Salve salve povo!
Como estão as coisas por ai? Aqui tá tudo na mesma e tal, bem eu tenho jogado um bocado de RE 6 já que ele está em um processo de "platinação" e por conta disso acabei vendo muitos erros na história não só do 6 mas de um modo geral após o 4. Sem mais delongas vamos ver se alguém concorda com o que eu tenho a dizer.
Resident Evil 6 apresentou uma ideia promissora, com 4 protagonistas jogáveis em campanhas separadas e tudo mais, a volta a lugares apertados e zumbis na campanha de Leon, mas acabamos vendo erros de continuidade na história que fazem até os filmes de Resident Evil (os live actions) soarem mais competentes(por mais que me doa dizer isso)
Vamos lá começando pela campanha de Chris:
Chris começa o game bebendo desmemoriado em um bar quando seu antigo parceiro o novo personagem Piers Nivans o encontra e mostra fotos de homens que morreram sob o comando de Chris, Chris se lembra e então é despachado para China e depois de uma fase em flashback vemos o primeiro erro: Chris é capitão de um esquadraõ da B.S.A.A, após ver seu pelotão ser transformado em monstros por Carla Radames, ele sofre uma contusão na cabeça que resulta em amnésia.
Chris é CA-PI-TÃO de um esquadrão e mesmo assim ele consegue escapar, não tem um grupo disposto a ajuda-lo a se lembrar do que aconteceu, simplesmente ele acorda, sente uma culpa grande pelo o que fez e pronto, fugiu e ficou bebendo pelos bares, sério se a B.S.A.A cuida assim do seu capitão, imagine com os soldados, tá que nem a saúde do Brasil hein ?
Uma pessoa na posição de Chris, quando sofresse um acidente do tipo, ainda mais diagnosticado, deveria ter sido notificado ao parente mais proximo, no caso Claire, que mesmo que não jogável, poderia simplesmente aparecer no game para fazer com que Chris lembrasse de algo, ou simplesmente tomando conta dele enquanto ele estivesse desmemoriado, mas a cena do bar foi uma ótima introdução para Piers, mas nele chegaremos depois, se não fosse por Claire, por Jill que é completamente próxima a Chris, ou até Sheva....
Depois disso vemos Chris se transformar em uma máquina impiedosa de vingança, ao mesmo tempo que tenta proteger seus comandados, sem sucesso, é quando é confrontado por Piers mais uma vez.
É quando temos a primeira e maior decepção em termos de enredo do game: O encontro de Leon e Chris. Tudo não passa de um pequeno confronto as escuras, enquanto Leon protege quem ele pensa ser "Ada"(o cara não aprende) e Chris quer mata-la, o dialogo dura praticamente a mesma coisa que acontece no trailer, deixando a foto de divulgação e tudo mais apenas em um hype broxante.
Nisso "Ada" foge e Leon fala que Chris vai fazer a coisa certa, e pronto! O cara simplesmente volta ao normal do nada.
Agora ao aproveitamento de personagens: Wesker foi um vilão carismático, mas sua hora finalmente chegou, pra manter o "legado" do personagem, nos entregam Jake, que usa golpes físicos parecidos com os do pai, tem um pouco de carisma, mas totalmente diferente do pai, sendo que pela cronologia do game, Jake não deveria nem existir, visitem o revilwiki(link no final da matéria)para mais informações concretas,mas voltando... Obviamente Chris e Jake haveriam de se confrontar em determinado momento, fora a impressão de que Chris tem de que conhece Jake, o confronto consegue ser mais decepcionante do que o de Chris com Leon, passando para a campanha de Jake um pouco, nela o mercenário acompanhado de Sherry Birkin(que praticamente foi jogada de paraquedas no game) questiona a relação sanguínea que tem com o pai, e recrimina tudo que ele tentou fazer, mas ao saber que Chris matou Wesker, ele vai e ameaça matar Chris, tudo isso pra que ? Criar um climax bobo no game, fora que a forma que Chris descobre que Jake é filho de Wesker é pifia, Leon simplesmente joga a bomba no colo de Chris, sendo que Leon sequer comenta o fato que Jake é filho de Wesker, mesmo quando descobre essa informação, apesar de Leon e Wesker nunca terem se confrontado, Leon sabe de tudo que Wesker tentou fazer,ainda mais por Ada trabalhar para Wesker em RE4.
