E ai pessoal! Faz muito tempo que eu não escrevo por aqui né ? Pois é, na verdade eu estou escrevendo um especial de KOF que pretendo postar ainda esse ano.
Mas hoje eu vou fazer uma coisa que eu não faço a muito tempo no blog: Uma resenha de cd! A última se não me engano foi em 2011 com o Dystopia do Iced Earth.
Coincidentemente a primeira resenha de cd que fiz no blog, lá pra 2008 foi da mesma banda que estou fazendo hoje: Megadriver, minha admiração pela banda nunca foi segredo pra ninguém, a banda passou por umas reformulações, como a adição de um vocalista que rendeu um ep com músicas cantadas(do qual eu não sou tão fã mas tudo bem)
Como todo mundo que viveu nos fliperamas dos anos 90, jogos de luta eram o ganha pão dos mesmos, e para os jogadores mais assíduos, suas músicas atemporais como eu já citei em um outro post.
No final de 2012 se não me engano, a banda anunciou que iria lançar um álbum com diversas músicas de fighting games clássicos, muitos entraram em alvoroço(eu inclusive) e diversas enquetes para escolher as músicas que entrariam no álbum foram feitas só que a banda estava mais engajada em fazer apresentações ao vivo, cujo ápice foi uma apresentação no festival MAGfest, onde eles gravaram um "bootleg", assim sendo as notícias sobre o álbum foram ficando cada dia mais escassas e pensava-se que a ideia tinha sumido já que o álbum estava previsto para sair em 2013, mas hoje a espera finalmente acabou: Double K.O está disponível no site da banda
O tracklist do álbum foi um mistério absoluto até hoje, salvo uns teasers aqui e ali ao longo do tempo, e foi uma sacada ambiciosa: um disco triplo ! Um baseado no lado da Capcom(Street Fighter predominantemente) um baseado na SNK(Yes!)e um "EP" baseado em jogos mais obscuros como Eternal Champions e Fighting Masters além de Mortal Kombat e Killer Instinct.
Dessa vez eu vou fazer uma coisa um pouco diferente aqui, já que a banda disponibilizou uma playlist para cada cd: Vou colocar cada uma aqui e fazer o meu clássico "track by track"
Disco 01 - Shoryuken
O disco não poderia abrir de outra forma: Com a música de introdução de Street Fighter 2, simples e direta.
A segunda música é uma música original da banda, como eu disse anteriormente, a banda está investindo em composições próprias e isso é perfeitamente normal. Born To Be Master faz um trabalho competente, mas não sei, a voz de Allan Big Thunder não saiu direito nessa música, houve algum erro ai na mixagem não sei...
Tr00bie é um dos destaques do álbum inteiro, o tema de Blanka recebeu uma roupagem extrema que lembra bastante Sepultura(sua abertura lembra muito a de Roots Bloody Roots), sendo até difícil de reconhecer nos primeiros acordes tamanho o peso que recebera, algumas percussões ficam perdidas em uma parte da música para dar aquele "jeitinho brasileiro" na música.
Killer Bee, o tema de Cammy traz uma excelente mistura de teclados e o peso característico da banda, sem perder o clima triste que a música original possuia
Eye Of The Jaguar, de Adon soa exatamente como deveria soar, um metal pesado e direto sem frescura e direto ao ponto, com harmônicas artificiais frenéticas.
Flying Through The Air de Ryu também faz um trabalho competente tal como as outras que se seguem: Shou Ken de Ken e Sonic Boom de Guile, três temas atemporais que não importa como gravadas, sempre serão boas.
Claws of Vanity de Vega recebeu, assim como as 3 anteriores citadas, uma nova e excelente roupagem.
Psycho Crusher de Bison conseguiu trazer a interpretação que a música sempre pediu, mas acabou soando como um simples cover, não foi feita nenhuma coisa que deu a música um diferencial, nem solos.
Wrath of Raiging Demon é mais uma de autoria própria da banda, falando do demônio Akuma, a letra é bem interessante, e a melodia também e nessa podemos ouvir mais o vocalista já que a música foi gravada em 2012.
Vulcanic Rim é exatamente o oposto de Psycho Crusher, é o tema do cenário de mesmo nome em Street Fighter IV e ganhou uma versão mais power metal, frenética e empolgante certamente mais um dos destaques dessa parte do álbum.
Execute! Tema de Decapre em Ultra Street Fighter IV certamente entra como um dos destaques do álbum inteiro, desde a intro de baixo até sua composição completa a música empolga e mescla o som da banda com a ideia da música original
Take No Prisoners de Rolento em Ultra SF IV foi uma escolha que me supreendeu, eu esperava pelo tema clássico dele em SF Alpha 2, mas foi uma boa escolha, pra quem não sabe, essa música também é o tema dele em Final Fight.
Em seguida temos Mighty Hiryu, música já presente em outro álbum da banda mas como o mesmo tema é usado nos games de luta em que Strider aparece, nada melhor do que colocar ele aqui, mesmo que pra encher linguiça e representar o lado "marvel vs capcom" do disco, mas po! Podiam colocar o tema do Capitão Commando pelo menos !!!
E fechando esse álbum temos final Justice, o tema de Capitão America nos jogos da Marvel, e eu sempre imaginei como seria esse tema em uma versão metal, e não ficou ruim mesmo! O timbre heroico da música se manteve perfeitamente.
Disco 2 - Orochi:
Em uma opinião pessoal, o disco que eu mais estava ansioso pra ouvir, afinal não são qualquer bandas que gravam um álbum só com músicas da SNK em toda minha vida só achei um álbum de uma banda chinesa que fez algumas versões.
Então vamos lá: O disco começa com uma intro humilde mas épica: O som da bios da Neo Geo, a nostalgia de qualquer um que esperava o fliperama abrir e ver as maquinas ligando, quase que em sinfonia.
E em seguida vem a música de abertura de KOF 2002, conseguindo o impossível: Fazer alguma coisa desse jogo ser boa!
Hurricane é mais uma original da banda, e mais uma vez o erro da outra música se repete, a voz mal dá pra se ouvir e entender o que se canta, mesmo a música sendo em português e a melodia da música lembra um pouco Pacific Rim.
E então temos um dos temas mais pedidos pelo público: London March de Billy Kane vem quebrando tudo executada com maestria, curiosamente sem os vocais originais, sendo assim baseada na versão de KOF XIII da mesma música
E mais um dos destaques de todo álbum chega, Rythimic Hallucination! Executada de forma magistral, com direito aos efeitos sonoros de fundo originais da música(como explosões e aquela voz em rádio falando no começo)
Dear Falling Angel de Krizalid é outra que merece o devido destaque, pela limpeza do som e por misturar os dois temas do personagem, Dear Falling Angel e Cutting Edge de forma simples e eficiente.
WW.III então é peso puro, do jeito que uma música do time Ikari tem que ser, fico até surpreso por não ter sido Rumbling In The City a escolhida dada a popularidade da música, mas W.W.III fez um trabalho competente.
Outro dos destaques do álbum como um todo é Fairy, sem sombra de dúvida, pela primeira vez temos o Megadriver utilizando violões em uma das suas músicas, o que já é digno de nota pois todos os covers de Fairy não usam essa parte com violão, enfim, o desenrolar da música traz a cabeça a imagem da luta no cenário de Chizuru em KOF 96, com um solo competente e condizente com a música.
(Um rápido adendo: Já que usaram violões, podiam ter colocado Tears ai né ?! hahah)
Esaka de 96 vem com uma intro bem diferente e com uma roupagem mais agressiva do que normal, o que deu um novo gás para música.
Earthquake Destruction, que antes se chamava Thrash Earthquake atendeu a todas as espectativas que caíram sobre ela: Um thrash puro e raivoso, do jeito que tem que ser.
Black Tuna de Galford era uma das mais esperadas e correspondeu bem, apesar da música ter umas quebradas de tempo que não condizem com o esperado, mas mesmo assim se mantem uma boa música, mesmo que sofra do mesmo mal da música de Bison: Ser um simples cover.
Spread The Wings de Rock Howard é a surpresa do álbum, nunca iria imaginar um tema de Garou e foi uma escolha bem acertada, estava até pensando em como seria uma versão pesada da música esses dias em que tenho jogado(ou ao menos tentado)Garou, e o arranjo não decepcionou nenhum um pouco
Choke Hold de Big Bear é outra regravação decente e pesada de uma música préviamente gravada pela banda, sem muito o que falar sobre ela.
E obviamente fechando esse disco, o hino dos fighting games: Raging Storm de Geese, eu achava que essa música não podia ficar melhor, mas a banda conseguiu, o esquema de uma guitarra respondendo a outra na introdução da música ficou animal e outros arranjos foram feitos na música deixando ela mais encorpada e trabalhada, obviamente mais um destaque.
Disco 3 - Keep Fighting EP
O último disco traz apenas músicas não tão atemporais como as dos dois discos acima, mas ainda assim tem trilhas de destaque, a começar por sua introdução: Kode Of Honor, um medley de Mortal Kombat, trazendo a música tema do filme(tá, talvez essa música seja tão atemporal quanto as outras )
e acaba se tornando mais um destaque do álbum.
The Edge of Soul é um cover,mesmo que vocal da música de introdução de Soul Edge em sua versão caseira, melhor gravada que as 2 anteriores, com um riff bem interessante.
Blood Dripping Teeth é outro dos destaques do álbum inteiro: A música de Sabrewulf de Killer Instinct ganhou uma brilhante interpretação, sombria e pesada sem dúvida um trabalho primoroso, mesmo sem contar com solos, uma pena que mais músicas de Killer Instinct não entraram no álbum, os temas de Fulgore e de Gargos ficariam animais.
As duas seguintes, Fighting Masters Medley e Eternal Champions são de games que eu não acompanhei, portanto deixo aqui apenas o reconhecimento pela ótimo arranjo da música.
A última música do álbum, Metal Works - Shredder Theme é um mix da abertura do desenho das Tartarugas ninjas com a música do Destruidor, fechando bem o disco.
