam mais 6 fases(8 se você for contar as missões, você pode completar apenas uma para poder ir ao chefe) são essas: Speed Highway(Sonic Adventure) City Escape(Sonic Adventure 2) Seaside Hill(Sonic Heroes) e seu chefe, Perfect Chaos referentes aos 128 bits, Crisis City(Sonic The Headhog) Rooftop Run(Sonic Unleashed) e Planet Wisp(Sonic Colours) e seu chefe, Egg Dragoon(Sonic Unleashed) referentes a era 360 bits.


 

Assim como foi engraçado ver o Sonic atual correndo em Green Hill, foi engraçado ver o Sonic velho transformando fases de pura velocidade como City Escape em fases de plataforma, mas o que é engraçado é que Sonic Generations trás o sistema 2.5D em boa parte das fases, tanto usando o Sonic clássico quanto o moderno, as mudanças são mais perceptivas com o Sonic clássico, como na foto acima onde Sonic Corre pela fase Crisis City de Sonic The Headhog Next-Gen(Uma das mais chatas do game, em termos de dificuldade)

Ah, esqueci de citar sobre os Sub-chefes, cada era tem o seu, e eles são necessários para se conseguir as esmeraldas, e então se transformar em super sayajins ops! Super Sonic! Os Sub-Chefes sempre serão em fases de corridas e são eles também representando eras: Metal Sonic para os 16 bits, o único enfrentado pelo Sonic clássico, Shadow para era 128, e Silver(de Sonic Next Gen) para os 360



Esses desafios são ao estilo de Sonic Advance 2, onde você enfrenta o chefe sem parar de correr um minuto sequer, e sempre com batalhas bastante difíceis!

Depois de vencer todas as fases, chefes e sub-chefes você estará com as 7 esmeraldas do caos, e irá enfrentar o monstro que criou toda a confusão.

Eu pensei, principalmente que Robotink(Eggman é o meu ovo, com o perdão do trocadilho) ia ser salvo como em Sonic Heroes, em um dos enredos mais surpreendentes que eu já vi, mas a surpresa é que a criatura era Robotnik, ou melhor: Os Robotniks

Sim! O Robotnik clássico com seu imenso barrigão está de volta! Acho que esse visual combina mais com ele mesmo!

Mas o mais engraçado é esse dialogo:

Tails classico chama Robotinik pelo nome clássico, mas o mesmo retruca:

Dizendo que ninguem mais o chama por esse nome, agora cabe aqui uma pergunta: Porque não o chamam mais assim? Se não me engano, Eggman era a versão japonesa do nome dele, ai decidiram deixar só essa versão pra ele, vai entender né? Mas a sacada foi genial.

Eggman do presente explica que encontrou a criatura depois da última derrota que teve e usou a habilidade dela de viajar pelo tempo e espaço para desfazer as antigas derrotas que ele teve, e que para ajuda-lo a dominar a criatura ele precisaria de alguem tão inteligente quanto ele, ou seja: Ele mesmo!

Os Sonics então são derrubados, mas todos os amigos deles, e até alguns sub-chefes, como Shadow e Silver pagam de cavaleiros do zodiaco e animam os Sonics, e então ambos se transformam em super Sonic e vencem a criatura.

Todos voltam para o tempo normal enquanto os Eggmans ficam presos no limbo com uma variação muito boa de final(e foi o melhor final que eu vi nos últimos tempos, bem divertido)onde eles meio que se arrependem, será?


O parecer sobre o game é: Um total respeito com a infância dos fãs, tudo de bom que a série teve foi misturado aqui, todos os pontos positivos dos games foram aproveitados, tirando um bug aqui ou ali... E a ausência de qualquer referência aos 8 bits(pelo menos até o fechamento desse post) cujos defeitos são absurdamente mínimos, para os fãs de Sonic, esse game é um prato cheio de nostalgia e diversão e desafio na medida, terminar as fases regularmente demora bem pouco tempo, uns 2 dias no máximo, completar todos os desafios requer um pouco mais de tempo.

Parece que no final das contas a Sega acertou na mosca! 

Vamos ao que interessa pra você que veio parar aqui por conta do google: Download

Requisitos mínimos
OS: Microsoft Windows 7/Vista/XP
Processor: Intel Pentium Dual-Core T4200 (2x2.0GHz) or AMD equivalent
Memory: 2GB RAM (XP)/3GB RAM (Windows 7 / Vista)
Graphics: NVIDIA GeForce 8800 (512MB) / ATI Radeon HD 2900 (512MB)
DirectX®:
Hard Drive: 11 GB free hard drive space

Requisitos recomendados
OS: Microsoft Windows 7
Processor: Intel Core i5 @ 2.66 GHz / AMD Phenom II X4 @ 3.0 GHz
Memory: 3GB RAM
Graphics: NVIDIA GeForce GTX 460 (1GB) / ATI Radeon HD 5850 (1GB)
DirectX®:
Hard Drive: 11 GB free hard drive space

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Pega os links e copia com o JDownloader, vai ser rapidinho! (se sua net não for de 600kbps ou discada)
 
 
Vejo vocês na próxima! 




terça-feira, 11 de outubro de 2011

Aqruivo 026 - Dystopia (Iced Earth)


Ah nóis ai de novo galera que curti um rock pesado du mal!