Eu até gostaria de, em um Resident 7 ou algum outro spin off, ver Jake por exemplo, na B.S.A.A ou lutando ao lado de Chris sem remorso, ou então uma forma de Chris contar em detalhes quem era Wesker.
Agora sobre Piers, o personagem conseguiu conquistar o público, confrontando Chris diversas vezes, e sendo uma voz da razão para seu capitão, seu sacrifício foi a melhor cena do game(podendo até dar vazão para umas piadas) mas a Capcom achou que como Sheva, que foi mais odiada pelo fato de dar trabalho para Chris em RE5, gastando ervas e munição como uma desesperada ou morrendo quando estava longe de você, ninguém iria gostar do personagem então fizeram o que ? Mandaram o cara pra vala! Desperdício, mas do jeito, é capaz de ter mais um spinoff onde Piers seja jogável, fora o mangá Marhara Desire onde ele está presente.
Bem, detalhados os erros da campanha de Chris, vamos ver o defeito geral dos vilões do game.
Derek Simmons poderia ter uma capacidade decente de vilão, o conselheiro de segurança nacional causar um ataque bioterrorista ? Seria uma boa reviravolta política, mas não! O que vemos fomos um bobo apaixonado que acabou criando a verdadeira vilã do game, Carla Radames, que foi transformada em Ada Wong porque Simmons queria uma só pra si depois que a verdadeira deu o pé no cara, Carla gostava de Simmons, mas ao ver tudo que aconteceu com ela, ela decide acabar com Simmons e seu sistema, uma referencia aos ilumminati, onde a família toma conta do mundo inteiro e botar a culpa na Ada,afinal na cabeça de Carla, se Ada não existisse ela não teria sofrido isso tudo, ou seja, de uma promessa de um clã secreto, de uma nova ordem mundial, temos uma intriga de novela que acabou envolvendo todo mundo.
Pra não citar o exagero absurdo de Simmons, em ao invés de mandar Helena matar o presidente(já que ele tinha a irmã da mesma como refém)ou qualquer outro ou até ele mesmo, o que o cara faz ? Ele simplesmente libera um ataque bioterrorista e transforma o presidente em Zumbi! Porra, precisava disso tudo? Tá vendo Saddler? Porque você não fez isso no RE4?
Quanto a Carla, o nome dela e como ela se tornou Ada, são muito mal explicados no game, deixando isso apenas para quem lê documentos, que são habilitados através dos emblemas de serpente, deixando a experiência in game fraca e sem o hype que Resident Revelations causa a cada capítulo por exemplo.
Logo o grande erro de continuação do game, logo no trailer onde ela encontra Jake e o chama de Wesker Jr, ela diz que o cientista era um "imbecil colossal que tentou destruir o mundo", ai você pensa: O lance dela é só se vingar do Simmons então ? Não! O que aconteceu foi que no decorrer do jogo vemos uma versão perua do Wesker, dizendo que vai destruir o mundo e tudo mais, como assim ?! A mulher fala mal do cara por ele querer destruir o mundo, e depois tenta largar um bicho gigante para infectar o mundo inteiro... E ela ia ficar sozinha lá e o escambau! O mesmo erro ridículo que Wesker cometeu, mais fácil os dois mostrarem o que suas armas podiam fazer e pedir uma grana(por mais piegas que isso possa ser)do que sair destruindo tudo sem motivo, governar um mundo de minhocas de petróleo ? Ou um mundo cheio de bichos irracionais que podem se voltar contra você a qualquer momento ? Seria mais fácil deixar essas armas como uma forma de persuação e tomar conta do mundo inteiro, apesar de Wesker clamar querer ser um Deus... Seria muito mais prático ele fazer isso, já que ele pode parar e atirar misseis com a mão né ?