Parecer final: Mais uma vez o Megadriver consegue pegar a infância de todo mundo e transformar em metal de qualidade, claro, houveram alguns deslizes aqui e ali, mas vamos considerar que é um álbum triplo com 36 músicas e quase 2 horas de audição, mesmo assim o trabalho é primoroso.
Ah! E mais um bônus : Lembra que e falei sobre a banda ter tocado em um festival nos Estados Unidos? Pois então, hoje a banda também disponibilizou esse show em mp3 para download, junto com mais algumas músicas novas gravadas em estúdio, chamado de Roar, então o que tá fazendo aqui? Vai lá e baixa os dois cds!!
www.megadriver.com.br
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quarta-feira, 26 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Especial - Resident Evil, um enredo que se perdeu.
Salve salve povo!
Como estão as coisas por ai? Aqui tá tudo na mesma e tal, bem eu tenho jogado um bocado de RE 6 já que ele está em um processo de "platinação" e por conta disso acabei vendo muitos erros na história não só do 6 mas de um modo geral após o 4. Sem mais delongas vamos ver se alguém concorda com o que eu tenho a dizer.
Resident Evil 6 apresentou uma ideia promissora, com 4 protagonistas jogáveis em campanhas separadas e tudo mais, a volta a lugares apertados e zumbis na campanha de Leon, mas acabamos vendo erros de continuidade na história que fazem até os filmes de Resident Evil (os live actions) soarem mais competentes(por mais que me doa dizer isso)
Vamos lá começando pela campanha de Chris:
Chris começa o game bebendo desmemoriado em um bar quando seu antigo parceiro o novo personagem Piers Nivans o encontra e mostra fotos de homens que morreram sob o comando de Chris, Chris se lembra e então é despachado para China e depois de uma fase em flashback vemos o primeiro erro: Chris é capitão de um esquadraõ da B.S.A.A, após ver seu pelotão ser transformado em monstros por Carla Radames, ele sofre uma contusão na cabeça que resulta em amnésia.
Chris é CA-PI-TÃO de um esquadrão e mesmo assim ele consegue escapar, não tem um grupo disposto a ajuda-lo a se lembrar do que aconteceu, simplesmente ele acorda, sente uma culpa grande pelo o que fez e pronto, fugiu e ficou bebendo pelos bares, sério se a B.S.A.A cuida assim do seu capitão, imagine com os soldados, tá que nem a saúde do Brasil hein ?
Uma pessoa na posição de Chris, quando sofresse um acidente do tipo, ainda mais diagnosticado, deveria ter sido notificado ao parente mais proximo, no caso Claire, que mesmo que não jogável, poderia simplesmente aparecer no game para fazer com que Chris lembrasse de algo, ou simplesmente tomando conta dele enquanto ele estivesse desmemoriado, mas a cena do bar foi uma ótima introdução para Piers, mas nele chegaremos depois, se não fosse por Claire, por Jill que é completamente próxima a Chris, ou até Sheva....
Depois disso vemos Chris se transformar em uma máquina impiedosa de vingança, ao mesmo tempo que tenta proteger seus comandados, sem sucesso, é quando é confrontado por Piers mais uma vez.
É quando temos a primeira e maior decepção em termos de enredo do game: O encontro de Leon e Chris. Tudo não passa de um pequeno confronto as escuras, enquanto Leon protege quem ele pensa ser "Ada"(o cara não aprende) e Chris quer mata-la, o dialogo dura praticamente a mesma coisa que acontece no trailer, deixando a foto de divulgação e tudo mais apenas em um hype broxante.
Nisso "Ada" foge e Leon fala que Chris vai fazer a coisa certa, e pronto! O cara simplesmente volta ao normal do nada.
Agora ao aproveitamento de personagens: Wesker foi um vilão carismático, mas sua hora finalmente chegou, pra manter o "legado" do personagem, nos entregam Jake, que usa golpes físicos parecidos com os do pai, tem um pouco de carisma, mas totalmente diferente do pai, sendo que pela cronologia do game, Jake não deveria nem existir, visitem o revilwiki(link no final da matéria)para mais informações concretas,mas voltando... Obviamente Chris e Jake haveriam de se confrontar em determinado momento, fora a impressão de que Chris tem de que conhece Jake, o confronto consegue ser mais decepcionante do que o de Chris com Leon, passando para a campanha de Jake um pouco, nela o mercenário acompanhado de Sherry Birkin(que praticamente foi jogada de paraquedas no game) questiona a relação sanguínea que tem com o pai, e recrimina tudo que ele tentou fazer, mas ao saber que Chris matou Wesker, ele vai e ameaça matar Chris, tudo isso pra que ? Criar um climax bobo no game, fora que a forma que Chris descobre que Jake é filho de Wesker é pifia, Leon simplesmente joga a bomba no colo de Chris, sendo que Leon sequer comenta o fato que Jake é filho de Wesker, mesmo quando descobre essa informação, apesar de Leon e Wesker nunca terem se confrontado, Leon sabe de tudo que Wesker tentou fazer,ainda mais por Ada trabalhar para Wesker em RE4.
Eu até gostaria de, em um Resident 7 ou algum outro spin off, ver Jake por exemplo, na B.S.A.A ou lutando ao lado de Chris sem remorso, ou então uma forma de Chris contar em detalhes quem era Wesker.
Agora sobre Piers, o personagem conseguiu conquistar o público, confrontando Chris diversas vezes, e sendo uma voz da razão para seu capitão, seu sacrifício foi a melhor cena do game(podendo até dar vazão para umas piadas) mas a Capcom achou que como Sheva, que foi mais odiada pelo fato de dar trabalho para Chris em RE5, gastando ervas e munição como uma desesperada ou morrendo quando estava longe de você, ninguém iria gostar do personagem então fizeram o que ? Mandaram o cara pra vala! Desperdício, mas do jeito, é capaz de ter mais um spinoff onde Piers seja jogável, fora o mangá Marhara Desire onde ele está presente.
Bem, detalhados os erros da campanha de Chris, vamos ver o defeito geral dos vilões do game.
Derek Simmons poderia ter uma capacidade decente de vilão, o conselheiro de segurança nacional causar um ataque bioterrorista ? Seria uma boa reviravolta política, mas não! O que vemos fomos um bobo apaixonado que acabou criando a verdadeira vilã do game, Carla Radames, que foi transformada em Ada Wong porque Simmons queria uma só pra si depois que a verdadeira deu o pé no cara, Carla gostava de Simmons, mas ao ver tudo que aconteceu com ela, ela decide acabar com Simmons e seu sistema, uma referencia aos ilumminati, onde a família toma conta do mundo inteiro e botar a culpa na Ada,afinal na cabeça de Carla, se Ada não existisse ela não teria sofrido isso tudo, ou seja, de uma promessa de um clã secreto, de uma nova ordem mundial, temos uma intriga de novela que acabou envolvendo todo mundo.
Pra não citar o exagero absurdo de Simmons, em ao invés de mandar Helena matar o presidente(já que ele tinha a irmã da mesma como refém)ou qualquer outro ou até ele mesmo, o que o cara faz ? Ele simplesmente libera um ataque bioterrorista e transforma o presidente em Zumbi! Porra, precisava disso tudo? Tá vendo Saddler? Porque você não fez isso no RE4?
Quanto a Carla, o nome dela e como ela se tornou Ada, são muito mal explicados no game, deixando isso apenas para quem lê documentos, que são habilitados através dos emblemas de serpente, deixando a experiência in game fraca e sem o hype que Resident Revelations causa a cada capítulo por exemplo.
Logo o grande erro de continuação do game, logo no trailer onde ela encontra Jake e o chama de Wesker Jr, ela diz que o cientista era um "imbecil colossal que tentou destruir o mundo", ai você pensa: O lance dela é só se vingar do Simmons então ? Não! O que aconteceu foi que no decorrer do jogo vemos uma versão perua do Wesker, dizendo que vai destruir o mundo e tudo mais, como assim ?! A mulher fala mal do cara por ele querer destruir o mundo, e depois tenta largar um bicho gigante para infectar o mundo inteiro... E ela ia ficar sozinha lá e o escambau! O mesmo erro ridículo que Wesker cometeu, mais fácil os dois mostrarem o que suas armas podiam fazer e pedir uma grana(por mais piegas que isso possa ser)do que sair destruindo tudo sem motivo, governar um mundo de minhocas de petróleo ? Ou um mundo cheio de bichos irracionais que podem se voltar contra você a qualquer momento ? Seria mais fácil deixar essas armas como uma forma de persuação e tomar conta do mundo inteiro, apesar de Wesker clamar querer ser um Deus... Seria muito mais prático ele fazer isso, já que ele pode parar e atirar misseis com a mão né ?
A organização Veltro de Re Revelations ao menos tinha essa premissa, em Resident 4, Saddler queria apenas derrubar os E.U.A com armas biológicas, alegando que o país é uma grande potencia e bla bla, um Bin Laden com recursos diferentes(a começar pelo fato de conseguir sequestrar a filha do presidente)mas em Re6? Eles simplesmente pegaram os personagens queridos(nem todos é verdade) uma ideia de call of duty ali, uma jogabilidade melhorada aqui e misturaram no liquidificador sem dar importância para o enredo.
Pra não citar o fato de que os gráficos parecem serem inferiores a RE5, não muito sim, mas devido ao esforço de colocar campanhas, modos multiplayer, mercenaries e tudo mais, eles acabaram por reduzir o gráfico, triste, mas até dá pra relevar, o gráfico de RE 6 está longe de ser ruim.
Já que houveram tantas comparações com RE 4 e 5 ao menos no quesito jogabilidade o jogo se estabilizou, afinal como pode em um jogo, onde você está sempre no papel de agentes treinados, você não ser capaz de andar e atirar, correr de verdade e rolar para escapar de ataques? Ao menos nisso acho que RE 6 acertou em cheio, pra não dizer a mira também.