Esse ano tá ficando cada vez mais fuderoso no que dizrespeito a álbuns, já tivemos o In Waves, que citei no penúltimo post, o Unto The Locust do Machine Head e derivados.

Mas minha grande anciedade foi por esse álbum que vou falar hoje, Dystopia do Iced Earth, que sem dúvida é minha segunda banda predileta.

Antes de começar o Track-By-Track clássico do blog, vale a pena fazer um resumo da banda e dos últimos fatos que a acometeram.

O Iced é uma banda americana liderada pelo mão-de-ferro Jon Schaeffer, que cuida de todas as composições da banda, além de deixar sua marca com seus riffs absurdamente agressivos e suas músicas extremamente diretas e bem trabalhadas.

A banda contou com diversos membros ao longo dos tempos, mas encontrou em Mattew Barlow seu vocalista ideal e responsável por alavancar a banda ao topo, porém depois do álbum Horror Show, Barlow decide deixar a banda, alegando se sentir afetado pelo atentado de 11 de setembro.

Para seu lugar foi recrutado Tim "Ripper" Owens(ou se preferir, o Severino Quebra-Galho do metal)e com ele foram lançados dois bons álbuns, mas ainda havia algo de errado ali, Owens não tinha um certo entrosamento com a banda, e em 2008 Barlow volta a assumir os microfones do Iced Earth.

Com ele foi lançado o mediano The Curcible Of Man, alguns fãs não estavam satisfeitos com direcionamento que a banda seguia, coisa que iria mudar no próximo álbum, mas como um novo choque, Barlow deixa a banda novamente, acusando falta de tempo de conciliar seu tempo como polícial e para família com a banda.

Mas sem tempo para que especulações fossem criadas, o substituto foi anúnciado junto com a saída de Barlow, seria Stu(Stuart) Block, da banda de death metal Into Eternity, fez-se uma apreensão principalmente por Stu abusar de guturais, coisa que não foi bem vista para o Iced.

Pois bem, sabendo da ansiedade dos fãs, Jon Schaeffer tomou vergonha na cara e regravou um dos maiores clássicos da banda: Dante's Inferno e o resultado foi absurdamente incrível, Stu mostrou ser um vocalista incrivelmente versátil e encaixou como uma luva para a banda.

E então o hype pelo álbum aumentou consideravelmente, e finalmente tivemos nossa audição, e vamos começar a falar dele agora:

1- Dystopia:

A música começa com uma levada de bateria que lembra uma marcha, que lembra muito o tema de The Glorious Burden, Stu manda um "cheguei" com um vocal visceral e então a música se solta nos riffs galopantes clássicos da banda, na ponte do refrão Stu canta em um tom completamente igual ao de Ripper, e então entramos no refrão marcante da música: "The nightmare unfold before my eyes, I will resist until the end of time...we fight, and must find our way" canta Block em um tom muito semelhante ao de Barlow, alias, a comparação entre ambos e até com Ripper é inevitável, pois Block canta em tons muitas vezes iguais a ambos. A música contem um solo rápido e então entramos nos refrões finais, e é inevitável que você já esteja cantando "we must find our way" junto com Block, mesmo sendo a primeira audição.

2 - Anthem:

Uma abertura lenta e melancólica toma conta e em pouco tempo somos levados a um riff cadenciado e Stu continua arregaçando com sua perfomance vocal, e o refrão mais uma vez é o que marca a música "Torn asunder, our destiny is in sight, this is the Athem to celebrate your life" a música parece retratar um hino de esperança, o solo de Troy Slee figura entre um dos mais longos do álbum e a músca prende claramente, a música parece ter sido sobra do Glorious Burden, muito bem aproveitada por Block, figura em uma das melhores do álbum, tende a ser ótima ao vivo.

3 - Boiling Point:

Agora acabaram as intros, o negócio é porrada! A música remete as porradas clássicas da banda como Jack, Stand Alone e derivados, o que é marcante é a melodia vocal, onde Stu e Jon alternam frases, e Stu utiliza suas "duas vozes" com uma facilidade impressionante, em algumas partes é possivel até pensar que é Ripper que está cantando tamanha semelhança do timbre agudo, a música tem a característica das porradas do Iced, não ter solos, outro grande destaque do álbum.