A organização Veltro de Re Revelations ao menos tinha essa premissa, em Resident 4, Saddler queria apenas derrubar os E.U.A com armas biológicas, alegando que o país é uma grande potencia e bla bla, um Bin Laden com recursos diferentes(a começar pelo fato de conseguir sequestrar a filha do presidente)mas em Re6? Eles simplesmente pegaram os personagens queridos(nem todos é verdade) uma ideia de call of duty ali, uma jogabilidade melhorada aqui e misturaram no liquidificador sem dar importância para o enredo.
Pra não citar o fato de que os gráficos parecem serem inferiores a RE5, não muito sim, mas devido ao esforço de colocar campanhas, modos multiplayer, mercenaries e tudo mais, eles acabaram por reduzir o gráfico, triste, mas até dá pra relevar, o gráfico de RE 6 está longe de ser ruim.
Já que houveram tantas comparações com RE 4 e 5 ao menos no quesito jogabilidade o jogo se estabilizou, afinal como pode em um jogo, onde você está sempre no papel de agentes treinados, você não ser capaz de andar e atirar, correr de verdade e rolar para escapar de ataques? Ao menos nisso acho que RE 6 acertou em cheio, pra não dizer a mira também.
Não me entendam mal, eu gosto bastante de RE 6, foi o primeiro jogo que comprei para meu ps3, mas temos que ser coerentes e admitir que em termos de história, RE 6 foi muito mal, se ele tivesse os diversos modos multiplayer gratuitos logo no lançamento talvez teria ido bem de vendas, mas como a Capcom AMA um DLC... Deu no que deu...
Bem, fico por aqui... Até uma próxima!
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
Especial - Recap 2013
Salve salve meu povo! Eu ia fazer esse post antes do final do ano, mas como aqui na sede estamos com um problema sério de falta de água e o calor insuportável, eu acabei deixando por adiar, além da preguiça desse que voz escreve.
Bem, 2013 se foi e com ele muitas surpresas e decepções, e então decidi fazer uma retrospectiva aqui, mais propriamente de games, já que na música não houveram muitas novidades relevantes(e eu não estou andando muito ligado em música atualmente)
Alguns dos jogos eu já falei por aqui, outros não, eu indicarei quais para que vocês possam dar uma avaliada melhor, e não só em relação a games lançados nesse ano, mas sim todos que eu joguei pela primeira vez nesse ano.
Sem mais demoras, vamos ao "recap 2013"
DmC - Devil May Cry
Bem, 2013 se foi e com ele muitas surpresas e decepções, e então decidi fazer uma retrospectiva aqui, mais propriamente de games, já que na música não houveram muitas novidades relevantes(e eu não estou andando muito ligado em música atualmente)
Alguns dos jogos eu já falei por aqui, outros não, eu indicarei quais para que vocês possam dar uma avaliada melhor, e não só em relação a games lançados nesse ano, mas sim todos que eu joguei pela primeira vez nesse ano.
Sem mais demoras, vamos ao "recap 2013"
DmC - Devil May Cry
Sem dúvida o game mais controverso de 2013, e que calou a minha boca em níveis inimagináveis, o reboot da famosa franquia da capcom, conseguiu arrancar 99% de rejeição em seu primeiro trailer, ao trazer um Dante totalmente reformulado, como vocês podem ver acima.
Porém conforme foram liberadas informações do game, como história e gameplay o jogo se mostrou digno de atenção, e quando a demo foi liberada, eu queimei a minha lingua.
A história se passa da seguinte forma, toda humanidade é escrava de demônios, que nos controlam com bebidas, programas de tv e cameras de vigilância, no meio disso está Dante, um Nephelim(no game apontado erroneamente como um filho de um anjo e um demônio) que não dá importância pra nada e caça demônios e come tudo que é mulher, até que um dia uma mulher bate em sua porta dizendo que ele está em perigo porque um caçador está na sua cola, dai ele é arrastado para o Limbo onde as batalhas do jogo ocorrem, depois de derrotar o caçador, ele é apresentado a Vergil, que se diz ser seu irmão e oferecendo respostas sobre seu passado.