Não me entendam mal, eu gosto bastante de RE 6, foi o primeiro jogo que comprei para meu ps3, mas temos que ser coerentes e admitir que em termos de história, RE 6 foi muito mal, se ele tivesse os diversos modos multiplayer gratuitos logo no lançamento talvez teria ido bem de vendas, mas como a Capcom AMA um DLC... Deu no que deu...
Bem, fico por aqui... Até uma próxima!
Como estão as coisas por ai? Aqui tá tudo na mesma e tal, bem eu tenho jogado um bocado de RE 6 já que ele está em um processo de "platinação" e por conta disso acabei vendo muitos erros na história não só do 6 mas de um modo geral após o 4. Sem mais delongas vamos ver se alguém concorda com o que eu tenho a dizer.
Resident Evil 6 apresentou uma ideia promissora, com 4 protagonistas jogáveis em campanhas separadas e tudo mais, a volta a lugares apertados e zumbis na campanha de Leon, mas acabamos vendo erros de continuidade na história que fazem até os filmes de Resident Evil (os live actions) soarem mais competentes(por mais que me doa dizer isso)
Vamos lá começando pela campanha de Chris:
Chris começa o game bebendo desmemoriado em um bar quando seu antigo parceiro o novo personagem Piers Nivans o encontra e mostra fotos de homens que morreram sob o comando de Chris, Chris se lembra e então é despachado para China e depois de uma fase em flashback vemos o primeiro erro: Chris é capitão de um esquadraõ da B.S.A.A, após ver seu pelotão ser transformado em monstros por Carla Radames, ele sofre uma contusão na cabeça que resulta em amnésia.
Chris é CA-PI-TÃO de um esquadrão e mesmo assim ele consegue escapar, não tem um grupo disposto a ajuda-lo a se lembrar do que aconteceu, simplesmente ele acorda, sente uma culpa grande pelo o que fez e pronto, fugiu e ficou bebendo pelos bares, sério se a B.S.A.A cuida assim do seu capitão, imagine com os soldados, tá que nem a saúde do Brasil hein ?
Uma pessoa na posição de Chris, quando sofresse um acidente do tipo, ainda mais diagnosticado, deveria ter sido notificado ao parente mais proximo, no caso Claire, que mesmo que não jogável, poderia simplesmente aparecer no game para fazer com que Chris lembrasse de algo, ou simplesmente tomando conta dele enquanto ele estivesse desmemoriado, mas a cena do bar foi uma ótima introdução para Piers, mas nele chegaremos depois, se não fosse por Claire, por Jill que é completamente próxima a Chris, ou até Sheva....
Depois disso vemos Chris se transformar em uma máquina impiedosa de vingança, ao mesmo tempo que tenta proteger seus comandados, sem sucesso, é quando é confrontado por Piers mais uma vez.
É quando temos a primeira e maior decepção em termos de enredo do game: O encontro de Leon e Chris. Tudo não passa de um pequeno confronto as escuras, enquanto Leon protege quem ele pensa ser "Ada"(o cara não aprende) e Chris quer mata-la, o dialogo dura praticamente a mesma coisa que acontece no trailer, deixando a foto de divulgação e tudo mais apenas em um hype broxante.
Nisso "Ada" foge e Leon fala que Chris vai fazer a coisa certa, e pronto! O cara simplesmente volta ao normal do nada.
Agora ao aproveitamento de personagens: Wesker foi um vilão carismático, mas sua hora finalmente chegou, pra manter o "legado" do personagem, nos entregam Jake, que usa golpes físicos parecidos com os do pai, tem um pouco de carisma, mas totalmente diferente do pai, sendo que pela cronologia do game, Jake não deveria nem existir, visitem o revilwiki(link no final da matéria)para mais informações concretas,mas voltando... Obviamente Chris e Jake haveriam de se confrontar em determinado momento, fora a impressão de que Chris tem de que conhece Jake, o confronto consegue ser mais decepcionante do que o de Chris com Leon, passando para a campanha de Jake um pouco, nela o mercenário acompanhado de Sherry Birkin(que praticamente foi jogada de paraquedas no game) questiona a relação sanguínea que tem com o pai, e recrimina tudo que ele tentou fazer, mas ao saber que Chris matou Wesker, ele vai e ameaça matar Chris, tudo isso pra que ? Criar um climax bobo no game, fora que a forma que Chris descobre que Jake é filho de Wesker é pifia, Leon simplesmente joga a bomba no colo de Chris, sendo que Leon sequer comenta o fato que Jake é filho de Wesker, mesmo quando descobre essa informação, apesar de Leon e Wesker nunca terem se confrontado, Leon sabe de tudo que Wesker tentou fazer,ainda mais por Ada trabalhar para Wesker em RE4.
Eu até gostaria de, em um Resident 7 ou algum outro spin off, ver Jake por exemplo, na B.S.A.A ou lutando ao lado de Chris sem remorso, ou então uma forma de Chris contar em detalhes quem era Wesker.
Agora sobre Piers, o personagem conseguiu conquistar o público, confrontando Chris diversas vezes, e sendo uma voz da razão para seu capitão, seu sacrifício foi a melhor cena do game(podendo até dar vazão para umas piadas) mas a Capcom achou que como Sheva, que foi mais odiada pelo fato de dar trabalho para Chris em RE5, gastando ervas e munição como uma desesperada ou morrendo quando estava longe de você, ninguém iria gostar do personagem então fizeram o que ? Mandaram o cara pra vala! Desperdício, mas do jeito, é capaz de ter mais um spinoff onde Piers seja jogável, fora o mangá Marhara Desire onde ele está presente.
Bem, detalhados os erros da campanha de Chris, vamos ver o defeito geral dos vilões do game.
Derek Simmons poderia ter uma capacidade decente de vilão, o conselheiro de segurança nacional causar um ataque bioterrorista ? Seria uma boa reviravolta política, mas não! O que vemos fomos um bobo apaixonado que acabou criando a verdadeira vilã do game, Carla Radames, que foi transformada em Ada Wong porque Simmons queria uma só pra si depois que a verdadeira deu o pé no cara, Carla gostava de Simmons, mas ao ver tudo que aconteceu com ela, ela decide acabar com Simmons e seu sistema, uma referencia aos ilumminati, onde a família toma conta do mundo inteiro e botar a culpa na Ada,afinal na cabeça de Carla, se Ada não existisse ela não teria sofrido isso tudo, ou seja, de uma promessa de um clã secreto, de uma nova ordem mundial, temos uma intriga de novela que acabou envolvendo todo mundo.
Pra não citar o exagero absurdo de Simmons, em ao invés de mandar Helena matar o presidente(já que ele tinha a irmã da mesma como refém)ou qualquer outro ou até ele mesmo, o que o cara faz ? Ele simplesmente libera um ataque bioterrorista e transforma o presidente em Zumbi! Porra, precisava disso tudo? Tá vendo Saddler? Porque você não fez isso no RE4?
Quanto a Carla, o nome dela e como ela se tornou Ada, são muito mal explicados no game, deixando isso apenas para quem lê documentos, que são habilitados através dos emblemas de serpente, deixando a experiência in game fraca e sem o hype que Resident Revelations causa a cada capítulo por exemplo.
Logo o grande erro de continuação do game, logo no trailer onde ela encontra Jake e o chama de Wesker Jr, ela diz que o cientista era um "imbecil colossal que tentou destruir o mundo", ai você pensa: O lance dela é só se vingar do Simmons então ? Não! O que aconteceu foi que no decorrer do jogo vemos uma versão perua do Wesker, dizendo que vai destruir o mundo e tudo mais, como assim ?! A mulher fala mal do cara por ele querer destruir o mundo, e depois tenta largar um bicho gigante para infectar o mundo inteiro... E ela ia ficar sozinha lá e o escambau! O mesmo erro ridículo que Wesker cometeu, mais fácil os dois mostrarem o que suas armas podiam fazer e pedir uma grana(por mais piegas que isso possa ser)do que sair destruindo tudo sem motivo, governar um mundo de minhocas de petróleo ? Ou um mundo cheio de bichos irracionais que podem se voltar contra você a qualquer momento ? Seria mais fácil deixar essas armas como uma forma de persuação e tomar conta do mundo inteiro, apesar de Wesker clamar querer ser um Deus... Seria muito mais prático ele fazer isso, já que ele pode parar e atirar misseis com a mão né ?
A organização Veltro de Re Revelations ao menos tinha essa premissa, em Resident 4, Saddler queria apenas derrubar os E.U.A com armas biológicas, alegando que o país é uma grande potencia e bla bla, um Bin Laden com recursos diferentes(a começar pelo fato de conseguir sequestrar a filha do presidente)mas em Re6? Eles simplesmente pegaram os personagens queridos(nem todos é verdade) uma ideia de call of duty ali, uma jogabilidade melhorada aqui e misturaram no liquidificador sem dar importância para o enredo.
Pra não citar o fato de que os gráficos parecem serem inferiores a RE5, não muito sim, mas devido ao esforço de colocar campanhas, modos multiplayer, mercenaries e tudo mais, eles acabaram por reduzir o gráfico, triste, mas até dá pra relevar, o gráfico de RE 6 está longe de ser ruim.
Já que houveram tantas comparações com RE 4 e 5 ao menos no quesito jogabilidade o jogo se estabilizou, afinal como pode em um jogo, onde você está sempre no papel de agentes treinados, você não ser capaz de andar e atirar, correr de verdade e rolar para escapar de ataques? Ao menos nisso acho que RE 6 acertou em cheio, pra não dizer a mira também.
Não me entendam mal, eu gosto bastante de RE 6, foi o primeiro jogo que comprei para meu ps3, mas temos que ser coerentes e admitir que em termos de história, RE 6 foi muito mal, se ele tivesse os diversos modos multiplayer gratuitos logo no lançamento talvez teria ido bem de vendas, mas como a Capcom AMA um DLC... Deu no que deu...
Bem, fico por aqui... Até uma próxima!
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domingo, 12 de janeiro de 2014
Especial - Recap 2013
Salve salve meu povo! Eu ia fazer esse post antes do final do ano, mas como aqui na sede estamos com um problema sério de falta de água e o calor insuportável, eu acabei deixando por adiar, além da preguiça desse que voz escreve.
