domingo, 14 de abril de 2013

Arquivo 030 - Metal Gear Rising - Revengeance




Opa! Salve senhoras e senhores! Sumi mesmo né ? Quase um ano que eu não posto por aqui!
Pois é, trabalho e outras coisas a mais por ai, acabei por abandonar o blog.

Pois bem, voltei hoje porque tenho que falar de um jogo que pra mim é o melhor do ano até o presente momento.

A analise será de Metal Gear Rising - Revengeance, lançado em março para Ps3 e XBOX 360.
(Um dos motivos pelo o qual eu não tenho postado também é porque fico jogando meu ps3 rs)

O game se mostra um tremendo hack 'n slash, com ação frenética e uma premissa completamente inovadora: Você pode cortar os inimigos e praticamente tudo no cenário livremente! Funciona assim: Você aperta um botão e o jogo fica em câmera lenta, dai você tem controle livre sobre Raiden(entramos nos personagens e enredo logo depois)para fatiar o inimigo em quantos pedaços sua barra(você não achou que isso poderia ser feito de graça né?)permitir, você pode escolher entre usar cortes horizontais e verticais com os botões de ataque, ou então usar o analógico direito para um corte mais preciso, coisa que você vai precisar em determinados momentos do jogo.


É simples, é pratico e é SO FUCKING FUN! Não existe nada mais delicioso do que pegar um inimigo que te deu trabalho pra vencer, ou simplesmente porque você quer descontar sua raiva em alguém, e fazer ele em mais de 1000 pedaços, transformando ele em um frango desfiado!

E não satisfeito você ainda pode arrancar as "espinhas" dos ciborgues(você não achou que seriam humanos que você iria enfrentar? Com a censura comendo solta hoje em dia) para recuperar sua barra de energia e do "blade mode" essa técnica se chama "Zandatsu"algo como "cortar e agarrar"

E você pode contar ainda com um pequeno arsenal de RPGs, misseis teleguiados e granadas, que são bem variadas: Convencionais, de fósforo vermelho(para as partes em stealth),infravermelhas e eletromagéticas, além das marcas registradas da série Metal Gear, a caixinha de papelão e o barril para se esconder dos inimigos.

Bem, a jogabilidade não é de um todo perfeita, você pode acabar sem ver nada se usar o zandatsu perto de uma parede e em algumas outras situações.
O jogo também é muito curto em seu modo campanha, são apenas 8 fases, em média de 7 horas você pode terminar o jogo se jogar no modo normal.
Mas são fatores bem menores diante da maestria que o jogo se mostrou.

Um outro fator de destaque é a trilha sonora, completamente estupenda! Com inclusive a participação de John Bush, ex vocalista do Anthrax em algumas faixas.
As músicas mudam de tom e velocidade de acordo com a situação, quando você está em uma parte onde você não pode ser visto, ela toca com um tom de suspense porém se você for visto a mesma música vai tocar em um tom mais pesado combinando com a batalha.

Isso sem contar as músicas dos chefes, que dão um clima intenso(ainda mais se você ver as cutscenes que antecedem os mesmos)a batalha, e quando você está prestes a vencer, a música começa a ter vocais o que é chamado de Dynamic Soundtrack(ou algo parecido com o que o Street Fighter 2 fazia ao deixar a música mais rápida quando um dos lutadores ficava com menos de 50% da energia no segundo round)e isso funciona muito bem, consegue prender bem o jogador!

Ah sim, enredo né? Pois bem, para quem não acompanhou a série Metal Gear como eu, especialmente o 4 muitas coisas ficam confusas, como os tão citados patriotas, o programa que criou Raiden e muitas outras coisas, algumas dessas coisas podem ser explicadas apertando select e conversando com alguns dos assistentes de Raiden.

Pois bem, atualmente Raiden presta serviços de segurança e espionagem para uma empresa chamada Maverick, e durante uma missão na Africa do Sul Raiden é atacado pelo grupo chamado de "Desperado", o primeiro ministro da Africa do Sul é morto durante o ataque e Raiden perde o olho e braço direito para o samurai brasileiro(hein? Como é que é ?) Samuel "Jetstream Sam" Rodriguez.

As missões do game tomam uma forma independente, tipo um dia uma missão e outro dia outra, pelo menos nas primeiras fases do jogo, logo depois Raiden pede demissão da Maverick e parte para vingança sozinho após ver a Desperado e um senador corrupto raptarem crianças para roubarem seus orgãos e transforma-las em ciborgues assassinos.

E é durante essa empreitada que Raiden libera seu lado sanguinário adormecido conhecido como "Jack o Estripador" - Que é a forma a qual todos os inimigos do game chamam ele,apesar de ele controlar isso logo depois, ou você, já que o "Ripper mode" é como se fosse o "Devil Trigger" do game, durante esse modo Raiden corta em pedaços qualquer inimigo sem precisar usar o "blade mode"salvo aqueles de armadura.

Outra coisa que fica a ressaltar são as batalhas contra os chefes, são completamente animais, do começo ao fim, desde os "metal gears" gigantescos que Raiden pega pelo braço e taca a metros de distância, como os chefes da Desperado.