O enredo é simples e direto, sem muita frescura e porque não bem elaborado também? Apesar de apresentar figuras lendárias de uma forma desinformada, como um chefe chamado de Succubus, no game um bicho nojento que parece um verme, quando na verdade as succubus são mulheres lindas que devoram nossas almas em sonhos, a mais famosa é Morrigan de Darkstalkers.
O gameplay do jogo diferencia pelo sistema de camera livre,controlada pelo analógico direito, e a ausência de um botão para travar a mira, marca registrada da série, assim como as armas, que tem duas categorias: Demoniacas e angelicais, as demoníacas tem como característica serem mais fortes e causarem mais dano porém sendo lentas, e as angelicais sendo mais para atingir vários inimigos com um ataque só, e Dante pode escolher entre puxar um inimigo ou se impulsionar até ele.
Além disso existem seções de plataforming que usam da habilidade de puxar/se impulsionar, dando uma dinâmica diferente para o game.
Como se trata de um game da Capcom, temos DLCs, como a roupa clássica de Dante e um capítulo especial que te coloca no papel de Vergil, contando o que aconteceu com o antagonista(sim, ele ainda é o chefe final) depois do final do game.
Resumindo, aceite o visual do personagem, e jogue o game pois ele é excelente ! Sem mais nem menos, e ainda mais espetacular na versão pc, onde o game roda a 60 fps por segundo.
Metal Gear Rising Revengance.
Sem dúvida o meu game predileto de 2013, meu xodó etc e tal.
Já falei dele em um post, portanto só voltar ali no histórico que vocês vão ter mais detalhes.
A verdade é que eu não joguei nenhum Metal Gear, e a fama do game é ter uma história detalhada, e com esse game não é diferente, ele tem muitas informações que só quem jogou os metal gears anteriores vai entender.
A jogabilidade ? Porra meu irmão, cortar o que você quiser e do jeito que você quiser ? Batalhas contra robôs gigantes, um cara normal pegar um robô pelo braço e lançar ? Get fucking Hype!!!!!
Apesar de curto, mesmo tendo duas campanhas por DLC(que recentemente vieram gratuitamente nos servidores!)
Bayonetta
Esse é um dos games que me impulsionou a comprar o ps3, implorei a um amigo que me emprestasse mas nunca consegui pegar, até que consegui ele pela psn americana.
Bayonetta é de 2009, e foi criado por Hideki Kamyia, o criador de Dante, logo você pode esperar um gameplay semelhante, além do exibicionismo ainda mais exarcerbado por conta da beleza da personagem.
Só que diferente do caçador de demônios, Bayonetta é uma bruxa nascida de uma união proibida entre uma das bruxas de seu clã, as bruxas Umbra e um mago do grupo Lumen, que caça informações em relação ao seu passado após ter sido acordada de um sono de 500 anos, e caça anjos(que parecem mais como demônios, dado a forma que eles ficam depois de apanhar)na verdade eu me perco um pouco na história ainda, por isso não escrevi direito sobre o game.
Apesar de usar algumas armas brancas e de fogo, a caraterística principal da personagem é que ela luta principalmente com as mãos, e suas pistolas, empunhadas tanto nas mãos quanto nos pés(?!)e também conta com feitiços em que ela fica quase nua e todo o seu cabelo, que forma a roupa que ela veste, formam animais para devorar os inimigos ou simplesmente para finalizar um combo, é algo que dá aquela sensação de hype nas batalhas.
Como é um game um tanto quanto antigo, ele não conta com DLCs, mas mesmo assim é um game completamente divertido e desafiador.
E capcom, já que você fez um rpg crossover com a Namco e a Sega, tá na hora do de luta, pra colocar Bayonetta e Dante frente a frente hein ?
Resident Evil Revelations:
Esse eu já havia jogado um pouco no Nintendo 3Ds, mas só completei no pc, quando saiu uma adaptação(as vezes o fato da capcom ser mercenária ajuda).