Bem, 2013 se foi e com ele muitas surpresas e decepções, e então decidi fazer uma retrospectiva aqui, mais propriamente de games, já que na música não houveram muitas novidades relevantes(e eu não estou andando muito ligado em música atualmente)
Alguns dos jogos eu já falei por aqui, outros não, eu indicarei quais para que vocês possam dar uma avaliada melhor, e não só em relação a games lançados nesse ano, mas sim todos que eu joguei pela primeira vez nesse ano.
Sem mais demoras, vamos ao "recap 2013"
DmC - Devil May Cry
Bem, 2013 se foi e com ele muitas surpresas e decepções, e então decidi fazer uma retrospectiva aqui, mais propriamente de games, já que na música não houveram muitas novidades relevantes(e eu não estou andando muito ligado em música atualmente)
Alguns dos jogos eu já falei por aqui, outros não, eu indicarei quais para que vocês possam dar uma avaliada melhor, e não só em relação a games lançados nesse ano, mas sim todos que eu joguei pela primeira vez nesse ano.
Sem mais demoras, vamos ao "recap 2013"
DmC - Devil May Cry
Sem dúvida o game mais controverso de 2013, e que calou a minha boca em níveis inimagináveis, o reboot da famosa franquia da capcom, conseguiu arrancar 99% de rejeição em seu primeiro trailer, ao trazer um Dante totalmente reformulado, como vocês podem ver acima.
Porém conforme foram liberadas informações do game, como história e gameplay o jogo se mostrou digno de atenção, e quando a demo foi liberada, eu queimei a minha lingua.
A história se passa da seguinte forma, toda humanidade é escrava de demônios, que nos controlam com bebidas, programas de tv e cameras de vigilância, no meio disso está Dante, um Nephelim(no game apontado erroneamente como um filho de um anjo e um demônio) que não dá importância pra nada e caça demônios e come tudo que é mulher, até que um dia uma mulher bate em sua porta dizendo que ele está em perigo porque um caçador está na sua cola, dai ele é arrastado para o Limbo onde as batalhas do jogo ocorrem, depois de derrotar o caçador, ele é apresentado a Vergil, que se diz ser seu irmão e oferecendo respostas sobre seu passado.
O enredo é simples e direto, sem muita frescura e porque não bem elaborado também? Apesar de apresentar figuras lendárias de uma forma desinformada, como um chefe chamado de Succubus, no game um bicho nojento que parece um verme, quando na verdade as succubus são mulheres lindas que devoram nossas almas em sonhos, a mais famosa é Morrigan de Darkstalkers.
O gameplay do jogo diferencia pelo sistema de camera livre,controlada pelo analógico direito, e a ausência de um botão para travar a mira, marca registrada da série, assim como as armas, que tem duas categorias: Demoniacas e angelicais, as demoníacas tem como característica serem mais fortes e causarem mais dano porém sendo lentas, e as angelicais sendo mais para atingir vários inimigos com um ataque só, e Dante pode escolher entre puxar um inimigo ou se impulsionar até ele.
Além disso existem seções de plataforming que usam da habilidade de puxar/se impulsionar, dando uma dinâmica diferente para o game.
Como se trata de um game da Capcom, temos DLCs, como a roupa clássica de Dante e um capítulo especial que te coloca no papel de Vergil, contando o que aconteceu com o antagonista(sim, ele ainda é o chefe final) depois do final do game.
Resumindo, aceite o visual do personagem, e jogue o game pois ele é excelente ! Sem mais nem menos, e ainda mais espetacular na versão pc, onde o game roda a 60 fps por segundo.
Metal Gear Rising Revengance.
Sem dúvida o meu game predileto de 2013, meu xodó etc e tal.
Já falei dele em um post, portanto só voltar ali no histórico que vocês vão ter mais detalhes.
A verdade é que eu não joguei nenhum Metal Gear, e a fama do game é ter uma história detalhada, e com esse game não é diferente, ele tem muitas informações que só quem jogou os metal gears anteriores vai entender.
A jogabilidade ? Porra meu irmão, cortar o que você quiser e do jeito que você quiser ? Batalhas contra robôs gigantes, um cara normal pegar um robô pelo braço e lançar ? Get fucking Hype!!!!!
Apesar de curto, mesmo tendo duas campanhas por DLC(que recentemente vieram gratuitamente nos servidores!)
Bayonetta
Esse é um dos games que me impulsionou a comprar o ps3, implorei a um amigo que me emprestasse mas nunca consegui pegar, até que consegui ele pela psn americana.
Bayonetta é de 2009, e foi criado por Hideki Kamyia, o criador de Dante, logo você pode esperar um gameplay semelhante, além do exibicionismo ainda mais exarcerbado por conta da beleza da personagem.
Só que diferente do caçador de demônios, Bayonetta é uma bruxa nascida de uma união proibida entre uma das bruxas de seu clã, as bruxas Umbra e um mago do grupo Lumen, que caça informações em relação ao seu passado após ter sido acordada de um sono de 500 anos, e caça anjos(que parecem mais como demônios, dado a forma que eles ficam depois de apanhar)na verdade eu me perco um pouco na história ainda, por isso não escrevi direito sobre o game.
Apesar de usar algumas armas brancas e de fogo, a caraterística principal da personagem é que ela luta principalmente com as mãos, e suas pistolas, empunhadas tanto nas mãos quanto nos pés(?!)e também conta com feitiços em que ela fica quase nua e todo o seu cabelo, que forma a roupa que ela veste, formam animais para devorar os inimigos ou simplesmente para finalizar um combo, é algo que dá aquela sensação de hype nas batalhas.
Como é um game um tanto quanto antigo, ele não conta com DLCs, mas mesmo assim é um game completamente divertido e desafiador.
E capcom, já que você fez um rpg crossover com a Namco e a Sega, tá na hora do de luta, pra colocar Bayonetta e Dante frente a frente hein ?
Resident Evil Revelations:
Esse eu já havia jogado um pouco no Nintendo 3Ds, mas só completei no pc, quando saiu uma adaptação(as vezes o fato da capcom ser mercenária ajuda).
Esse seria o Resident Evil perfeito por unir tudo que os fãs pedem, o terror, a escassez de munição, e o suspense, que graças a forma que a história é contada no game, com ganchos típicos de novelas e séries entre um capítulo e outro, um enredo absurdamente intrigante com diversas reviravoltas, e a jogabilidade semelhante ao Resident 6 onde você finalmente pode andar e atirar, além de se esquivar(apesar da esquiva do RE 6 ser bem melhor que a desse jogo)
A versão pc teve obviamente texturas remodeladas, e alguns extras a mais que definitivamente compensam a compra ou download do game.
Injustice - Gods Among Us - Ultimate Edition
Esse foi um jogo que pra mim acabou sendo bem meia boca, não por ser um jogo ruim, mas sim por talvez aparecer em uma fase da minha vida em que eu não estava bem com cabeça pra jogar ou por ter uma temática que não me agradasse tanto, já que não sou tão fã dos personagens da DC.
Apesar de ser dos mesmos criadores de Mortal Kombat, o game finalmente tem a defesa normal, que é apertando para trás mas tem os personagens menores que no outro game citado, e é claro a exemplo do já citado game, ele foi lançado, depois lançaram uma porrada de DLC pro jogo e logo depois lançaram a versão completa do mesmo que até contém o Scorpion fazendo uma pontinha.
Já na jogabilidade foi implementado um botão chamado de "trait" que faz com que cada personagem ative sua habilidade especial, exatamente como em Blazblue, Batman por exemplo chama alguns morcegos mecânicos para ou protege-lo ou para atacar, Super Homem fica mais forte e por ai vai, além de transições de cenários animais.
A história tem base no arco Injustiça da DC, e é extremamente bem contada aos moldes do modo história de Mortal Kombat, nela Coringa cansa de encher o saco do Batman e vai mexer com o Superman, colocando uma bomba em Metropolis e deixando o Superman alucinado com o gás do espantalho, assim sendo quando ele vê Lois ele pensa que é o Apocalipse, assim sendo ele leva Lois para o espaço e ao chegar lá obviamente ela morre, estando grávida do filho do Kriptoniano, e quando ela morre, a bomba em Metrópolis explode por estar ligada diretamente aos batimentos do coração de Lois.
Superman fica puto da vida com o Coringa obviamente tão puto que mata o palhaço e dai ele começa uma tirania pelo mundo, matando quem se opõe a ele, e então o Batman dessa realidade consegue transportar o Batman e o Coringa da nossa realidade atual para ajudar a parar o Superman, na verdade eu me perdi um pouco com a história, vou jogar de novo para ver se lembro rs, mas fora isso, ele acaba sendo simplesmente mais do mesmo em termos de games de luta
O mais legal do game, é que ele conta com boa parte dos dubladores do desenho da liga da Justiça que passava nas manhãs do SBT(infelizmente o único que não é o mesmo do desenho é o do Batman, que era um dos melhores)
Remember Me.
Esse ao contrário de Injustice foi um game que veio sem muito alarde, mas que se provou bem divertido e interessante.
Se passado em um futuro não tão distante, as memórias das pessoas podem ser apagadas e recuperadas ao nosso bel prazer, mas obviamente tem gente que vai contra isso, e estamos na pele de Nilin uma caçadora de memórias parte para destruir a principal empresa responsável por esse sistema, controlada pela sua mãe.
O jogo tem uma mistura de Batman Arkham, no sistema de batalhas um pouco de Uncharted em termos de escalar umas plataformas aqui e ali e sua caraterística principal, os puzzles, onde hora você tem que acessar memórias antigas que você invadiu para ter pistas para resolver ou alguns onde você precisa alterar a memória de uma pessoa para que ela pense de uma forma diferente ou para que ela passe para o seu lado, sem dúvida a maior inovação do game.
Mesmo com gráficos competentes e uma jogabilidade simples e rápida, o game infelizmente não fez tanto sucesso.