A batalha contra Sam, que fora apresentada como se fosse a última do game, é apesar de fácil uma das mais divertidas, ou contra o rei da pexeira Sundowner onde você tem que cortar seu escudo com precisão para não tomar dano.
Vou lhe passar a pexeira porque tu bulinou minha irmã

E a mais difícil é contra o esquisito Monsoon, que se divide em diversas partes e taca tudo quanto é coisa em cima de você.
Volta aqui lazarento!
Mesmo curto, o jogo ainda oferece missões secretas que devem ser encontradas nas fases para que você as termine com o menor tempo possível, além de itens desbloqueáveis como novas armaduras e espadas para Raiden.

E recentemente fora lançado um DLC onde você pode jogar com o debochado samurai Sam em sua campanha de uma fase só, até o final dessa publicação eu não peguei o DLC, então não entrarei em detalhes.

Resumindo, é um must buy sem dúvida, um tremendo hack n' slash, que vale a pena todo segundo gasto com ele.

Até sei lá quando !

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Arquivo emergencial - Demo Resident Evil 6

Boletim especial! Chegou as minhas mãos o novo demo de Resident Evil 6, jogo esse que eu e uma boa parcela de pessoas estão aguardando ansiosamente, eu sei que o blog tá meio vazio, eu gastei as energias dando uma força pro Bardo, mas essa parada agora renovou geral.

Pois bem, o post vai dever um monte de fotos, ainda mais que só foram tiradas 3 durante a jogatina, cujas ficaram meio fracas, espero que de pra ver algumas.

Mas tudo bem, até o presente momento o game mostrou diversos pontos que foram pedidos para se melhorar em RE5, e foram testados em outros games como o lastimável RE: Operation Racoon City.

Uma das maiores reclamações de todos foi o fato de que Resident Evil não possuia mais terror, não dava sustos e todo o mimimi causado após os REs 4 e 5.

Pois bem, a premissa básica do game é que ele agora tem 4 campanhas: Uma com Leon Scott Kennedy e sua nova parceira Helena, Chris Redfield e seu novo parceiro Piers Nivans(que já foi apresentado em um mangá da série) e o personagem inédito Jake Muller, filho de Albert Wesker e sua parceira Sherry Birkin de RE2 e por fim uma campanha extra desbloqueável onde você controla Ada Wong, aqui apresentada como a vilã do jogo até o presente momento.

Para resumir bem, cada campanha conta com um elemento característico: A de Leon é quase que uma volta ao estilo clássico de RE: Munição escassa, os tão requisitados(e atualmente populares) zumbis corredores escuros e muitos sustos.
Os zumbis estão caidos pelos cantos, você passa, faz o que tem que fazer e dai quando menos se espera tem um pulando em cima de você, é rotineiro você ser pego de surpresa, no meio tempo disponível na demo, devo ter tomado ao menos uns 5 sustos, coisa que só havia acontecido no RE2(como esquecer da parte da delegacia?) e em um determinado momento no 4.

Mas a grande vantagem que a jogabilidade traz é a possibilidade de se poder andar e atirar, coisa que faz absoluto sentido e facilita a vida de todo mundo, além de poder rolar, saltar para trás e ficar caido no chão enquanto atira nos zumbis.

Uma coisa que muitos podem achar estranho de começo, tal como eu achei, é o novo sistema de camera, agora ela não é mais controlada automáticamente, e sim controlada pelo analógico direito, causando algumas confusões a jogadores destreinados com esse sistema.

Mas esse sistema não deve ser problema para jogadores de Call Of Duty, game na qual a campanha de Chris se baseia, o cenário do agente da B.S.A.A. é um tiroteio ambulante, com inimigos portando rifles de longa distancia, e situações onde administrar uma cobertura é extritamente necessário para conseguir proseguir sem sofrer muitos danos.

Cabe aqui uma mudança drástica na jogabilidade, principalmente para os jogadores mais afobados como eu, agora existe a opção de se utilizar golpes fisicos livremente, tá... Não tão livremente assim, existe uma barra de stamina abaixo da barra de energia, e ela se desgasta um pouco a cada golpe físico utilizado, mas ainda assim é um adianto tanto para a economia de munição quanto para partir para uma ofensiva.

Já a campanha de Jake mescla um pouco de cada uma das duas anteriores, e também foi a mais dificil das 3, pela quantidade de inimigos que surgiu, inimigos esses que mesmo depois de mortos sofrem mutações, ou também caso você não os atinja diretamente na cabeça, ficando mais apelões.

Quanto a gráficos RE6 mostra uma pequena evolução em relação ao seu antecessor, mesmo que em uma escala ainda pequena, talvez pela atmosfera sombria os detalhes não sobressaem tão bem quanto antes, mas agora o sangue permanece por mais tempo, é possivel ver sujeira e suor no rosto dos personagens.

Bem... Esse foi um apanhado bem rápido da demo, fiquem atentos para o review completo assim que o jogo chegar ao Brasil, no dia 10 de outubro! E pela primeira vez com legendas em portugues!

Vejo vocês na proxima!