Esse seria o Resident Evil perfeito por unir tudo que os fãs pedem, o terror, a escassez de munição, e o suspense, que graças a forma que a história é contada no game, com ganchos típicos de novelas e séries entre um capítulo e outro, um enredo absurdamente intrigante com diversas reviravoltas, e a jogabilidade semelhante ao Resident 6 onde você finalmente pode andar e atirar, além de se esquivar(apesar da esquiva do RE 6 ser bem melhor que a desse jogo)
A versão pc teve obviamente texturas remodeladas, e alguns extras a mais que definitivamente compensam a compra ou download do game.
Injustice - Gods Among Us - Ultimate Edition
Esse foi um jogo que pra mim acabou sendo bem meia boca, não por ser um jogo ruim, mas sim por talvez aparecer em uma fase da minha vida em que eu não estava bem com cabeça pra jogar ou por ter uma temática que não me agradasse tanto, já que não sou tão fã dos personagens da DC.
Apesar de ser dos mesmos criadores de Mortal Kombat, o game finalmente tem a defesa normal, que é apertando para trás mas tem os personagens menores que no outro game citado, e é claro a exemplo do já citado game, ele foi lançado, depois lançaram uma porrada de DLC pro jogo e logo depois lançaram a versão completa do mesmo que até contém o Scorpion fazendo uma pontinha.
Já na jogabilidade foi implementado um botão chamado de "trait" que faz com que cada personagem ative sua habilidade especial, exatamente como em Blazblue, Batman por exemplo chama alguns morcegos mecânicos para ou protege-lo ou para atacar, Super Homem fica mais forte e por ai vai, além de transições de cenários animais.
A história tem base no arco Injustiça da DC, e é extremamente bem contada aos moldes do modo história de Mortal Kombat, nela Coringa cansa de encher o saco do Batman e vai mexer com o Superman, colocando uma bomba em Metropolis e deixando o Superman alucinado com o gás do espantalho, assim sendo quando ele vê Lois ele pensa que é o Apocalipse, assim sendo ele leva Lois para o espaço e ao chegar lá obviamente ela morre, estando grávida do filho do Kriptoniano, e quando ela morre, a bomba em Metrópolis explode por estar ligada diretamente aos batimentos do coração de Lois.
Superman fica puto da vida com o Coringa obviamente tão puto que mata o palhaço e dai ele começa uma tirania pelo mundo, matando quem se opõe a ele, e então o Batman dessa realidade consegue transportar o Batman e o Coringa da nossa realidade atual para ajudar a parar o Superman, na verdade eu me perdi um pouco com a história, vou jogar de novo para ver se lembro rs, mas fora isso, ele acaba sendo simplesmente mais do mesmo em termos de games de luta
O mais legal do game, é que ele conta com boa parte dos dubladores do desenho da liga da Justiça que passava nas manhãs do SBT(infelizmente o único que não é o mesmo do desenho é o do Batman, que era um dos melhores)
Remember Me.
Esse ao contrário de Injustice foi um game que veio sem muito alarde, mas que se provou bem divertido e interessante.
Se passado em um futuro não tão distante, as memórias das pessoas podem ser apagadas e recuperadas ao nosso bel prazer, mas obviamente tem gente que vai contra isso, e estamos na pele de Nilin uma caçadora de memórias parte para destruir a principal empresa responsável por esse sistema, controlada pela sua mãe.
O jogo tem uma mistura de Batman Arkham, no sistema de batalhas um pouco de Uncharted em termos de escalar umas plataformas aqui e ali e sua caraterística principal, os puzzles, onde hora você tem que acessar memórias antigas que você invadiu para ter pistas para resolver ou alguns onde você precisa alterar a memória de uma pessoa para que ela pense de uma forma diferente ou para que ela passe para o seu lado, sem dúvida a maior inovação do game.
Mesmo com gráficos competentes e uma jogabilidade simples e rápida, o game infelizmente não fez tanto sucesso.
The Last Of Us
E para fechar o ano de 2013, nada mais justo que falar do melhor game do ano na opinião de diversas revistas e sites(embora alguns ainda querem insistir que GTA seja melhor)
Um review detalhado se encontra no blog só dar uma olhada.
Mas mesmo assim Last Of Us merece todos os créditos, é absurdamente desafiador, intrigante com lindos gráficos e com uma história envolvente.
Vou ficando por aqui, até a proxima!
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