The Last Of Us
E para fechar o ano de 2013, nada mais justo que falar do melhor game do ano na opinião de diversas revistas e sites(embora alguns ainda querem insistir que GTA seja melhor)
Um review detalhado se encontra no blog só dar uma olhada.
Mas mesmo assim Last Of Us merece todos os créditos, é absurdamente desafiador, intrigante com lindos gráficos e com uma história envolvente.
Vou ficando por aqui, até a proxima!
domingo, 6 de outubro de 2013
Arquivo 33 - Rock In Rio - Dessa vez eu fui!
Salve salve, estamos de volta, depois de um mês sem internet em
casa, finalmente estou de novo aqui!
Como todos bem sabem, a algumas semanas houve o Rock In Rio(eu tinha que postar esse post na semana seguinte ao show, mas acabei enrolando como sempre)e diferente de 2011 eu fui! E nem é preciso dizer em qual dia que eu fui né ?
Pois bem, agora temos uma avaliação longa e passiva a fazer, vamos
a um relato de um fã que depois de 9 anos conseguiu ir para o show da sua banda
favorita e quase morreu em um outro show.
Domingo 22 de setembro - 9:30 da manhã:
Obviamente acordei desesperado e com uma noite de sono mal
dormida, porém como havia combinado de encontrar uns amigos em Santa Cruz as 14
horas(horário bem longe do que o certo)fiquei tranquilo quanto a tirar um
cochilo a tarde.
Não havia água em Mangaratiba, logo tive que ir para Itaguaí para
poder tomar banho, e logo que o ônibus arrancou e seguia seu caminho, me
lembrei que esquecera o ingresso!! O animal volta e pega o devido e se manda
pra Itaguaí.
Entre 10 e 13 horas:
Entre discussões e cochilos, consigo finalmente almoçar, tomar o meu banho e partir para lá, fora dito que não poderiam ser levadas garrafas d'água, então me hidratei o suficiente para ir até o ponto de ônibus, carregando na mochila um casaco, uma camisa e umas barras de cereal para tentar manter a energia no evento.
Entre discussões e cochilos, consigo finalmente almoçar, tomar o meu banho e partir para lá, fora dito que não poderiam ser levadas garrafas d'água, então me hidratei o suficiente para ir até o ponto de ônibus, carregando na mochila um casaco, uma camisa e umas barras de cereal para tentar manter a energia no evento.
14:20 até 16:00
Ao chegar lá, a pessoa que eu esperava atrasou, papo de uns 10
minutos, logo pegamos nosso ônibus e partimos para a estação alvorada, a viagem
foi bem rápida, dado o tanto de conversa que tivemos no ônibus, chegando na
estação foi fácil descobrir para onde ir: Bastava seguir o tanto de gente com
roupas pretas, técnica que usei quando ainda tocava em bandas.
Os ambulantes já estavam pairando desde a alvorada, oferecendo
cervejas a 5 reais(uma boa dado o preço ridículamente elevado do festival) e
mais ridículo ainda eram os evangélicos oferecendo bíblias e livros sobre
religião gratuitamente para quem passasse ali, imagino o quanto de tempo que
eles perderam ali.
Tempo meu caro, uma palavra de significado longo e extenso nesse
dia, depois de descer no ponto indicado, tivemos que andar uns 10km mais ou
menos, um trajeto que eu faço pelo menos 2 vezes na semana, em 20 minutos,
porém nesse dia ele durou quase uma hora, e o motivo você confere abaixo.
Sim, eu estava mais ou menos no começo/meio do caminho, e a fila
demorava a andar, dado a revista, porém a mesma foi pífia, talvez para adiantar
a entrada do público, a minha amiga que estava comigo e muitas outras pessoas
no meio do caminho disseram que esse foi o dia mais cheio do evento, e
realmente, estava um verdadeiro caos, creio que foram 85 mil pessoas, mas
sinceramente, aparentava ter muito mais.
A entrada no festival:
Depois de passar pela revista o caminho até a cidade do rock fluiu
muito melhor, e em menos de 10 minutos já estávamos lá dentro, porém dado o
atraso acabei perdendo os shows do Viper e do Destruction(sendo esse um que eu
queria ver) e acabei encontrando uma amiga por lá, e fiquei com ela para
descansar enquanto esperava o show do slayer.
Chegando lá algo me fez perder a fome, talvez os excessivos preços
e o conforto de ter barras de cereal e biscoitos na mochila tenham me mantido
de pé, o cigarro também ajudou a mascarar a fome, mas tudo se dava ao êxtase de
estar lá, fora os preços também como já citei antes,só um copo, sim UM COPO de Heiniken custava 10 reais(e eu tomei uns 3
ou 4).
Enquanto o Helloween terminava sua apresentação eu estava
tranquilamente descansando na grama, e assim permaneci até o começo do tal do
Kiara Rocks, a banda sabia bem onde se meteu ao abrir o show com Aces Of Spades
do Motorhead, depois de mandar algumas músicas próprias a banda tirou a última
carta da manga, chamando Marcão(ex Charlie Brown Jr) e Paul Di'Anno! No momento
em que o nome dele foi anunciado, eu pulei da grama e corri para o palco, e vi
ele cantar Highway to Hell, Biltkrieg bop e Wrathchild, e então voltei para
onde estava, ou ao menos tentei, já que acabei me perdendo de quem estava, a
essa altura diversas pessoas estavam me procurando pra ficar perto de mim
quando o Iron começasse, mas o evento estava muito cheio, e minha bateria
praticamente zerada(o telefone não aguenta carga, fora o fato de que eu estava
filmando algumas coisas e postando com frequencia no facebook)
Slayer: A minha vida diante dos meus olhos, e não no bom sentido!
Bem, começava então os preparativos para o show do Slayer,
enquanto o Sepultura detonava com Zé Ramalho, admito que queria ver o show, mas
fiquei no palco mundo para já ir garantindo lugar no Iron(a aquela altura eu
almejava ficar na grade, ou um pouco mais perto, um ledo engano)deixando o
Sepultura de lado, acabei não vendo nenhum show do sunset, e logo que o show
acabou, os roadies do Slayer passeavam de um lado ao outro fazendo os ajustes
finais, e enquanto isso eu lutava para conseguir um lugar decente, e havia
achado, mais ou menos por aqui:
Eu teria uma boa visão do palco e estaria
bem perto, dado a minha altura também, como pode se ver na foto.
Mas e ai, o que aconteceu? Assim que Tom
Araya e compania mandaram os primeiros acordes de World Painted Blood, o mar de
gente ficou de ressaca, foi um empurra-empurra bizarro e eu fui levado pra cada
vez mais perto da grade e sendo mais batido do que carne de segunda, usei das
rodas de mosh pra chegar cada vez mais perto do palco, e conforme eu ia
chegando e parando em alguns cantos eu ia notando o quão boa a banda estava,
tirando apenas o fato da guitarra de Gary Holt ficar muda em alguns momentos no
começo do show, a banda estava lá pra mandar o seu thrash metal sem frescura,
sem conversa com o público e nada, só porrada do começo ao fim: Disciple,
Season In The Abyss, Die By Sword, Raining Blood, Dead Skin Mask, War Ensable,
Hate Worldwide e uma homenagem foda a Jeff Hanneman a partir de Angel of Death, exibindo o simbolo da
Heiniken com o seu nome, o que ele usava em suas guitarras, e diversas imagens
do guitarrista ficaram passando nos telões.
Ao final do show, eu já estava
praticamente colado no palco, mais espremido que suco de laranja, suando e
tentando pegar um pouco de ar, por diversas vezes tentei chegar a grade para
ser retirado e levado ao pronto socorro, ou simplesmente para pegar um pouco de
ar, demorei uns 20 minutos para conseguir sair de la, quase desmaiando, quando
encontrei a amiga que havia desencontrado no show do Kiara.
A hora que eu esperei a 9 anos:
Bem, o plano já era esse: Usar o show do
Avenged Sevenfold para descansar, ou então chegar mais perto da grade, mas
depois do show do slayer, desisti dessa ideia, e fiquei lá até que o Avenged
acabasse.
Não que eu seja totalmente contra a banda,
gosto de umas duas ou 3 músicas, ao menos tocaram Nightmare e Buried Alive,
duas que eu gosto.
A hora chegou! Eu fui me deslocando pelo
palco mundo, e parei em uma espécie de grade lateral
A banda atrasou uns 10 minutos para entrar(o show estava previsto para começar a meia noite)mas aquela altura nada mais importava, depois de 4 tentativas frustradas de ver a banda ao vivo no Brasil, nada podia me tirar daquele lugar, a não ser que eu tivesse um ataque cardíaco alí mesmo.
O telão começou a exibir imagens de geleiras derretendo, e logo o playback começou:
"seven deadly sins
seven ways to win
seven holy paths to hell and your trip begins...
Seven downard slopes
Seven bloody hopes
Seven are your burning fires
Seven your desires"
E logo em seguida o sexteto britânico entrou no palco logo após uma explosão,e sairam detonando os riffs de Moonchild, não nego, escorreu uma lágrima assim que o show começou, eu estava bem longe do que eu queria estar(e de certa forma deveria) mas como já disse, eu estava lá e eu iria curtir cada palhetada, cada nota, cada batida na bateria!
E assim fiz, nas músicas seguintes, Can I play with madness, The Prisoner,2 minutes to Midnight e ao término da última Bruce diz seu primeiro boa noite em português tentando se comunicar com o público do evento brincando com as palavras em português que ele diz saber: Cachaça, caipirinha e samba e faz uma pequena menção ao caos que assola o mundo antes de começar Afraid to Shoot Strangers, música que não deveria fazer parte desse set, que deveria englobar apenas músicas até o Seventh Son of a Seventh Son mas mesmo assim foi deveras curioso ver ela sendo executada com as 3 guitarras pela primeira vez, e acabou sooando perfeita!