4 - Anguish of Youth:

A primeira balada do álbum, o timbre acústico lembra bem horror show, tanto quanto o refrão belíssimo: "This tragedy still hunt her... she wants to laugh, she want to live out this life of despair" a letra parece falar de um conflito interno, e é retratada de forma incrivelmente intensa, o solo se mostra perfeito pra música, com poucas notas e sentimento, o refrão final é cantado em coro ressaltando muito bem a beleza da música.

5 - V

Baseada no filme "V de Vingança" a música define o nome Iced Earth, eu li no site Brazil Under Ice que haviam músicas que não foram usadas, e essa era uma delas, provavelmente seria do Glorious Burden ou do Horror Show, eu particurlamente achei um pouco mediana, mas mas uma vez o destaque é Stu, que soa completamente entrosado com a banda, solto como se cantasse com ela desde sempre.

6 - Dark City

A intro lembra muito Desert Rain, Stu canta em um clima tenso e a música cresce cadencialmente até nos levar para mais uma viagem galopante pelos riffs de Jon "Experimented, to understand the human soul, decived, they never take my soul away" canta Block com raiva e sentimento ao mesmo tempo, a música tem uma grande influencia de Iron, principalmente quando se chega no refrão, até o solo lembra um pouco maiden, mas o que ganha a música é seu riff final, completamente empolgante.

7 - Equilibrium

Outra galopada bastante caraterística do Iced Earth, até aqui o ouvinte provavelmente vai abstrair o fato de ser outro vocalista, tamanho entrosamento de Block com as composições, a música tem uma levada muito maiden também(que tem se mostrado uma grande influencia do album) com uma pitada de Something Wicked, principalmente pela letra que retrata o ponto de vista do mascote da banda: Set Abominae, principalmente pela parte agúda do vocal, remetente ao Framing Armaggedon.

8 - Days of Rage

Tá afim de quebrar a cara de alguem ? Coloca Days of Rage como trilha sonora! Essa música definitivamente soa como o Iced clássico, e sem ser forçado, o riff lembra claramente a música Colors do primeiro álbum da banda, e a performance agressiva de Stu impressiona.

9 - End Of Innocence

A última balada do álbum, ela tem até uma levada bem soft e marcante fica mais uma vez por conta de Block: "Carry on, be strong my son, this is the end of innocence" canta Block a plenos pulmões, a música lembra muito o tema de Watching Over Me, ainda mais que fala sobre a mãe de Block, a música cresce aos poucos e não dá pra descrever tamanho entrosamento e tamanha empolgação que a banda trás.

10 - Soylent Green

Essa música soa claramente como uma sobra de Demons & Wizards, exceto pelo seu tema político, Stu utiliza dos tons mais altos e limpos, a intro é meio chata, mas a melodia prende bem o ouvinte,é bonus track da edição especial.

11 - Iron Will

A música soa como se tivesse sido escrita para ser um single, mas virou bonus track, mas é uma música muito boa, o tema tem muito de Glorious Burden, e algumas partes lembram claramente Horror Show, uma boa faixa mesmo que um pouco abaixo das outras.

12 - Tragedy And Triumph

Tal como a primeira faixa, Tragedy And Triumph começa com uma bateria marcial, e depois cai na melodia marcante da banda, até mesmo nos coros, e como se trata da última faixa do álbum você se pega provavelmente querendo ouvir novamente o álbum(como esse que vos escreve que já ouviu o mesmo 6 vezes direto!)de tão envolvente que ele soa... E nessa faixa ainda sobra tempo para uma brincadeira da banda cantando uma música, acompanhado de risadas ao fundo, o que demonstra o que o clima entre a banda é o melhor possivel.

Pois bem, as considerações finais: Dystopia é até o presente momento, o melhor álbum do ano para mim, todas as músicas são envolventes e trouxeram a banda de volta com todas as características que fizeram o seu nome, e com Block a banda pode ver um futuro muito mais promissor a frente, Barlow é insubstituível, mas Block mostrou que veio pra ficar no Iced Earth.

Agora ao que todo mundo quer : O download:

Iced Earth - Dystopia:
Gravadora: Century Media
Genero: Heavy Metal

Membros:

Jon Schaeffer - Guitarras e backing vocals
Stu Block - Vocais
Brent Smedley - Bateria
Freddie Vidales - Baixo
Troy Slee - Guitarra

Tracklist:

01. Dystopia (5:49)
02. Anthem (4:55)
03. Boiling Point (2:47)
04. Anguish of Youth (4:42)
05. V (3:39)
06. Dark City (5:42)
07. Equilibrium (4:31)
08. Days Of Rage (2:17)
09. End Of Innocence (4:07)
10. Soylent Green (Bonus Track) (4:20)
11. Iron Will (Bonus Track) (4:15)
12. Tragedy And Triumph (7:44)
13. Anthem (String Mix) (4:52)


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