Tirando o começo do show, o som estava completamente perfeito, a sensação que eu tinha era de estar vendo um DVD ao vivo e editado, mas não! Aquilo lá era o som de verdade da banda e a medida que as músicas tocavam isso ficava mais evidente, tal como The Trooper(que me trouxe mais algumas lagrimas que desciam moderadamente rs) Number of The Beast, que eu não pude ver direito, mas contava com um bode no canto direito do palco e Phantom of The Opera, executada de uma forma belíssima, com direito a pirotécnias e Run to The Hills, onde o primeiro Eddie aparece, vestido como um soldado da guerra civil americana e com uma espada bate na guitarra de Janick Gers e na bateria logo depois, e Wasted Years volta ao set, com um pequeno deslize de Adrian.
Chegou a hora de ver Seventh Son of a Seventh Son ao vivo! E Bruce sobe ao palco com um sobretudo novo e um penteado ridículo! Mas mesmo assim, a música que nunca me agradou taaanto assim, ficou com uma roupagem nova ao vivo, e como em 88 um Eddie é usado no fundo e Michael Keanny(técnico de baixo de Steve Harris a mais de 30 anos e responsável pelos teclados da banda)fantasiado tocando teclado para dar uma ambientação, mais fogos no final da música.
Dali pra frente mais clássicos, The Clairvoyant, Fear of The Dark e Iron Maiden, usando o Eddie de fundo igual a capa do Seventh Son, e para o bis, a banda volta com Aces High, um verdadeiro desafio a Bruce, cantar essa música depois do bis! The Evil That Man Do continua um clássico, e Running Free fecha o show, com direito até mesmo a um solo de Nicko Mc Brain! Coisa que ele não fazia a mais de sei lá quantos anos! E depois um Bruce brincalhão, trazendo uma cerveja exclusiva da banda - a Trooper - e dizendo que a cerveja no festival estava ruim e ele tinha que trazer a sua própria.
Depois de apresentar a banda a banda termina o show e fogos de artifício encerram o festival, e Always Look On The Bright Side of Life começa a tocar nos P.As da banda.
A volta pra casa:
Sinceramente não houve muito o que se falar quanto a volta, tudo tranquilo mesmo pra sair da cidade do rock,provavelmente porque muita gente já tinha ido embora antes de acabar o show do Iron, os ônibus vinham um atrás do outro o que quitava o tempo de espera, o mesmo aconteceu para pegar o ônibus para Santa Cruz e tal para Itaguaí, a aquela altura eu já estava completamente destruído de cansaço e só pensava em chegar em casa!
Resumindo:
Foi uma experiência única, o sonho de qualquer pessoa que curte música, já que o Rock In Rio não é mais um evento restritamente ao rock e suas vertentes, porém poderiam pegar mais leve com os preços dos alimentos lá, afinal todo mundo que vai para o festival planeja ficar o dia todo lá, mas o gramado sintético ajuda para descansar, e os banheiros estavam tranquilos, o de 2015 já foi confirmado e se possível(e é claro se o Iron vier de novo)estarei lá de novo!
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Especial: Além da aparência
Salve meu povo, cá estou de novo!
Eu estava lendo uma matéria no site whiplash.net sobre headbangers(erroneamente chamados pela massa de metaleiros)extremistas, que acham que o estilo é absoluto, e que tudo mais não presta, no final dessa postagem vou deixar o link para que vocês possam ler.
E entre um combo e uma caça na internet me veio muito o que comentar sobre o assunto, dado principalmente os últimos acontecimentos sociais envolvendo a minha pessoa, que a humanidade ainda tende muito a seguir a ideia de julgar um livro pela capa, eu mesmo faço isso, e todo mundo já fez isso uma vez na vida,mesmo que involuntáriamente, mas não estamos aqui para julgar.
O que me chamou bastante a atenção foi o fato de que os fãs, sejam eles de quadrinhos, música whatever podem chegar a um nível de fanatismo ridículo, para citar exemplos clássicos: John Lennon e Dimebag Darrel, que foram mortos por fãs que não aceitaram a ideia de ver suas bandas prediletas sendo desmanchadas.
Recentemente fora anunciado que Ben Affleck seria o novo Batman nos cinemas, quem viu o Demolidor ficou tremendo de medo com a notícia, afinal ninguém leva fé no ator(apesar de ele já ter ganho um oscar)e claro foi ameaçado de morte.
Em um caminho inversamente proporcional, existem aqueles que "endeusam" um artista a tal ponto que perdem a noção da realidade, entre pessoas que se cortam com o nome de um artista, feito muito comum entre bangers"posers" e fãs de Justin Bieber até aquelas que defendem o artista independente de como ele se comporte, como exemplo mais recente as fãs que acham que Miley Cyrus estava certa em fazer o que fez na premiação do VMA, onde apareceu com uma "roupa"(parecia mais que ela estava com a calcinha da avó)e se esfregou em um cara lá cujo eu não conheço(mas ele estava vestido de Bettlejuice).
Eu posso chamar essa atitude da Miley de "sindrome de Gaga" já que a cantora também faz aparições extravagantes para ser mais ameno, onde ela apareceu com uma roupa de carne no mesmo festival, entre outras coisas.
Mas Douglas,você é fã de metal, e lá os caras são tão extravagantes ou até mais ridículos quanto elas! Sim, não nego! Tudo tem um certo limite e é ai que entra a ideia que todo mundo poderia ter! Saber diferenciar o que é decente e o que não é e deixar a adoração pelo artista apenas pela sua música.
Um exemplo bem claro disso é a forma que os membros do Restart se vestem, parecem uma fusão de hipster com um pavão, tudo colorido e o mesmo bla bla bla que todo mundo cansou de falar pra criticar a banda.
Porém 90% dos críticos são fãs de metal e boa parte deles gosta de Iron Maiden, assim como esse que vos fala, mas sabiam que eles usavam roupas tão ou até PIORES que as do Restart?
Eram calças coladas, que pareciam retalhos do tipo que minha avó fazia, calças listradas entre outros.
Mas o que eu estou querendo colocar com isso tudo? Simples, a ideia de todo mundo olhar para o próprio umbigo antes de apontar o dedo para criticar algo que é normal do artista, em casos como o da Miley Cyrus, é até justo apontar o dedo, mas não usando seu estilo musical para justificar uma crítica contra ela, afinal é apenas um gosto e não existe nenhuma lei que diga que pessoas de estilos musicais diferentes não possam interagir.
Eu mesmo sofro desse mal, dado minha opinião muitas vezes extremista de anos atrás, muitas pessoas hoje se surpreendem quando falo que gosto de um Jazz ou um Samba, ressalto que apenas é o estilo de música que não escuto em casa, já que o Samba em si toca em tudo que é canto, mas que não tenho nada contra.
O problema é que para a maioria das pessoas, a partir do momento que falo que gosto de Heavy Metal, muitos me olham torto, perguntam se eu como morcego, ou perguntam se eu não gosto de mais nada e as vezes nem precisam olhar, basta me ver com a camisa de uma banda que pronto, eles acham que eu vou queimar uma igreja ou algo do gênero.
O problema que esse tipo de preconceito se dá não apenas com o meu estilo, basta alguém ver um funkeiro pra querer esconder o celular pensando que ele vai te roubar, ou simplesmente saca o fone de ouvido mais próximo para que não escute a música alta que o cara vai colocar no celular sem usar fone.
Eu tenho muitos amigos funkeiros, pagodeiros, sambistas, fãs de reagge, fãs de jazz e me entendo perfeitamente bem com eles desde que não comece aquela ideia de você tem que ouvir alguma coisa além disso, ou que eu tenho que dançar mais, porque por mais que a intenção seja boa, as pessoas tem um pequeno bloqueio no que dizrespeito a sair de sua zona de conforto.
Mas dai entra outro quesito: As aparências enganam, como eu mesmo disse, sou amigo de funkeiros, mas ao olhar para eles você não acredita que eles sejam, pois se vestem socialmente, o que eu quero dizer com socialmente? Simples, usando uma combinação de roupas imparcial, nada que chame a atenção, nem que diga sobre seu estilo musical, no caso dos funkeiros, bonés para trás ou de aba reta, bermudas, pelos da perna etc.
Quase todos meus relacionamentos se dão com mulheres que não tem NADA a ver com o meu estilo musical, e isso não me incomoda em nada, acho que muita gente tenha que sair dessa zona de conforto e pensar um pouco mais além, por que o cara que se veste de preto e não vai pro baile, pode ser tão inteligente e divertido quanto as pessoas que você está acostumado a sair, assim como o cara que se veste de preto pode olhar para uma mulher que está indo pro baile, mas ao conversar com ela pode ver que ela é até mais inteligente do que a garota que você estava de olho.
O último paragrafo pode ter soado meio "desabafo de relacionamento" mas isso se aplica a todos aspectos da convivência social, não precisa achar que está cometendo um sacrilégio ao dançar um pouco em um baile, ou em ouvir uma música que contenha uma guitarra mais pesada, afinal, você nunca vai saber se uma comida é boa se você não provar, então mais uma vez, deixe sua zona de conforto e vá conhecer outras pessoas, independente de ela estar com um chapéu de cowboy ou com uma camisa do Black Sabbath.
Cá está a matéria que eu disse:
http://whiplash.net/materias/opinioes/028180-childrenofbodom.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
Pois bem povo, termino por aqui, até a próxima!
Eu estava lendo uma matéria no site whiplash.net sobre headbangers(erroneamente chamados pela massa de metaleiros)extremistas, que acham que o estilo é absoluto, e que tudo mais não presta, no final dessa postagem vou deixar o link para que vocês possam ler.
E entre um combo e uma caça na internet me veio muito o que comentar sobre o assunto, dado principalmente os últimos acontecimentos sociais envolvendo a minha pessoa, que a humanidade ainda tende muito a seguir a ideia de julgar um livro pela capa, eu mesmo faço isso, e todo mundo já fez isso uma vez na vida,mesmo que involuntáriamente, mas não estamos aqui para julgar.
O que me chamou bastante a atenção foi o fato de que os fãs, sejam eles de quadrinhos, música whatever podem chegar a um nível de fanatismo ridículo, para citar exemplos clássicos: John Lennon e Dimebag Darrel, que foram mortos por fãs que não aceitaram a ideia de ver suas bandas prediletas sendo desmanchadas.
Recentemente fora anunciado que Ben Affleck seria o novo Batman nos cinemas, quem viu o Demolidor ficou tremendo de medo com a notícia, afinal ninguém leva fé no ator(apesar de ele já ter ganho um oscar)e claro foi ameaçado de morte.
Em um caminho inversamente proporcional, existem aqueles que "endeusam" um artista a tal ponto que perdem a noção da realidade, entre pessoas que se cortam com o nome de um artista, feito muito comum entre bangers"posers" e fãs de Justin Bieber até aquelas que defendem o artista independente de como ele se comporte, como exemplo mais recente as fãs que acham que Miley Cyrus estava certa em fazer o que fez na premiação do VMA, onde apareceu com uma "roupa"(parecia mais que ela estava com a calcinha da avó)e se esfregou em um cara lá cujo eu não conheço(mas ele estava vestido de Bettlejuice).
Eu posso chamar essa atitude da Miley de "sindrome de Gaga" já que a cantora também faz aparições extravagantes para ser mais ameno, onde ela apareceu com uma roupa de carne no mesmo festival, entre outras coisas.
Mas Douglas,você é fã de metal, e lá os caras são tão extravagantes ou até mais ridículos quanto elas! Sim, não nego! Tudo tem um certo limite e é ai que entra a ideia que todo mundo poderia ter! Saber diferenciar o que é decente e o que não é e deixar a adoração pelo artista apenas pela sua música.
Um exemplo bem claro disso é a forma que os membros do Restart se vestem, parecem uma fusão de hipster com um pavão, tudo colorido e o mesmo bla bla bla que todo mundo cansou de falar pra criticar a banda.
Porém 90% dos críticos são fãs de metal e boa parte deles gosta de Iron Maiden, assim como esse que vos fala, mas sabiam que eles usavam roupas tão ou até PIORES que as do Restart?
Eram calças coladas, que pareciam retalhos do tipo que minha avó fazia, calças listradas entre outros.
Mas o que eu estou querendo colocar com isso tudo? Simples, a ideia de todo mundo olhar para o próprio umbigo antes de apontar o dedo para criticar algo que é normal do artista, em casos como o da Miley Cyrus, é até justo apontar o dedo, mas não usando seu estilo musical para justificar uma crítica contra ela, afinal é apenas um gosto e não existe nenhuma lei que diga que pessoas de estilos musicais diferentes não possam interagir.
Eu mesmo sofro desse mal, dado minha opinião muitas vezes extremista de anos atrás, muitas pessoas hoje se surpreendem quando falo que gosto de um Jazz ou um Samba, ressalto que apenas é o estilo de música que não escuto em casa, já que o Samba em si toca em tudo que é canto, mas que não tenho nada contra.
O problema é que para a maioria das pessoas, a partir do momento que falo que gosto de Heavy Metal, muitos me olham torto, perguntam se eu como morcego, ou perguntam se eu não gosto de mais nada e as vezes nem precisam olhar, basta me ver com a camisa de uma banda que pronto, eles acham que eu vou queimar uma igreja ou algo do gênero.
O problema que esse tipo de preconceito se dá não apenas com o meu estilo, basta alguém ver um funkeiro pra querer esconder o celular pensando que ele vai te roubar, ou simplesmente saca o fone de ouvido mais próximo para que não escute a música alta que o cara vai colocar no celular sem usar fone.
Eu tenho muitos amigos funkeiros, pagodeiros, sambistas, fãs de reagge, fãs de jazz e me entendo perfeitamente bem com eles desde que não comece aquela ideia de você tem que ouvir alguma coisa além disso, ou que eu tenho que dançar mais, porque por mais que a intenção seja boa, as pessoas tem um pequeno bloqueio no que dizrespeito a sair de sua zona de conforto.
Mas dai entra outro quesito: As aparências enganam, como eu mesmo disse, sou amigo de funkeiros, mas ao olhar para eles você não acredita que eles sejam, pois se vestem socialmente, o que eu quero dizer com socialmente? Simples, usando uma combinação de roupas imparcial, nada que chame a atenção, nem que diga sobre seu estilo musical, no caso dos funkeiros, bonés para trás ou de aba reta, bermudas, pelos da perna etc.
Quase todos meus relacionamentos se dão com mulheres que não tem NADA a ver com o meu estilo musical, e isso não me incomoda em nada, acho que muita gente tenha que sair dessa zona de conforto e pensar um pouco mais além, por que o cara que se veste de preto e não vai pro baile, pode ser tão inteligente e divertido quanto as pessoas que você está acostumado a sair, assim como o cara que se veste de preto pode olhar para uma mulher que está indo pro baile, mas ao conversar com ela pode ver que ela é até mais inteligente do que a garota que você estava de olho.
O último paragrafo pode ter soado meio "desabafo de relacionamento" mas isso se aplica a todos aspectos da convivência social, não precisa achar que está cometendo um sacrilégio ao dançar um pouco em um baile, ou em ouvir uma música que contenha uma guitarra mais pesada, afinal, você nunca vai saber se uma comida é boa se você não provar, então mais uma vez, deixe sua zona de conforto e vá conhecer outras pessoas, independente de ela estar com um chapéu de cowboy ou com uma camisa do Black Sabbath.
Cá está a matéria que eu disse:
http://whiplash.net/materias/opinioes/028180-childrenofbodom.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
Pois bem povo, termino por aqui, até a próxima!
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domingo, 18 de agosto de 2013
Arquivo 032: The Last Of Us
Boa noite galera!
Demorei um pouco menos a aparecer, apesar de estar um pouco distante da sede do blog devido a alguns problemas, mas vamos ao que interessa.
No começo do mês eu adquiri o game Last Of Us, o primeiro exclusivo do ps3 que eu comprei, anunciado no ano passado pela Naughty Dog, a empresa responsável por Uncharted, outro exclusivo do console, conhecido pela sua história e gráficos.
Pois bem, quando eu joguei Uncharted 2 me senti cansado devido a extensão do jogo, que não tem divisão de capítulos nem telas com rankings e derivados e essa temática se mostra presente em Last of Us, só que dessa vez nem ao menos uma aparição do número do capítulo acontece, a jogabilidade é direta e reta, sem pausas para loading entre o que seria uma fase e outra.
Bem, isso pode ser visto como um defeito ou uma qualidade dependendo de qual gênero de jogo você está acostumado,mas não vamos nos ater a esse tipo de detalhe, vamos falar do jogo, que antes de seu lançamento vinha ganhado diversas notas 10 em tudo que era review, e admito que isso me chamou a atenção, apesar de não ser um fator determinante para comprar o jogo(comprar o jogo só porque ele ganhou nota 10 em diversos sites que você visita, ou não comprar porque ele ganhou nota 0 nos mesmos é uma puta de uma infantilidade) me senti compelido a comprar e saber do que se tratava, já que a temática do "apocalipse zumbi" apesar de fatigada ainda me atrai.
O jogo toma início com Joel e sua filha em casa, como se fosse uma situação normal, derrepente a menina acorda com a ligação do seu tio procurando seu pai, e ela se vê em um inferno na Terra, todo mundo sai correndo e pessoas começam a atacar umas as outras com toques de canibalismo.
Joel,seu irmão Tommy e sua filha tentam fugir dali para uma zona segura, porém a menina acaba tomando um tiro por um enviado do governo, a cena é deveras tocante.
Logo 20 anos se passam, e o mundo se encontra em uma situação completamente precária, Joel agora é um traficante de drogas e comida, agora cada vez mais escassa na situação em que o mundo se encontra, cercado por criaturas mortais prontas para lhe devorar a cada instante, se formos comparar com todos os filmes que existem por ai, acho que Last of Us estaria mais parecido com Eu sou a Lenda, dado o fato de que as criaturas não são zumbis e sim outras divididas entre Corredores, Vermes e Estaladores, dos quais eu vou falar mais a frente.
Joel e sua parceira Tess saem para procurar um cara que havia roubado suas armas e mantimentos, e encontram Marlene, a lider de um grupo rebelde chamado de Vaga-lumes, que já estava perto do fim de sua existência, e ela pede que Joel e Tess levem Elle, uma garota de 14 anos até a base do grupo, Joel aceita relutantemente a missão e então o jogo começa com sua premissa básica.
Bem, você pode pensar que o jogo vai ter a mesma câmera de uncharted ou os saltos gigantescos e a munição abundante da série, tire seu cavalinho da chuva! Last Of Us é um jogo de sobrevivência, e consegue lhe colocar bem a par do que é realmente estar em um mundo pandemônico, logo a munição do jogo é absurdamente escassa, você só vai encontrar balas em poucos inimigos, ou em casas de arma ou em outros poucos lugares, e cada tiro tem que valer a pena aqui,pois cada munição está a quilômetros da outra, até mesmo as armas corpo a corpo são limitadas, quebrando após um certo tempo de uso, você pode montar armas mais fortes prendendo tesouras com fitas a um bastão de baseball ou a um cano, mas para isso você precisa achar a fita e a tesoura, e não pense que elas vem inteiras, você precisa achar umas 3 a 4 fitas ou tesouras para completar uma e fortalecer sua arma ou fazer facas.
Dentro do que você pode construir, existem bombas de farpas, de fumaça, coquetéis molotov e até mesmo seus kits médicos, tudo precisa ser feito, são poucas as coisas que podem aparecer inteiras pra você.
Bem, e além disso a escasses de itens se dá também aos itens necessários para evoluir Joel e suas armas, eles vem em uma forma MUITO escassa, de tal forma que você NÃO vai conseguir evoluir Joel nem a metade de suas habilidades na primeira vez que zerar o game, nem perca seu tempo tentando e nem fique frustrado com isso, como por exemplo, para se livrar do ataque de um estalador, você vai precisar de 75 pontos de experiência, só que o que você acha no game são no máximo 10.
E Joel não dispõe da habilidade de seu conterrâneo de empresa, Nathan Drake, sempre que ele ver uma plataforma alta ele vai ter que buscar o auxilio de uma madeira ou uma escada, usando sempre o parceiro que estiver a mão para poder passar para o outro lado.
Sim, os monstros, quase ia esquecendo deles.
Corredores: São humanos recém infectados, ainda não perderam totalmente o dom da visão, mas são relativamente mais fracos.
Estaladores: Esses sim vão lhe dar muito medo e dor de cabeça, tem seu rosto totalmente deformado pela evolução da infecção, perdendo totalmente a visão, porém sua audição é extremamente forte lhe obrigando andar em extremo silêncio, pois se um deles te pegar é MORTE! E a não ser que você tenha conseguido a habilidade de se defender deles e tenha facas em seu inventário, você vai pro beleléu!
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| Que coisa linda do papai! |
Vermes: São os mais fortes dos infectados, possuem uma carapaça protegendo todo seu corpo e são igualmente mortais aos estaladores, além do 1 hit kill, eles também podem tacar bombas de esporos em você, drenando sua energia lentamente.
A ideia de se ter novamente o "1 hit kill" em um game, independente do quanto evoluído você esteja deu um toque de nostalgia ao game(afinal todos os games atuais tendem a ser mais fáceis para atrair jogadores novatos) e um desafio onde você vai se irritar bastante, mas ao mesmo tempo vai se sentir mais determinado a terminar o game, já que ele lhe prende de uma forma completamente espetacular.
E sim gráficos, a Naughty Dog sempre foi conhecida pelo primoroso trabalho com os seus gráficos, mas sinceramente em Last Of Us ela se superou, é impossível olhar as cutcenes e não ficar maravilhado com o alto nível de detalhes, a grama, a água, o detalhe do suor e da pele dos personagens, separei aqui em baixo algumas cenas para que vocês entendam o que eu quero dizer(apesar de ver o jogo ao vivo sempre ser outra história)
Bem, não vou entrar em totais detalhes quanto ao enredo para que não hajam spoilers, já que existem leitores do blog que ainda estão jogando o jogo, e eles podem me matar por causa disso, mas adianto duas coisas, não se apegue muito a personagens e fique preparado sempre para surpresas.
Fecho o post por aqui, vejo vocês na próxima!
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Arquivo 031 : Personagens odiados/dispensáveis
Salve salve caros amigos! Sim, eu gosto de demorar a aparecer mesmo! Mais uma vez eu fiquei preso a minha preguiça e tudo mais, mas isso não vem ao caso no momento.
Imagine a seguinte situação: Você compra um jogo, de luta por exemplo(se não fosse de luta não seria um exemplo meu heheh)cujo para habilitar um personagem secreto, ou conseguir troféus da psn/achivements da xbox live,você precisa terminar o jogo, ou o modo história com todos os personagens, e logo vai passar por aquele personagem que você não suporta de forma nenhuma, que não consegue entender porque diabos alguém permitiu que um personagem daquele fosse criado.
Isso acontece muito comigo,e já venho pensando a muito tempo em fazer um post sobre esses personagens que só estão lá para encher linguiça e nem para gameplay servem.
Vamos então a lista dos personagens mais odiados/dispensáveis dos games, a princípio de luta, se eu lembrar de um personagem assim de outro gênero que eu joguei eu posto.
El Fuerte : Street Fighter IV series:
Kensou tinha uma história importante nas entrelinhas, mas foi deixada de lado para continuar servindo como o bucha de canhão que sempre foi.
Imagine a seguinte situação: Você compra um jogo, de luta por exemplo(se não fosse de luta não seria um exemplo meu heheh)cujo para habilitar um personagem secreto, ou conseguir troféus da psn/achivements da xbox live,você precisa terminar o jogo, ou o modo história com todos os personagens, e logo vai passar por aquele personagem que você não suporta de forma nenhuma, que não consegue entender porque diabos alguém permitiu que um personagem daquele fosse criado.
Isso acontece muito comigo,e já venho pensando a muito tempo em fazer um post sobre esses personagens que só estão lá para encher linguiça e nem para gameplay servem.
Vamos então a lista dos personagens mais odiados/dispensáveis dos games, a princípio de luta, se eu lembrar de um personagem assim de outro gênero que eu joguei eu posto.
El Fuerte : Street Fighter IV series:
O "luchador" mexicano que estreou em Street IV não me chamou muito a atenção logo de cara, afinal, pensei se tratar de mais um personagem de agarrão, talvez para rivalizar com Zanguief no cast do jogo, mas ao jogar com ele me deparei com uma coisa que aparentemente foi feita nas coxas:
El Fuerte é um cozinheiro mal sucedido, que nas horas vagas faz algumas lutas pra levantar um dinheirinho extra, e porque ele entra no torneio ? Fama e glória ?Não! Vingança? Quanto menos! Grana pro restaurante ? Esquece! O cara me sai pra ficar procurando RECEITAS de cozinha de seus oponentes!!! Como assim capcom ?! Até uma criança de 10 anos faz melhor que isso!
Dhalsim - Dá um tempo, tu sabe quem é!
"Macumba vai!" "Macumba foi!" "Macumba fire!" quem não gritou isso nos fliperamas na década de 90 hein ?Gritar tudo bem, mas dai ver alguém jogar pra valer com o indiano com bafo de napalm só aconteceu agora a pouco.
O problema é que Dhalsim não tem nada de valor a acrescentar no enredo de Street Fighter, apenas é um cara que fala que tudo vai ser resolvido através dos caminhos da yoga, fala em paz, mas sinceramente, não dá pra saber porque diabos a capcom insiste com o personagem,pode parecer implicância, mas tenho outros pontos para provar aqui.
Rufus: Street 4
Na verdade eu até compreendo o enredo do personagem, principalmente a sua ideia de "independente de eu não aparentar eu sou um lutador rápido" e até mesmo a ideia de darem um "rival" para o Ken, mas convenhamos, Rufus ficou ridículo com essa perseguição incessável atrás de Ken, o jeito tagarela do personagem até que vai, mas ainda assim é irritante.
Hakan:
Sério... Eu quero entender o que os designers da capcom fumaram pra criar uma porra de um personagem assim?!?! Ser lutador de luta livre turca? Tá, o estilo em si é nojento pra cacete, mas a ideia de mostrar ele ao mundo foi bem valida, agora porque cargas d' água(ou óleo se preferir) me colocam um cara assim ?!
O cara tem a pele "bronzeada"(o óleo "queimou" o corpo dele? Só se for)aqueles olhos ao estilo "Bison" e o cabelo, essa porra de cabelo?! O cara tem o que ? Um lego no lugar do cabelo?! Sério, é assim que os turcos se vestem ?
O enredo dele? Quase a mesma coisa do El Fuerte, só que ele sai pra procurar uma nova fórmula de óleo de cozinha... Falta de criatividade é foda!
Sentinela: Marvel vs Capcom 3
Como Marvel vs Capcom 3 não tem enredo, eu vou me abster apenas a minha opinião pessoal quanto a escolha do Sentinela, que só entrou no jogo por que um ou dois jogadores famosos jogam com ele, pra então sofrer uma nerfada grotesca na atual versão do jogo.
Tá, nunca gostei da Sentinela, tanto em quadrinho quanto em jogos.
Pheonix Whright - Ace Attorney/Marvel vs Capcom 3
Isso é o que acontece quando os fãs pedem muito por uma coisa ilógica, um personagem que não tem ligação nenhuma com luta em seu jogo original(no caso Ace Attorney)acaba entrando em um jogo de luta.
Wrhight é um advogado, o que pessoalmente já me faz criar uma certa antipatia por ele, agora o fato de que o cara não dá nem mesmo um soco no jogo nem nada só me faz pensar porque diabos a capcom fez algo do genero!
"Po Douglas, você só está falando da capcom! Dá uma variada ai!"
Primeiro, eu tenho jogado muito mais jogos da capcom recentemente, reclama com a SNK que não faz jogos!
Tá bem, vamos falar da empresa que faz(ou ao menos fazia o meu jogo predileto, já que ela sumiu do mapa, de novo)
Mas uma coisa eu vou dizer: Esses de quem vou falar agora são sem dúvida os personagens que mais detesto:
Psycho Soliders Team:
Sim, senhoras e senhores, de todo o enredo de KOF, e digo de todos os KOFs esse é o time que nunca me desceu pela garganta, nas primeiras KOFs sim, dava pra aguentar, já que o meu senso crítico era praticamente zero, mas dai a SNK insistiu com eles, e insistiu e insistiu, não esquecendo de citar mais um dos anrdógenos da empresa : Bao, e a enjoada da Momoko, estreantes em KOF 99 e XI respectivamente.
Athena é um mix de superstar pop do japão com Sailor Moon(só reparar o fato de ela tirar a roupa de estudante com um uniforme por baixo) que vivia fazendo discursos sobre paz e moralismo, pagando de certinha, mas com sua voz irritante e o jeito mais ainda,acabaram permanecendo por causa dos nipônicos que são seus fãs, tanto que em KOF 2003 ela vem com outro time e um visual que remete as cantoras J-Pop da época.
Já Chin... Bem, o velho cachaceiro é até carismático, mas não acrescenta nada tanto em gameplay(salvo a versão XIII, onde ele é usado incessantemente, inclusive na Evo) quanto em história.
Kensou tinha uma história importante nas entrelinhas, mas foi deixada de lado para continuar servindo como o bucha de canhão que sempre foi.
Ash Crimson
Pra fechar, vamos com o que é sem dúvida o personagem mais odiado do momento, protagonista da época negra da SNK, a bicha francesa tem sim importância na história, sendo o principal do último arco da série.
Porém roubar os poderes de Chizuru e Iori foi só o pontapé inicial para que ele passasse os últimos anos sendo completamente odiado, seu visual andrógeno e debochado, pra não dizer afeminado foi a razão de toda a fúria dos fãs da empresa, que culminou na demissão do seu criador Falcoon(ainda bem!)e na morte do personagem no último jogo da série, e para a alegria geral, mesmo ele morrendo de forma heróica.
Bem, termino por aqui gente, até a próxima!
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